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domingo, 30 de agosto de 2020

FLORDELIS

 



“Moral (do latim moralis "maneira, caráter, comportamento próprio") é a diferenciação de intenções, decisões e ações entre aquelas que são distinguidas como próprias e as que são impróprias.

Ética ou filosofia moral é, na filosofia, o estudo do conjunto de valores morais de um grupo ou indivíduo.”

Fonte: Wikipédia


Longe de mim querer fazer julgamento moral ou generalizar. O que me chamou a atenção, porém, é a diferença abissal entre o que a Pastora Evangélica Pentecostal e Deputada Federal FLORDELIS dizia e o que ela praticava.

Por exemplo: ela tinha um posicionamento firme e radical em defesa da vida, principalmente no caso de abortos. Agora se sabe que ela foi responsável pelo assassinato de seu marido, que antes de assumir esse posto era seu filho adotivo.

As notícias que chegam sobre o comportamento de FLORDELIS são extremamente interessantes e estão amplamente divulgadas na mídia.

A seguir passo a relatar alguns trechos que selecionei, que revelam noções de moral e ética incomuns, principalmente em se tratando de uma religiosa (pastora pentecostal):

“Depoimentos dados à polícia no inquérito que investiga a morte do pastor Anderson do Carmo, marido de Flordelis dos Santos, revelam episódios de traições, relacionamentos amorosos entre irmãos e até mesmo troca de casais dentro da família.

Uma das filhas adotivas de Flordelis, Erica dos Santos de Souza, em seu depoimento, foi questionada pelos policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo se havia presenciado envolvimento entre as pessoas que moram na casa. Ela relatou que Adriano dos Santos, filho biológico apenas de Flordelis, se relacionou amorosamente com duas irmãs adotivas, Nylaine e Lorrana, quando já namorava com Marcele, sua atual esposa.

Erica também contou que Simone dos Santos, também filha biológica apenas de Flordelis, se envolveu com Alexandre Freire, que é filho adotivo. Simone, de acordo com depoimento de Maria Edna do Carmo, mãe do pastor Anderson, namorou, ainda no início dos anos 90, com o filho. Segundo relato de Edna, pouco tempo depois, Anderson “largou” Simone para ficar com Flordelis.

No depoimento dado à polícia, Erica também contou que dois irmãos adotivos - Iago e Francine - se envolveram, mas saíram da casa para assumir o relacionamento, “porque Anderson e Flordelis não permitiam esse comportamento dentro de casa”.

Além dos relacionamentos citados nos depoimentos, pelo menos outros dois casais já se formaram na família de Flordelis. Os pastores Carlor Ubiraci e Cristiane - ambos filhos adotivos de Flordelis - são casados e moram no terreno da casa da família, em Pendotiba. Eles fizeram uma construção anexa à residência, onde vivem. O casal tem uma filha biológica, Raquel, e uma adotiva, Rebeca. Eles também são considerados pais por Roberta de Souza, que foi acolhida por Flordelis em sua casa, ainda no Jacarezinho, mas quem a criou foi Carlos e Cristiane.

A própria Simone já foi casada com André Luiz de Oliveira, conhecido como Bigode, também filho adotivo. Juntos, tiveram três filhos biológicos - Lorrane, Ramon e Rafaela. Eles já estão separados há dez anos. O casal também criou como filha Raiane, a primeira criança pega por Flordelis para criar. De acordo com os relatos da pastora, Raiane foi encontrada numa lixeira na Central do Brasil.

Um dos filhos adotivos da deputada federal Flordelis, acusada de ser a mandante do assassinato do seu marido, o pastor Andersson do Carmo, revelou em depoimento ao Ministério Público, que manteve relações sexuais com a mãe.

Ele disse ainda que a parlamentar oferecia algumas das mulheres da casa a pastores estrangeiros.

No depoimento à polícia, o filho adotivo contou que os religiosos eram negros e falavam em francês. Eles teriam ido visitar o Ministério e ficaram hospedados na casa da parlamentar, que ofereceu as meninas como uma “forma de recepção”, nas palavras do filho.

De acordo com o depoimento, o filho adotivo conta que além de oferecer as mulheres como favores sexuais aos pastores estrangeiros, Flordelis mantinha relações com os filhos adotivos. A testemunha relatou que em seu primeiro dia morando na casa do bairro Rio Comprido, no Rio de Janeiro, ele recebeu uma visita da cantora gospel e os dois transaram.

O relacionamento continuou até ele conhecer a atual esposa, frequentadora do Ministério Flordelis.

A esposa do filho adotivo encontrou uma espécie de diário, onde ele contava detalhes dos cultos e do relacionamento com a mãe. Após a descoberta, ela fez com que ele cortasse de vez as relações com a mãe e o resto da família.

A DHNISG (Delegacia de Homicídios de Niterói, Itaboraí e São Gonçalo) investiga se a deputada federal Flordelis (PSD-RJ) e o pastor Anderson do Carmo foram a uma casa de swing na noite em que ele foi assassinado.

Allan Duarte, delegado titular da DHNISG, disse à imprensa que o casal não esteve em Copacabana na noite da morte de Anderson, contradizendo o que Flordelis declarou em depoimento. A deputada disse à polícia que o casal foi comer petiscos, mas ela não sabia confirmar a localização exata ou o nome do local que visitaram naquela noite.

Os registros da CET-Rio (Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro) apontam que o carro do casal não esteve em Copacabana. O último dado mostra que o veículo passou por um radar no bairro do Humaitá, vizinho a Botafogo. A informação reacendeu as suspeitas de que o casal fora a uma casa de swing na noite do assassinato de Anderson.

Uma testemunha disse aos investigadores que Flordelis e Anderson tinham o costume de visitar uma casa de swing em Botafogo, mas a versão foi negada pelo gerente da casa. A polícia não descartou a hipótese porque não é comum que estabelecimentos do gênero reconhecem clientes por respeito à privacidade.

Segundo um relatório da investigação divulgado pelo Extra, a casa de swing fica a 500 metros do radar pelo qual a CET-Rio afirma que o casal passou na noite do crime.Parte superior do formulário

Uma mulher que frequentava a igreja fundada pela deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD) relatou à Polícia Civil que a parlamentar e seu marido, o pastor Anderson do Carmo, frequentavam uma casa de swing, lugar onde há troca de casais. O depoimento foi dado em setembro do ano passado a policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí no inquérito que apura a morte de Anderson.

A fiel afirmou que soube da informação em 2007, ao levar sua supervisora a um culto no Ministério Flordelis. Ela relatou à polícia que ao ver a deputada e pastora, sua amiga ficou surpresa e comentou que Flordelis frequentava a mesma casa de swing que ela, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.

A supervisora da fiel afirmou que além de Flordelis e Anderson, Simone, filha biológica da deputada, e o marido dela, André, também frequentavam o local. Ainda segundo a mulher, Flordelis possuía um quarto privativo na casa de swing. A mulher chegou a descrever a roupa usada por Flordelis na ocasião em que a viu na casa de swing e afirmou que ela estava extremamente bêbada.

Etc.

Ou seja, Nelson Rodrigues perdeu totalmente a graça.

Omar
Agosto de 2020

Imagem: obra de Jacek Yerka.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Relacionamento abusivo: 15 sinais de que você pode estar em um

Antes do soco e da pancada, muitas outras formas de violência já dão indícios de uma relação abusiva.


por Helena Bertho –
26 de novembro de 2018


Você sabe o que é um relacionamento abusivo? 

Saberia identificar se alguém próximo (ou você mesma) está em um? Estar em um relacionamento abusivo não quer dizer, necessariamente, apanhar. Muitas vezes, a violência toma outras formas, como a violência psicológica, sexual e financeira. Elas são muito mais sutis que a agressão física e, por isso mesmo, mais difíceis de identificar.

O que acontece é que muitas pessoas acabam ficando nessas relações e sofrendo, sem conseguir entender o abuso que sofrem. “Isso sempre é bem sutil no começo. O primeiro caminho é sempre psicológico. Afinal, se o relacionamento começa num tapa, a mulher não continua. Até criar envolvimento e dependência emocional, é um príncipe. Quando ela está envolvida e fragilizada, aí sim ele vira um sapo”, diz a psicóloga e advogada especialista em violência contra a mulher Vanessa Paiva.

É importante saber que a violência pode acontecer em qualquer relação, hetero ou homossexual. Trata-se de uma questão de poder. Mas, como é mais comum em relações entre homem e mulher, usaremos o masculino para definir o abusador nesse texto.

 

1. Ciúme excessivo

 

Com a justificava de “amar demais” o ciúme deixa de ser normal e vira justificativa para o controle. É normal que uma pessoa sinta medo de perder aquela que ama. Mas quando isso passa a virar argumento para controlar a tomada de decisão do outro, agressões, ofensas ou invasão de privacidade, é excessivo.

 

2. Controle

 

“Porque eu te amo demais” ou “é para o seu bem” são frases comuns usadas pelo abusador para controlar a outra pessoa. O controle acontece quando ele começa a decidir o que a outra pessoa pode ou não fazer. Que roupas vestir, onde pode ir, quais atividades fazer e até, em casos mais extremos, que trabalhos a outra pessoa pode ou não ter.

 

3. Invasão de privacidade

 

Por mais que sejam parte de um casal, as pessoas devem ter privacidade e individualidade. Em um relacionamento abusivo, é comum que o abusador não respeite o espaço individual da outra parte. Roubar senhas, mexer no celular, ler e-mails e mensagens, instalar programas de rastreamento. Tudo isso é invasão de privacidade. Ela pode acontecer em segredo, sem que o outro saiba, ou ser aberta, com a justificativa de que “quem ama não tem nada a esconder”. Mas não permitir que o outro tenha um espaço só seu, na verdade, é demonstração de falta de confiança.

 

4. Afastamento de outras pessoas

 

As justificativas podem ser muitas: fulano é má influência, ciclano dá em cima de você, não gosto daquela pessoa, aquela outra me trata mal. O fato é que ele vai exigindo que a companheira se afaste das pessoas mais próximas. A psicóloga Vanessa explica que “o objetivo é que você passe a depender somente dele”.

 

5. Chantagem

 

A manipulação é uma ferramenta central no relacionamento abusivo. Se a parceira não aceita de forma pacífica do que é cobrada, o abusador costuma, então, usar de chantagem para conseguir o que quer. Seja dizendo que vai ficar doente ou vai se matar se a companheira não fizer algo, seja ameaçando terminar o relacionamento. A chave é saber o que mexe com a parceira e usar disso para manipulá-la.

 

6. Destruição da autoestima

 

Se no começo da relação a pessoa era incrível para a outra, aos poucos isso vai mudando. A mudança começam com “críticas construtivas”, que vão se tornando cada vez mais comuns e pesadas. Sem perceber, a vítima vai perdendo a autoestima até o ponto de achar que é alguém tão ruim que nenhuma outra pessoa vai amá-la se essa relação terminar.

 

7. Invalidação de sentimentos

 

A parte abusadora da relação vai dizer que aquilo que o outro sente é besteira ou não é nada. “Toda vez que você invalida o sentimento, você condiciona a pessoa a não falar nada e a achar que o que sente é bobagem”, explica Vanessa. Assim, o medo, a dor e a tristeza de estar passando pelo abuso passam a ser enxergados como besteira pela própria vítima, fazendo com que ela permaneça no relacionamento abusivo, mesmo infeliz.

 

8. Falta de diálogo sobre dinheiro

 

Não é fácil conversar sobre dinheiro. Mas a falta de diálogo abre espaço para que uma das partes da relação abuse financeiramente da outra. Por exemplo, se a mulher para de trabalhar para cuidar dos filhos, a dinâmica financeira da família precisa ser combinada antes. Assim, ela vai ter condições de sair da relação se precisar. No relacionamento abusivo, a falta de diálogo é usada para levar o outro à dependência econômica.

 

9. Controle financeiro

 

É comum nas relações abusivas que uma das pessoas controle todo o dinheiro do casal e, por isso, passe a controlar também as atividades da outra. Quando uma tem que pedir dinheiro para tudo, passa a existir espaço para que a outra pessoa negue e, assim, decida o que a companheira pode ou não fazer.

 

10. Uso do dinheiro sem acordo conjunto

 

Dentro de um relacionamento, a forma como o dinheiro vai ser usado deveria ser decidida em acordo. Os recursos são dos dois? Quem decide quanto gastar ou quanto poupar? São questões respondidas em conjunto. No entanto, nas relações abusivas pode acontecer de uma das pessoas fazer compras ou investimentos com o dinheiro do casal sem consultar o outro. O resultado é que o  outro pode ficar sem recursos e nem saber.

 

11. Pegar, roubar ou destruir itens do outro

 

Quando a relação abusiva evolui, pode chegar ao ponto da pessoa esconder ou quebrar os pertences da outra como forma de controle. São comuns os casos em que o abusador esconde os documentos da outra pessoa ou quebra objetos pessoais durante  acessos de raiva.

 

12. Usar os filhos em chantagens

 

Quando o casal tem filhos, as coisas ficam mais complicadas. No relacionamento abusivo, a pessoa usa os filhos como ferramenta de chantagem. Ao invés de se preocupar com o bem estar das crianças, é comum que o abusador as use como chantagem para conseguir o que quer.

 

13. Exigir relação sexual

 

O estupro dentro de relacionamentos não é raro. Se o sexo é forçado, é estupro. E isso nem sempre acontece de forma explícita: não respeitar a vontade da outra pessoa, chantagear ou fazer ameaças para ter uma relação também são formas de abuso. 

14. Ameaças

 

Quando a relação abusiva já está avançada, ameaças se tornam comuns. Elas podem ser dos mais diferentes tipos: tirar o dinheiro, sumir com os filhos, agressões e até ameaças de morte. “A fala de que ‘cão que late não morde’ é muito perigosa. No caso das relações abusivas, em geral as ameaças são o principal indício de que a violência física vai chegar a acontecer. Elas são sinal de que o agressor está criando coragem”, explica Vanessa.


Fonte: http://costaadvogados.adv.br/relacionamento-abusivo-15-sinais-de-que-voce-pode-estar-em-um/

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

WiFi x Sexo x Álcool x Chocolate

 

Un 40% de las personas que participaron en la encuesta señalaron el WiFi como "la cosa más indispensable, destacada y útil de su dia a día".


Muchos de nosotros consideramos la conexión internet como algo importante. Cada vez que nos desplazamos a un nuevo lugar, tendemos a preguntar por la contraseña de la red WiFi. Esto sucede en hoteles, oficinas, salas de espera, etc… todo sea por ahorrarnos unos datos móviles.

Pero de allí a considerarlo algo necesario por encima de otros placeres como el sexo hay una gran brecha. Sin embargo, una encuesta confirmó las extrañas prioridades de la persona contemporánea: El Wifi se sitúa por encima de la interacción sexual.

La compañía estadounidense iPass hizo la encuesta en la que participaron 1.700 personas. Tanto hombres como mujeres de Norteamérica y Europa colaboraron con el sondeo, que les hacía la siguiente pregunta: "¿Cuál es el elemento más indispensable, destacado y útil de su día a día?"

Increíblemente un 40% de los participantes respondieron que una conexión a red WiFi era su prioridad. Mientras tanto, solo un 37% del grupo prefirió el sexo. Quién lo diría, llama más la atención conectarse a internet que el propio deseo sexual.

Ni el alcohol se salva

La encuesta no se queda allí, pues otros placeres comunes también se quedaron muy atrás en la lista. El chocolate, adicción de unos cuantos, fue preferencia solamente de un 14% de los encuestados.

Finalmente están los bebedores. Tan solo un 9% de las personas dijo que prefería el alcohol por encima del WiFi, el sexo, el chocolate y otros elementos o actividades.

Sin duda el WiFi se corona como el número uno entre las prioridades de la gente. Ante esto, Patricia Hume, responsable comercial de la compañía, mencionó lo increíble que sonaría eso hace algunos años:

"El Wi-Fi no es sólo el método más popular de conexión a Internet: también suplantó a muchos otros lujos y necesidades humanas".

La empresa también agregó un dato curioso sobre el WiFi de los hoteles. Al menos un 72% de los encuestados admitió haber elegido hotel según su oferta de conexión a internet. Por otro lado, un 21% dijo hacer esto en todos sus viajes.




Fonte: https://www.fayerwayer.com/2018/08/wifi-sexo-importante/


domingo, 18 de junho de 2017

O SEXO DO CÉREBRO



A la luz de los conocimientos actuales en neurociencia, estaríamos tentados de creer que los viejos prejuicios sobre las diferencias biológicas entre hombres y mujeres ya han sido barridos. Sin duda no es así: los medias y obras de divulgación pretenden que las mujeres son “naturalmente” habladoras e incapaces de leer un mapa de carreteras, mientras que los hombres habrían nacido buenos en matemáticas y competitivos. Estos discursos hacen creer que nuestras aptitudes, emociones, nuestros valores, están conectados con estructuras mentales inmutables desde tiempos prehistóricos. Es necesario colocar el debate alrededor de las diferencias entre los sexos en un terreno científico rigurosos más allá de las ideas preconcebidas. El desafío consiste en comprender el papel de la biología pero también la influencia del ambiente social y cultural en la construcción de nuestras identidades de hombres y mujeres.

Catherine Vidal 1

A l´encontre, 7-6-2017

http://alencontre.org/

Traducción de Viento Sur

http://www.vientosur.info/

Los seres humanos, hombres y mujeres, tenemos personalidades y formas de pensar diferentes. ¿Son innatas o adquiridas? ¿Qué parte corresponde a la biología y cuál al entorno social y cultural en la construcción de nuestras identidades? Estas cuestiones son objeto de debates apasionados desde hace siglos. Se podría estar tentados de pensar que, con el progreso del conocimiento tanto en biología como en sociología, los argumentos se hubiera clarificado y las polémicas hubiera amainado. Nada de eso. Ideas adquiridas y falsas evidencias continúan proliferando sobre este tema. Medias y revistas nos saturan de viejos clichés que pretenden que las mujeres son “naturalmente” dotadas para el lenguaje, multi-atareadas incapaces de leer un mapa, mientras que los hombres serían por esencia buenos en matemáticas y competitivos. Estos discursos sugieren que nuestras aptitudes, nuestros gustos, nuestros comportamientos estarían conectados con estructuras mentales inmutables desde el nacimiento. Sin embargo, el progreso en las investigaciones en neurociencia muestran lo contrario: actualmente, gracias a las técnicas de imágenes cerebrales por IRM (Imagen por Resonancia Magnética) sabemos que el cerebro fabrica sin cesar nuevos circuitos de neuronas en función de los aprendizajes y de las experiencias vividas. Estas propiedades de “plasticidad cerebral” descubiertas hace una quincena de años han revolucionado nuestra concepción del funcionamiento del cerebro (Vidal, 2015). Nada está solidificado ni programado en nuestras neuronas. La plasticidad neuronal es un concepto clave para comprender cómo se construyen nuestras identidades de mujeres y hombres.

¿El cerebro tiene sexo?

En el siglo XIX, la forma del cráneo y el tamaño del cerebro eran utilizados para justificar la jerarquía entre los sexos. Se pensaba que los hombres, pretendidamente más inteligentes, estaban dotados naturalmente de un cerebro más grande que el de las mujeres. Algunos médicos, especialmente Paul Broca, alimentaron esta tesis mediante la medida comparativa de cerebros cuidadosamente seleccionados para confirmar la demostración. Aunque en la misma época otros estudios demostraron, claramente, que el tamaño del cerebro no era la causa de la inteligencia, la ideología conservadora lo llevaba hasta el rigor científico (Gould, 1997).

¿Qué se puede responder hoy a la pregunta de si el cerebro tiene sexo? La respuesta científica es sí y no (Vidal 2015, Vidal y Benoit-Browaeys 2015). Sí porque el cerebro controla las funciones asociadas a la reproducción sexuada que evidentemente son diferentes en los hombres y las mujeres. En los cerebros femeninos, encontramos neuronas que se activan cada mes para desencadenar la ovulación, lo que no sucede entre los hombres. Pero en lo que respecta a las funciones cognitivas, la respuesta es no. Los conocimientos actuales sobre el desarrollo del cerebro y la plasticidad cerebral demuestran que las chicas y los chicos tienen las mismas capacidades de razonamiento, de memoria y de atención.

La plasticidad cerebral

Los estudios IRM no cesan de aumentar para mostrar cómo la experiencia modela el cerebro, tanto en los niños como en las personas adultas. (May 211, Vidal 2010). El ser humano recién nacido viene al mundo con un cerebro muy inacabado: posee un stock de 100 000 millones de neuronas pero pocas vías nerviosas para conectarse entre ellas. Solamente el 10 % de las conexiones -sinapsis- están presentes en el momento del nacimiento. Esto significa que el 90 % de las sinapsis se fabrican a partir del momento en el que el bebé entra en contacto con el mundo exterior. Las influencias de la familia, de la educación, de la cultura, de la sociedad, juegan un papel importante sobre las conexiones neuronales y la construcción del cerebro. El término plasticidad describe esta propiedad del cerebro humano de modelarse en función de los aprendizajes y de las experiencias vividas. Por ejemplo, entre los pianistas, se observa un espesamiento de las regiones del córtex cerebral especializadas en la motricidad de los dedos y la audición. Este fenómeno es producido por la fabricación de conexiones suplementarias entre las neuronas. Además, estos cambios del córtex son directamente proporcionales al tiempo dedicado al aprendizaje del piano durante la infancia. La plasticidad cerebral está también activa durante la vida adulta. Así entre las personas que aprenden a hacer malabarismo con tres bolas, se constata después de tres meses de práctica, un espesamiento de las zonas que controlan la coordinación de los brazos y la visión. Y si se interrumpe el entrenamiento, las zonas espesadas anteriormente, se encogen.

Estos ejemplos, y muchos otros, muestran cómo la historia propia de cada persona se inscribe en su cerebro. Resulta que ningún cerebro se parece a otro. La IRM ha permitido revelar que las diferencias cerebrales entre las personas de un mismo sexo son tan importantes que sobrepasan las diferencias entre los sexos (Kaiser 2009, Joel 2015). Cada uno de los 7 000 millones de individuos en el planeta poseen un cerebro único en su género, independientemente del hecho de pertenecer al sexo femenino o masculino.

El concepto de plasticidad permite superar el dilema clásico que intenta oponer naturaleza y cultura. De hecho, en la construcción del cerebro, lo innato y lo adquirido son inseparables. Lo innato aporta la capacidad de conexión entre las neuronas, lo adquirido permite la realización efectiva de esa conexión. Toda persona humana, tanto por su existencia como por su experiencia, es simultáneamente un ser biológico y un ser social. (Rose 2006, Kahn 2007). Todas esas adquisiciones de la neurobiología confirman y enriquecen las investigaciones en ciencias humanas y sociales sobre el género. El sexo y el género no son variables separadas sino que se articulan en un proceso de incorporación (personificación) que designa la interacción entre el sexo biológico y el entorno social y esto desde el nacimiento (Fausto-Sterling 2012 a-b).

Desarrollo del cerebro e identidad sexual

Las propiedades de plasticidad del cerebro aportan una nueva aclaración sobre los procesos que contribuyen a forjar nuestras identidades. Al nacer, las criaturas humanas no tienen conciencia de su sexo. Lo van a aprender progresivamente a medida que sus capacidades cerebrales se desarrollan. Solo a los dos años y medio empieza a ser capaz de identificarse con uno de los dos sexos (Fausto-Sterling 2012a, Le Maner-Idrissi 1997).

Sin embargo, desde el nacimiento, evoluciona en un entorno sexuado: la habitación, los juguetes, la ropa diferente según el sexo del bebé. Además, los adultos, de manera inconsciente, no nos comportamos igual con los bebés. Tenemos más interacciones físicas con los niños mientras que hablamos mucho más con las niñas. Es la interacción con el medio familiar, social, cultural, la que va a orientar sus gustos, las capacidades y contribuir a forjar los rasgos de personalidad en función de los modelos de masculino y femenino ofrecidos por la sociedad.

Pero todo no se juega en la infancia. Los esquemas estereotipados no están gravados en las neuronas de forma indeleble. A todas las edades de la vida, la plasticidad del cerebro permite cambiar de hábitos, adquirir nuevos talentos, elegir diferentes itinerarios de vida. La diversidad de las experiencias vividas hace que cada cual forje su propia manera de vivir, su vida de mujer o de hombre. En materia de identidad sexual, la evolución actual de las costumbres, de las normas culturales y de las leyes (paridad entre mujeres y hombres, matrimonio homosexual) es un ejemplo más de nuestra capacidad de plasticidad cerebral.

Hormonas y cerebro
La acción de las hormonas sobre el cerebro es invocado regularmente para explicar la vida amorosa, los encuentros, los lazos sociales, los conflictos, etc. Por ejemplo, la hormona oxitocina sería responsable del flechazo, de la fidelidad, del instinto maternal. En cuanto a la testosterona, es la que haría a los hombres ligones, competitivos, coléricos y violentos. En realidad, los datos experimentales sobre el papel de las hormonas sobre el cerebro y los comportamientos son mucho menos sólidas de lo que dan a entender ciertos discursos de divulgación científica (Jordan-Young 2016).

¿La oxitocina es la hormona del vínculo social?
La hormona oxitocina, que es segregada a la sangre por la glándula hipófisis, es conocida porque actúa sobre las contracciones del útero en el momento del parto y sobre las glándulas mamarias para la lactancia. Entre los animales (ovejas, ratas, ratones) esta hormona tiene también efectos sobre el comportamiento. Algunas experiencias han mostrado que la inyección de oxitocina directamente en el cerebro refuerza los jadeos recíprocos, el aseo, la interacción entre madres y crías, y entre machos y hembras. De esta forma, la oxitocina ha sido calificada de hormona de la unión y los vínculos sociales (Roos y Young 2009).

¿Pero qué pasa entre los humanos? El problema es que, al contrario de lo que ocurre con los animales, casi es imposible medir la concentración de oxitocina en el cerebro o inyectar en el interior para ver sus efectos... Tampoco se puede inyectar en sangre pues la oxitocina no pasa la “barrera hemato-encefálica” que protege el cerebro. Algunas experiencias han intentado suministrar un spray nasal, pero el acceso directo de la oxitocina al cerebro a través de la mucosa nasal no está demostrado. Además, la presencia de receptores de oxitocina en la membrana de las neuronas no ha sido detectada en el cerebro humano (Galbally 2011).

Al final, los argumentos científicos a favor de un papel de la oxitocina en el instinto maternal, los vínculos, la comunicación social, la empatía, están lejos de estar establecidos, al contrario de lo que dicen los media (Fillod 2012). En relación a los vínculos madre-hijo, los casos de maltrato, de abandono y de infanticidio muestran que el instinto maternal no depende de una ley biológica universal e ineludible. Lo que no afecta al placer que puede procurar la lactancia y ocuparse de un bebé. No se trata de instinto sino de amor, materno y paterno, construido biológicamente, psicológicamente y socialmente. Los lazos afectivos se moldean y evolucionan según las experiencias de vida que se inscriben en el contexto cultural y social. La oxitocina no tiene nada que ver en ello.

¿Es la testosterona la hormona de todos los poderes?

Sin duda, la testosterona tiene, efectos sobre el cuerpo afectando especialmente al volumen y a la fuerza muscular. Pero en lo que se refiere a su efectos sobre el cerebro y la conducta está lejos de haber un consenso científico.

En general, en la población de hombres adultos de buena salud, no hay relación estadística significativa entre el deseo sexual y la concentración de testosterona en sangre (Van Anders 2013). Claro que, en condiciones patológicas de castración, no hay erección, pero esto no provoca necesariamente la pérdida de deseo ni la desaparición de toda actividad sexual. Entre los humanos, el órgano sexual más importante, es el cerebro... Sus capacidades cognitivas confieren a la sexualidad humana múltiples dimensiones que ponen en juego el pensamiento, el lenguaje, las emociones, la memoria... En principio, el deseo sexual es el fruto de una construcción mental que varía según la vida síquica y los sucesos de la vida. No tiene nada que ver con un acto reflejo desencadenado por la testosterona.

En cuanto al pretendido papel de la testosterona en la agresividad y la violencia, tampoco los estudios científicos son concluyentes. Investigaciones realizadas entre varones adolescentes de trece a quince años, muestran que la concentración de testosterona en sangre no está asociada a comportamientos agresivos o de conductas de riesgo presentes, a menudo, mucho antes que la pubertad. Entre los varones autores de actos delictivos, la tasa de testosterona no es correlativa con el grado de violencia del comportamiento. Al contrario, se observa una fuerte correlación entre los factores sociales tales como el nivel de educación y el medio socioeconómico (Archer 2006).

Todos los roles atribuidos a la testosterona, que justifican el apetito sexual y la agresividad de los hombres, no están respaldados por pruebas experimentales que tengan consenso en la comunidad científica (Jordan-Young 2016). Por el contrario, las investigaciones en sociología y en etnología muestran que si muchos hombres adoptan estos comportamientos, es el resultado de una larga historia cultural de dominación masculina aliada a factores sociales, económicos y políticos que favorecen la expresión de la violencia (Héritier 1996).

Cerebro humano y evolución

Los avances de las neurociencias permiten comprender mejor por qué el ser humano escapa a la ley de las hormonas. El homo sapiens posee un cerebro único en su género que le distingue del de los grandes simios. La diferencia es debida al desarrollo del córtex cerebral que recubre el resto del cerebro. A lo largo de la evolución de la especie humana, la superficie del córtex ha crecido de tal forma que debe plegarse formando surcos para poder caber en la cavidad craneal. Hoy, mediante métodos informáticos, se sabe desplegar el córtex virtualmente: mide dos metros cuadrados de superficie sobre tres milímetros de espesor, es decir, 10 veces más que en los monos. Gracias a su córtex cerebral, el homo sapiens ha podido desarrollar su capacidad de lenguaje, de conciencia, de razonamiento, de proyección hacia el futuro, de imaginación... Muchas facultades que le han permitido al ser humano adquirir la libertad de elección en sus acciones y sus comportamientos (Rose 2006, Kahn 2007).

Una de las consecuencias del desarrollo del córtex cerebral es que controla las zonas profundas del cerebro implicadas en los instintos y las emociones. Por esto, el ser humano es capaz de cortocircuitar los programas biológicos instintivos que están regidos por las hormonas. Entre los seres humanos, cada instinto no se expresa en estado bruto. El hambre, la sed o la atracción sexual están claramente ancladas en la biología pero sus formas de expresión están controladas por la cultura y las normas sociales. El ser humano puede decidir hacer huelga de hambre o renunciar a su sexualidad. Las mujeres y los hombres, en su vida personal y social, utilizan estrategias inteligentes, basadas en representaciones mentales que no dependen de la influencia de las hormonas.

Cerebro, ciencia y sociedad

A pesar de los progresos científicos sobre la plasticidad cerebral, el argumento de las diferencias de “naturaleza” siempre está muy presente para explicar las diferencias entre las mujeres y los hombres en la vida social y privada. El ambiente mediático contemporáneo contribuye activamente a reforzar la “biologización” de los comportamientos humanos (Fillod 2015, Jurdant 2012). Televisión, prensa escrita, páginas de internet, nos suministran regularmente “descubrimientos” científicos que explicarían nuestras emociones, nuestros pensamientos, nuestras acciones: gen de la homosexualidad, hormona del deseo, neuronas de la empatía, etc. Necesariamente, este contexto es propicio a la promoción de tesis esencialistas orquestadas por los movimientos conservadores que se oponen a nuevas fórmulas de familia, al matrimonio homosexual, a la legalización del aborto...

Estas ideas tienen implicaciones sociales y políticas de graves consecuencias. Invocar razones biológicas (genéticas, cerebrales u hormonales) para los comportamientos de hombres y mujeres, da por sobrentendido su carácter normal e inmutable. ¿Para qué luchar contra nuestra naturaleza?

Sin embargo, si las chicas y los chicos no hacen la misma opción de estudios o profesional, no es a causa de las diferentes capacidades cognitivas de su cerebro (Vouillot 2015). Afirmar que es más natural que una mujer se ocupe más de los niños que un hombre a causa de la oxitocina es cuestionar las leyes de la igualdad, las vacaciones familiares y la legalización de homoparentalidad. También es frenar las ambiciones profesionales de las mujeres, animar su trabajo a tiempo parcial que va a la par de salarios reducidos. Pretender que la testosterona da a los hombres más apetito sexual que a las mujeres, o incluso que la violencia resulta de pulsiones hormonales irresistibles, lleva a aceptar que esta violencia como inevitable y cuestiona las leyes que reprimen el acoso sexual y la violencia contra las mujeres.

En el contexto actual en el que las tesis esencialistas resurgen para atacar los estudios de género, es crucial que los biologicistas se comprometan al lado de las ciencias humanas y sociales para cuestionar las falsas evidencias que querrían que el orden social fuera un reflejo del orden biológico. Abordar el frente de los prejuicios esencialistas es indispensable para combatir los estereotipos, desenvolver acciones políticas y construir conjuntamente una cultura de la igualdad.

Nota de Correspondencia de Prensa

1) Catherine Vidal es neurobióloga, directora de investigación del Instituto Pasteur y miembro del Comité de Ética de Inserm. El artículo fue publicado en la revista Les Utopiques. Cahier de Reflexions, N° 4, febrero de 2017, publicación de la Union syndicale Solidaires de Francia.

Bibliografía

Archer John, 2006 “Testosterone and human aggression: an evaluation of the challenge hypothesis”,Neuroscience and Biobehavioral Reviews, 30: 319-345.

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sábado, 11 de fevereiro de 2017

Música, sexo e drogas ativam mesmas substâncias no cérebro


Fonte da Imagem: https://www.theodysseyonline.com/why-music-is-essential

Estudo afirma que sistema químico-cerebral ligado à percepção do prazer é ativado quando se ouve música. Descoberta é essencial para a neurociência, dizem cientistas.

O mesmo sistema químico-cerebral que proporciona as sensações de prazer geradas pelo sexo, as drogas e a comida é essencial para experimentar o prazer gerado pela música, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (08/02) na revista científica Nature.

"Esta é a primeira prova de que os opioides próprios do cérebro estão diretamente envolvidos no prazer musical", destaca Daniel Levitin, um dos autores do estudo, desenvolvido na Universidade McGill de Montreal, no Canadá.

Trabalhos anteriores do especialista e sua equipe chegaram a produzir mapas das áreas do cérebro ativados pela música, mas só havia sido possível levantar a suspeita de que o sistema opioide era responsável pelo prazer.

"Impressões fascinantes"

Para a mais recente experiência, os cientistas bloquearam de maneira seletiva e temporária os opioides do cérebro com a naltrexona, remédio usado habitualmente em tratamentos para a dependência de drogas opiáceas e álcool.

Em seguida, eles mediram as reações dos 17 participantes do estudo aos estímulos musicais e constataram que até mesmo as músicas favoritas deixavam de gerar sensações prazerosas. "As impressões que os participantes compartilharam conosco depois do experimento foram fascinantes", diz Levitin.

Um deles disse que sabia que a canção que acabara de escutar era uma de suas preferidas, mas que não tinha sentido as mesmas sensações de audições anteriores. Outro comentou: "Soa bem, mas não me diz nada."

Os pesquisadores consideram que os avanços no estudo da origem neuroquímica do prazer são fundamentais para a neurociência, já que muitas atividades prazerosas, como beber álcool e ter relações sexuais, podem causar dependência.

LPF/efe/lusa/ots



Fonte: http://www.dw.com/pt-br/m%C3%BAsica-sexo-e-drogas-ativam-mesmas-subst%C3%A2ncias-no-c%C3%A9rebro/a-37462495?maca=bra-newsletter_br_Destaques-2362-html-newsletter

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O MORDOMO É O CULPADO...

Fonte da imagem AQUI.

ESCÂNDALO NO VATICANO

Na audiência geral na praça de São Pedro, o papa Bento XVI pela primeira vez evocou publicamente o escândalo que abala o Vaticano e que levou na passada quarta-feira à detenção do mordomo, Paolo Gabrielle.

Centenas de documentos confidenciais transmitidos à imprensa italiana desde janeiro, provocaram o chamado escândalo “Vatileaks”, e uma crise no Vaticano.

“Hipóteses completamente gratuitas multiplicaram-se, ampliadas por alguns ‘media’, indo muito além dos factos, transmitindo uma imagem da Santa Sé que não corresponde à realidade», afirmou Bento XVI.

Por seu lado Gianluigi Nuzzi, o jornalista que está na origem da divulgação dos documentos e que publicou um livro, disse que há mais informadores no Vaticano.

“Há um grupo de pessoas, eu posso contar mais de uma dezena seguramente, que decidiram – como dizer… divulgar coisas”, disse o jornalista.

Paolo Gabrielle, foi detido depois de terem sido encontrados documentos confidenciais em sua casa.

A detenção foi anunciada um dia após o presidente do banco do Vaticano, se ter demitido


VATILEAKS

Em janeiro, documentos confidenciais divulgados pela imprensa italiana, - o escândalo batizado como "Vatileaks" - confirmaram as lutas internas para o cumprimento das normas sobre a transparência.

Há um mês, Bento XVI criou uma comissão formada por três cardeais - Julián Herranz, Josef Tomko e Salvatore De Giorgi - para investigar o vazamento reiterada de documentos internos.

A publicação nesta semana de uma série de cartas confidenciais dirigidas ao papa Bento XVI sobre temas delicados, como as intrigas do Vaticano ou os escândalos sexuais do padre mexicano Marcial Macial, em um livro gerou desconcerto e incômodo na Santa Sé.

Para o autor do livro, com o título "Sua santidade, as cartas secretas de Bento XVI", escrito por Gianluigi Nuzzi, autor do bem-sucedido "Vaticano SA" (Vaticano sociedade anônima"), sobre as finanças da Santa Sé, "emergem os confrontos secretos e as armadilhas em todos os níveis" que se espalham nos palácios apostólicos.

Este é mais comprometedor vazamento de documentos na história recente do Vaticano, que, por isso, anunciou ações legais contra o que classificou de "crime".


quarta-feira, 25 de abril de 2012

FUCKING

Fonte da Imagem AQUI.

Lugarejo chamado Fucking quer mudar de nome

Os habitantes de uma cidadezinha na Áustria estão cansados de piadas, das trotes diários e dos roubos das placas locais de sinalização. O motivo é o peculiar nome do povoado: Fucking.

Ainda que em alemão a palavra não tenha qualquer significado, salvo a memória de um nobre que viveu no século 6 chamado Focko, em inglês o termo desperta risadas e brincadeiras por ser sinônimo vulgar de ato sexual.

Desde que os soldados americanos e britânicos descobriram a pequena vila ao Norte de Salzburgo na II Guerra Mundial, turistas não param de chegar para tirar fotos no local.

Alguns chegam a arrancar avisos com o nome do povoado como souvenir ou, à noite, tiram fotos debaixo dos letreiros enquanto mantêm relações sexuais.

Para os Fuckingers, como são chamados os residentes, não há graça. De fato, estão promovendo a instalação de câmeras para dissuadir os amantes noturnos e uma consulta popular para trocar o nome do povoado.

Há seis anos os cerca de 100 habitantes disseram não à mudança de nome argumentando que Fucking tem uma larga e intensa história de mil anos. Mas agora estão pensando seriamente em mudar de Fucking para Fugging.

Milenar e orgulhoso

Desde de 1070 há referência a Fucking. Primeiro o local foi conhecido como Funcingin, logo Fukching e finalmente Fugkhing. Em 1760 o povoado passou a ter o nome atual.

"Os turistas alemães querem ver a casa de Mozart em Salzburgo. Italianos e russos gostam de celebrar o Ano Novo por aqui. Os japoneses, por sua vez, buscam a vila onde Hitler nasceu, Braunau. Mas no caso de muitos americanos e britânicos, ele buscam Fucking. É uma obsessão", afirma Andreas Behmüller, guia local.

Com a fama que o povoado ganhou, em uma só noite roubaram quatro letreiros que dão as boas vindas aos turistas, o que fez as autoridades ordenarem a construção de avisos de ferros e concreto fixados no chão. De acordo com a polícia local, estes avisos "requerem uma noite inteira para serem arrancados".

Turismo versus tranquilidade

Apesar da indignação dos Fuckingers, em alguns povoados próximos afirmam que seria bom tirar proveito do nome.

Josef Winkler, habitante de Fucking, tentou, em uma ocasião, montar uma banca de camisetas com a frase: "I love Fucking".

O negócio começou a crescer até que os vizinhos passaram a insultar Winkler nas ruas.

Também houve uma tentativa de se comercializar uma cerveja, Fucking Hell, mas a marca foi proibida pela autoridade que cuida de patentes na União Europeia, a OHMI.

Franz Meindl, prefeito da cidadezinha, prefere a tranquilidade para Fucking.

"Só queremos que os turistas nos deixem sozinhos e em paz. Estamos orgulhosos de Fucking", disse Meindl.

O certo é que Fucking não é o único povoado como nome chamativo na área. Na fronteira entre Alemanha e Áustria fica Faulebutter (manteiga podre), Katzenhirn (Cérebro de gato), Plöd (Estúpido) e Warzen (Verrugas).


sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

TERIA HAVIDO PENETRAÇÃO? (Uma grave questão nacional.)

Grave questão nacional

O grande público foi surpreendido, em notícia recente, por uma questão que transcende os altos muros da imponente mansão que abriga os privilegiados hóspedes do "Big Brother Brasil", versão 2012. Teria o rapaz, sorrateiramente, aproveitando-se da embriaguez da bela adormecida, praticado atos sexuais ilícitos, debaixo dos cobertores? E, será que tal ação deletéria deveria ser punida com a expulsão da Casa? Discute-se, na mídia, se houve consentimento, ou se ela teria sido atacada pelo tarado sexual em sua mordaz investida, impossível de ser rechaçada. Teria havido penetração? - indaga, pelas ruas, a população preocupada. Ou apenas carícias clitorianas (charuto, estilo Mônica Lewinsky, pensamos que não estaria disponível na Casa). De toda forma, é imprescindível investigar. Trata-se de uma questão que desmoraliza o severo regulamento do Programa (com P maiúsculo).

Chame-se a Polícia Civil: interrogue-se os indiciados, promova-se o depoimento de testemunhas, analise-se os vídeos. Afinal, estamos diante de um programa educativo: o que resultar, ao final da investigação, poderá promover revisões dos valores da Pátria para resgatá-los ou para destruí-los. É o "BBB" da Globo!

O juiz, que está analisando o caso, em seu primeiro depoimento disse que vai pedir exame da perícia técnica nos lençóis, na cueca do rapaz e na calcinha da donzela. Diante disso, o Brasil acompanha, com redobrada ansiedade, a evolução do caso: haverá sinais de sêmen espargido pelos "macios lençóis da cama...?".

Enquanto isso, nos recônditos de outras casas, centenas de jovens raparigas menos dignas e desconhecidas, crianças ainda, em quartinhos sujos e malcheirosos, estão sendo surradas, agredidas e estupradas, longe dos holofotes da televisão, e ainda não encontraram algum juiz, tão zeloso, que lhes dê guarida com tal rapidez. Enquanto isso, assaltantes, sequestradores, corruptos e corruptores, traficantes e uma corja interminável de larápios de colarinho-branco seguem incólumes alicerçados nas inúmeras prerrogativas que o Código Penal Brasileiro lhes oportuniza. Enquanto isso, a citada rede de TV, com sua gigantesca audiência, coordena campanhas contra o fumo e excessos de bebida alcoólica.

Atenção, meus jovens: as recomendações só valem para fora da Casa. Lá dentro, o fumo e o álcool têm livre trânsito. As festas são regadas a grandes quantidades de bebidas alcoólicas. Na Casa, só vale o "se beber, não durma". Azar de vocês.

Nilson Luiz May, médico e escritor, para CP

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mulheres são acusadas de atacar homens sexualmente para retirar sêmen

Adão e Eva sendo expulsos do paraíso. Obra de Miguel Ângelo na Capela Sistina do Vaticano.

A polícia do Zimbábue acredita que uma quadrilha nacional de mulheres esteja atacando homens sexualmente para retirar seu sêmen para o uso em rituais que supostamente trariam prosperidade.

Nesta segunda-feira, três mulheres supostamente ligadas à gangue começam a ser julgadas na capital do Zimbábue, Harare. Esse foi o primeiro caso de prisões de acusadas, mais de um ano após os primeiros relatos sobre o caso, que chocaram o país.

Uma suposta vítima, que pediu anonimato, relatou sua experiência à TV do país em julho. Ele disse ter sido atacado após aceitar uma carona de um grupo de três mulheres em Harare.

"Uma das mulheres jogou água na minha cara e elas me injetaram algo que me deu um forte desejo sexual", contou.

"Elas pararam o carro e me forçaram a manter relações sexuais com cada uma delas diversas vezes, usando preservativos", disse.

"Quando elas terminaram, me deixaram totalmente nu no meio do mato. Algumas pessoas me ajudaram a chamar a polícia, que me levou ao hospital para tratar dos efeitos dessa droga que elas haviam dado para mim, porque o forte desejo sexual continuava", afirmou.

 

Prostitutas ocupadas

As mulheres presas foram indiciadas por 17 acusações de ataque indecente agravado - já que a lei do Zimbábue (assim como a do Brasil) não considera estupro uma mulher forçar um homem a manter relações sexuais.

Elas foram detidas no início do mês na cidade de Gweru, a 275 quilômetros a sudoeste de Harare, após policiais terem encontrado 31 preservativos usados no carro em que elas viajavam.

As mulheres negam as acusações, dizendo que são prostitutas e que não haviam jogado fora os preservativos porque estavam muito ocupadas.

Após serem soltas sob fiança, elas foram confrontadas e ameaçadas por uma multidão. Elas dizem que têm sido forçadas a permanecer dentro de casa desde então, para evitar a atenção indesejada.

O porta-voz da polícia Andrew Phiri disse à BBC acreditar que as mulheres pertencem a uma gangue que atua em todo o país.

"Nós recebemos relatos de diferentes cidades e províncias do país, de que isso está acontecendo nas estradas", disse.

"Ainda temos de descobrir por que isso está acontecendo. Ouvimos especulações de que está ligado a rituais", afirmou.

Acredita-se que o sêmen seja usado em rituais para trazer sucesso nos negócios e há até mesmo rumores de que o sêmen tem sido vendido para outros países.

Mas o professor universitário Claude Mararikei, especialista em sociologia e cultura, afirmou à BBC que o uso do sêmen "está na área de rituais e magia, que é quase uma sociedade secreta".

"Até mesmo pesquisadores não querem entrar nessa área porque você pode não sair vivo depois de publicar qualquer coisa que descubra", disse.

 

Casos não denunciados

Os primeiros relatos de ataques foram alvo de curiosidade e descrença, mas homens que falaram à BBC disseram que agora estão tratando a questão com seriedade.

"Agora só ando de ônibus quando ele está cheio e não pego caronas em carros particulares, principalmente se houver mulheres dentro", afirmou um homem que não quis se identificar.

"Precisamos tomar cuidado, porque há mulheres atacando homens. Isso está mesmo acontecendo", disse.
"Precisamos tomar cuidado, porque há mulheres atacando homens, isso está mesmo acontecendo"
Em Harare, uma mulher identificada como Sibongile afirma que o caso está manchando a imagem de seu gênero.

"É muito ruim que haja mulheres tão mesquinhas que querem ganhar dinheiro fácil dessa maneira", disse ela à BBC no centro de Harare.

A polícia não diz quantos casos foram denunciados.

Nakai Nengomasha, um psicólogo que está trabalhando com três homens que dizem terem sido vítimas de ataques de mulheres, acredita que há muitos casos que não foram denunciados.

"Acho que há muitos casos que não foram relatados, porque as vítimas acham que não se sentirão suficientemente homens se falarem sobre esses assuntos", disse.

"Alguns deles precisam lidar com a questão de ver o ataque como uma perda da masculinidade e de se sentirem sujos", afirmou.

Isso é algo por que passou o homem que denunciou o caso na TV, que disse ter pensado em suicídio.

"Sinto-me violado e desapontado, porque quando contei para minha mulher o que aconteceu, ela me deixou, junto com um de nossos três filhos. Espero que ela volte", disse.

BBC

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Colombianas fazem greve de sexo para exigir conserto de rodovia


Um grupo de mulheres decididas e uma estrada intransitável acabaram convertendo a vida sexual de uma pequena cidade da Colômbia em um assunto de Estado.

Mais de três meses depois de terem iniciado uma greve de sexo, as mulheres e os homens de Barbacoas (oeste colombiano) estão celebrando o começo das obras na via que une o município à capital do estado de Nariño, Pasto.

As “grevistas” negaram relações sexuais com seus parceiros até que o governo iniciasse as obras. A cerimônia que deu início à rodovia ocorreu na última semana, com a presença do prefeito da cidade, do governador de Nariño e do próprio ministro dos Transportes da Colômbia, que representou no evento o presidente Juan Manuel Santos.

Essa não é a primeira vez que colombianas recorrem ao que chamam de “greve das pernas cruzadas” como forma de protesto.

Em 2006, as esposas de membros de algumas gangues do departamento de Pereira se recusaram a ter relações sexuais até que eles deixassem as armas.

‘O final é sempre melhor’

-Estamos muito felizes, mas isso (as obras) é apenas o começo, e costuma-se dizer que o final é sempre o mais agradável-, disse à BBC Mundo Maribell Silva, juíza local e uma das organizadoras do protesto – do qual participaram quase 300 mulheres e alguns homens de Barbacoas. ”Na cidade estão nos dando os parabéns, mas muitos dizem: ‘Como assim que as pernas não estão mais cruzadas? Aguentem até que nós tenhamos segurança, até que tenhamos a rodovia (pronta)’. Mas nós já nos desmobilizamos”, comentou ela, entre risadas.

A desconfiança se explica porque, segundo Silva, o orçamento para a pavimentação da rodovia já havia sido aprovado e desembolsado pelo governo em ao menos cinco ocasiões prévias. Mas a via, de 57 km de extensão, continua praticamente intransitável.

-A corrupção a destruiu, (a via) foi roubada. E roubaram toda uma comunidade, porque não se trata apenas de um município. A rodovia vai beneficiar ao menos três cidades-, agregou a juíza.

O caminho a Barbacoas enfrenta outro problema além de seu mau estado: é conhecido pela presença de diversos grupos armados.

Localizado entre a fronteira colombiana com o Equador e o oceano Pacífico, o estado de Nariño é estratégico para as guerrilhas das Farc e do ELN, bem como para gangues criminosas de origem paramilitar que se dedicam ao narcotráfico.

O município de Barbacoas também é rico em ouro, mineral que vem se convertendo em uma importante fonte de recursos financeiros para os grupos armados ilegais.

E todos esses fatores influenciaram na hora que as mulheres decidiram optar pela “guerra do sexo” como forma de despertar atenção para a situação local.

Barbacoas tem pago um preço alto por sua inacessibilidade. As sete horas necessárias para percorrer os 57 km da rodovia não asfaltada são excessivos, por exemplo, para pessoas que precisam de atendimento médico urgente. ”Fui testemunha da morte (na rodovia) de uma mulher em trabalho de parto, uma jovem de 22 anos. Foi algo marcante para mim”, relatou Silva. “Este município está totalmente atrasado. Temos que tomar banho e cozinhar com a água da chuva, porque não temos dutos de água.”

Para ela, o aparente sucesso da greve de sexo em Barbacoas pode servir de exemplo para o resto da Colômbia. ”Estamos tentando convencer o país de que, de forma pacífica, podemos conquistar muitas coisas.”

CB

sexta-feira, 4 de março de 2011

Experiencias sexuales sin contacto físico

Hipnosis erótica: nuevos modos de vivir experiencias sexuales sin contacto físico

 

Comunidades virtuales dan técnicas para llegar a un estado ‘hipnoide’ que garantiza una forma distinta de placer sexual.

 

Es lo que viene: experiencias sexuales sin contacto físico, a través de la llamada “hipnosis erótica”. Aunque en el exterior, sobre todo en Estados Unidos, es una tendencia en alza, en la Argentina este método, por el momento, se usa de manera terapéutica para tratar a pacientes con problemas de inhibición, baja autoestima o disfunciones sexuales.

Pero lejos de la idea tradicional de un hipnotizador al estilo del recordado Tu Sam, o de la imagen más vieja aún de las tétricas experiencias freudianas, la hipnosis de este siglo está vinculada a la tecnología: existen distintas Webs de encuentros hipnóticos sexuales, donde hipnotizadores e hipnotizados se conocen, se venden audios, libros y hasta videos de todo tipo con el fin de erotizar a través de este método.

Fonte: Diario Perfil

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Um em cada três adolescentes japoneses não tem interesse em sexo

 Uma pesquisa japonesa, divulgada quarta-feira 12, mostra que os jovens japoneses têm cada vez menos interesse em sexo. De acordo com uma pesquisa, 35,1% dos homens entre 16 e 19 anos no país possuem aversão ou não têm interesse em sexo, o dobro do resultado de 2008.

A pesquisa, conduzida em setembro de 2009 pelo Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão, se baseou em respostas de 671 homens e 869 mulheres, com idades entre 16 e 49 anos.

O estudo também revelou que as pessoas casadas têm feito pouco sexo, sendo que 40,8% afirmaram não ter mantido relações sexuais no último mês.

A baixa taxa de natalidade e o envelhecimento da população é um assunto que preocupa o governo japonês, uma vez que há cada vez menos pessoas economicamente ativas no arquipélago.

Made in Japan

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Propaganda que associa voto a orgasmo gera críticas na Espanha


Uma propaganda que associa o ato de votar a um orgasmo gerou críticas de políticos socialistas e de oposição na Espanha.

O vídeo, divulgado pelo grupo Juventude Socialista, pertencente ao Partido Socialista da Catalunha, mostra uma mulher tendo um orgasmo enquanto coloca seu voto para o Partido Socialista na urna, nas eleições regionais deste mês na Catalunha.

A propaganda é encerrada com a frase "votar é um prazer".

Segundo a líder da oposição conservadora, o Partido Popular da Catalunha, e candidata ao governo catalão Alicia Sánchez-Camacho, o vídeo é um "ataque à dignidade das mulheres".

Para a ministra da Igualdade, a socialista Bibiana Aido, a propaganda é "enganosa".

"Se fosse verdadeira, a participação eleitoral aumentaria muito, mas acho que estamos lidando com uma propaganda enganosa", afirmou.

A ministra da Saúde, a também socialista Leire Pajin, pediu que todos os partidos mostrassem respeito pelas mulheres e agissem com responsabilidade.

'Coisa boa'

Em uma entrevista de televisão, o líder do Partido Socialista da Catalunha, José Montilla, parecia surpreso ao saber que o vídeo tinha sido feito pela ala jovem de seu partido.

Mas Montilla, que concorre à reeleição, não se mostrou tão chocado em relação à propaganda. "Se encoraja as pessoas para votar, é uma coisa boa", disse.

O líder da coalizão Verde da Catalunha, Joan Herrera, afirmou que seria "muito difícil chegar ao orgasmo votando por qualquer um dos candidatos, eu incluído".

Um porta-voz do partido conservador CiU, Josep Antoni Duran Lleida, afirmou que a propaganda "grosseira" iria prejudicar a participação dos eleitores.

Esta não foi a primeira polêmica causada por um partido catalão antes das eleições de 28 de novembro.

O grupo antirracismo SOS Racismo afirma que entrou com uma reclamação junto a um promotor público devido ao videogame lançado pelo Partido Popular, baseado no jogo Tomb Raider, no qual a candidata Alicia Sánchez-Camacho dispara contra imigrantes e separatistas.

O jogo foi retirado do site do partido horas depois de seu lançamento. O Partido Popular, por sua vez, disse que o criador do game não seguiu corretamente as instruções na hora de elaborar o jogo.

BBC

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Detecção de câncer no pênis precisa ser rápida para evitar amputação


Por ano, HC de São Paulo recebe 60 pacientes com tumor no órgão. No Brasil, pessoas com a doença representam 2% da população masculina

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo alerta para os perigos do câncer de pênis, doença que pode levar à amputação do órgão caso o diagnóstico seja tardio.

Ligada à falta de higiene, a doença atinge 2% da população masculina no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia. Bastante invasivo, o tumor maligno no órgão apresenta índices de até 10% nas regiões Norte e Nordeste.

Sintomas como feridas no pênis podem ser facilmente caracterizados como problemas menores, segundo o urologista Alexandre Crippa, do Hospital das Clínicas da USP, ligado à Secretaria e que recebe 60 pacientes com câncer no local por ano.

A confusão com patologias sexualmente transmissíveis leva à automedicação em muitos casos, o que possibilita o agravamento dos sintomas e a procura médica tardia.

A fimose é uma das barreiras à higienização do pênis, afirma Crippa. Para o médico, a dificuldade para limpeza pode levar à agressões químicas e traumas que desencadeam o câncer.

O tratamento para a doença é, geralmente, a intervenção cirúrgica. Caso o diagnóstico seja feito em estágio avançado do câncer, a amputação total do pênis pode ser a solução mais adequada. É o que ocorre em 80% dos casos, segundo a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.

Uma detecção precoce do câncer pode impedir a mutilação e fazer com que o paciente mantenha uma vida sexual ativa e, principalmente, se livre do tumor maligno. Quanto à prevenção, a higiene adequada, durante a rotina do homem, com água e sabão, é essencial, segundo Crippa.

Autor: Redação
Fonte: Site G1

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Los swingers quieren tener personería


A la asociación que promueve el “estilo de vida swinger” ya le rechazaron la inscripción en 2002 porque su finalidad lesionaba “la moral y las buenas costumbres”. El Inadi advierte que la actual demora constituye una práctica discriminatoria.

Por Mariana Carbajal, para Página/12

La Asociación Argentina de Swingers reclama que le otorguen la personería jurídica, una pelea que lleva desde hace ocho años. En 2002, la Inspección General de Justicia le rechazó el trámite. El organismo, que depende del Ministerio de Justicia, Seguridad y Derechos Humanos, alegó en ese momento que la promoción del estilo de vida swinger, objetivo de la entidad, lesionaba “la moral y las buenas costumbres” y atentaba contra el deber de fidelidad establecido en el artículo 198 del Código Civil, aun cuando no haya engaño u ocultamiento y exista el consentimiento recíproco de los cónyuges de mantener relaciones sexuales con terceras personas. En diciembre, la AAS volvió a insistir con el pedido pero todavía no obtuvo respuesta. “Están cajoneando el expediente”, cuestionó el abogado constitucionalista Andrés Gil Domínguez, quien patrocina a la AAS.

La entidad acompañó su nueva presentación con un dictamen del Inadi del 31 de agosto de 2009 que recomienda a las autoridades de la IGJ otorgar la personería jurídica a la AAS, y advierte que denegársela contraria los valores democráticos, y los principios de igualdad, libertad y laicidad, y en consecuencia, se encuadra en una práctica discriminatoria. Como antecedente, la AAS incluyó un fallo de 2006 de la Corte Suprema de Justicia que avaló el reclamo de personería jurídica de la Asociación de Lucha por la Identidad Travesti Transexual de Argentina y revocó una sentencia de cámara que había sostenido que la Alitt perseguía fines sociales contrarios al bien común.

Leia MAIS.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Sua vida amorosa é verde?


Por Jill Serjeant

LOS ANGELES (Reuters) - Seu carro é híbrido, você consome alimentos orgânicos e faz questão de reciclar seu lixo. Mas até que ponto sua vida amorosa é ecológica?

Pense nas rosas do Dia dos Namorados e no custo ambiental de seu cultivo e o carbono emitido para seu transporte desde lugares longínquos. E o que dizer de camisinhas usadas, jogadas na privada e chegando aos esgotos, para, no final, possivelmente poluir o oceano?

Para Stefanie Iris Weiss, se você ainda não pensou em viver sua vida sexual de modo ecologicamente sustentável, você é um "neófito ambiental total". Mas ela se propõe a ajudar com seu novo manual "Eco-Sex."

"Eu sempre quis escrever um livro sobre sexo. Sou ambientalista engajada e sou vegetariana há 20 anos. Eu mal pude acreditar quando percebi que ninguém tinha escrito nada sobre este assunto", disse Weiss, de 38 anos, à Reuters.

"Acho que o sexo verde está vivendo seu momento. As pessoas estão percebendo que seus hábitos cotidianos mais íntimos estão profundamente ligados à crise terrível que estamos vivendo", disse.

"Eco-Sex" chegará às livrarias dos EUA em 31 de março, pela editora Ten Speed Press.

Desde brinquedos sexuais manuais (e sites na Internet onde se podem reciclar brinquedos antigos, movidos a pilha) até lingerie ambientalmente saudável (feita de bambu) e sites de namoro online para ambientalistas, "Eco-Sex" quer mostrar aos leitores como reduzir a pegada de carbono de suas vidas amorosas -- e divertir-se enquanto o fazem.

Weiss, que diz que ou experimentou ou reviu cada item mencionado no livro, entrevistou chefs crudívoros para conseguir receitas de refeições afrodisíacas para serem consumidas a dois, sugere o primeiro eco-passeio romântico ideal (de bicicleta) e recomenda colchões de látex natural (mas avisa que são menos elásticos que os de molas ou de espuma sintética).

Ela identifica uma grande gama de cosméticos naturais ou orgânicos, camisinhas feitas de látex biodegradável e bijuterias ecológicas -- porque diamantes ou ouro não são os melhores amigos da mulher ambientalmente consciente.

Mas "Eco-Sex" também trata de uma questão mais séria.

Com o planeta se dirigindo a uma população de cerca de 9 bilhões de pessoas até 2040, segundo as Nações Unidas, todas consumindo oxigênio e emitindo carbono, a maior contribuição para não elevar as emissões de carbono consiste em fazer sexo que não resulte em bebês.

"A maior coisa que as pessoas podem fazer para serem ecossexuais é ter menos filhos, ou nenhum", disse Weiss, que não tem filhos.

Se isso soa absurdo, pense nos 90 por cento das fraldas descartáveis vendidas todos os anos que acabam em aterros sanitários. E em como a pegada de carbono de uma pessoa a mais no mundo ultrapassa de longe todas lâmpadas econômicas que você já instalou na vida.

quinta-feira, 11 de março de 2010

JAL quer colocar chip em uniforme de aeromoças

Capa do CD Tangoclub, do Bajofondo:

A Japan Airlines (JAL), maior companhia aérea do Japão, está considerando a possibilidade de costurar chips nos uniformes de suas aeromoças, para que eles sejam rastreados com facilidade. O intuito é coibir a venda das roupas, muito desejadas por fetichistas, no mercado negro.

A JAL passa por um plano de restruturação e realizou grandes cortes de funcionários nos últimos meses. A empresa descobriu que uma grande quantidade de seus uniformes chegaram ilegalmente ao mercado no período. Acredita-se que as peças tenham sido vendidas por ex-funcionárias.

Tailleurs, saias, chapéus e cachecóis da companhia custam pequenas fortunas. O Shukan Asahi Geino revelou que um uniforme de aeromoça completo, de última geração, podia ser encontrado por 280 mil ienes (equivalente a cerca de 5,6 mil reais) no site de leilões Yahoo! Auction.

A All Nippon Airways (ANA), segunda maior companhia aérea do arquipélago, enfrentou o mesmo problema e passou a produzir uniformes com chips.

Made in Japan

segunda-feira, 1 de março de 2010

Estudo liga infidelidade masculina a QI mais baixo

Dali:

Homens que traem as esposas e namoradas tendem a ter QI mais baixo e ser menos inteligentes, segundo um estudo publicado na revista especializada Social Psychology Quarterly.

De acordo com o autor do estudo, o especialista em psicologia evolutiva da London School of Economics, Satoshi Kanazawa, “homens inteligentes estão mais propensos a valorizar a exclusividade sexual do que homens menos inteligentes”.

Leia mais na BBC.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

CORÉIA INCENTIVA A PROCRIAÇÃO DE HUMANOS


Coreia do Sul libera funcionários mais cedo para incentivar procriação

John Sudworth
BBC News, Seul

Os funcionários do ministério da Saúde da Coreia do Sul têm a partir desta quarta-feira uma ordem incomum: ir para casa mais cedo e procriar.

Nesta quarta-feira, às 19 horas, as luzes no prédio do ministério serão apagadas.

O governo quer incentivar seus funcionários a passar mais tempo com as suas famílias e, se possível, aumentá-la.

A Coreia do Sul tem uma das mais baixas taxas de natalidade do mundo, inferior até mesmo à do seu vizinho Japão.

Seguindo o exemplo

Aumentar a taxa de natalidade é uma prioridade do governo sul-coreano, que enfrenta um envelhecimento da população e consequentes redução na força de trabalho e aumento nos gastos com saúde.

O ministro da Saúde, que passou a ser chamado em tom de brincadeira de "ministro do encontro de casais", é o responsável pela tarefa de aumentar a natalidade e visivelmente acredita que os seus funcionários têm que dar o exemplo à população.

Generosos vale-presentes são oferecidos para os funcionários que têm mais de um filho, e a instituição organiza reuniões sociais na esperança que seus burocratas encontrem o amor.

No entanto, críticos apontam que o que é realmente necessário é uma ampla reforma para diminuir o custo de se ter uma criança no país.

Segundo jornais sul-coreanos, outras medidas são avaliadas para incentivar a população a ter filhos. Segundo o Korea Times, a diferença salarial entre homens e mulheres no país precisa ser reduzida para que as mulheres pensem menos em trabalhar e mais em se reproduzir.

De acordo com o diário Chosun Ilbo, as regras de imigração na Coreia do Sul podem ser flexibilizadas para atrair mão-de-obra qualificada para o país.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Curso que ensina masturbação para jovens causa polêmica na Espanha

CARTAZ DA CAMPANHA:

Anelise Infante
De Madri para a BBC Brasil

Um novo curso escolar que ensina masturbação a jovens de 14 aos 17 anos está provocando polêmica entre pais e educadores na Espanha.

O curso faz parte de um programa introduzido pelas Secretarias de Educação e Juventude da província de Extremadura, e intitulado “O prazer está em suas mãos”. Ele pretende acabar com mitos para que os adolescentes entendam a sexualidade de forma natural.

As aulas sobre sexo serão facultativas nas escolas de segundo grau da província de Extremadura (oeste do país) a partir de novembro. Os conteúdos vão de anatomia e fisiologia sexual masculina e feminina até técnicas de masturbação e uso de objetos eróticos.

Para a secretária de Juventude de Extremadura, Laura Garrido, o novo curso “não deveria escandalizar a ninguém, principalmente porque todos nós fomos adolescentes algum dia e todos nós temos sexualidade”.

Consciente das críticas de grupos de pais de alunos e veículos de comunicação conservadores, que classificaram a atividade escolar de imoral e irresponsável, a secretária disse à BBC Brasil que “resumir tudo em uma polêmica sobre como sentir prazer é uma barbaridade”.

“O programa tem muitos mais aspectos, como hábitos saudáveis, auto-estima, afetividade, identidade de gênero, doenças de transmissão sexual... e esperamos derrubar muitos mitos negativos sobre a masturbação, é óbvio”.

Dúvidas

A Secretaria de Educação de Extremadura elaborou 1.200 livros em formato revista com exemplos de dúvidas habituais de adolescentes sobre o tema e as respectivas respostas de educadores e sexólogos.

O material didático das aulas inclui mapas da anatomia humana, explicações sobre tipos de brinquedos eróticos, endereços úteis e até um baralho que coloca os jogadores em exemplos de situações de risco como uma ereção prolongada ou uma infecção genital, para que saibam como resolver os problemas.

Os slogans do curso escolar - “O prazer está em suas mãos” e “Prazer quando e onde você quiser” - foram aprovados pelo Instituto da Mulher de Extremadura (ONG que reúne associações feministas locais), porque consideram as aulas necessárias para que os jovens entendam que o sexo não é apenas um ato físico.

“Se esse curso conseguir que os nossos filhos se desenvolvam através de uma sexualidade saudável, será mais fácil evitar condutas discriminatórias e agressivas em suas relações”, disse à BBC Brasil a diretora geral do Instituto da Mulher, Maria José Pulido.

“É importante que pais e educadores possam tratar a sexualidade como um comportamento, uma expressão afetiva e de saúde também”.

Fórum na internet

Mas nem todos os pais de alunos estão de acordo. A Associação de Pais Católicos de Extremadura formou um grupo de protesto chamado “Cidadania para a Educação” e ameaça levar o governo regional aos tribunais.

O grupo abriu um fórum de debate na internet e enviou uma carta ao governador local reclamando do novo curso escolar.

“Exigimos ser informados previamente da natureza, do conteúdo e da orientação de toda atividade que tenha alguma implicação de caráter moral, porque somos os primeiros e principais educadores de nossos filhos”, diz a carta.

A presidente da associação, Margarita Cabrer, disse à BBC Brasil que ainda não recebeu resposta do governo e que o grupo de pais estuda vias legais para processar o Estado se o curso continuar até o fim do ano letivo (junho de 2010).

“O problema não é o ensino de masturbação. Não me preocupa que meus filhos se masturbem. O que me preocupa é que um adulto, cujos hábitos e valores morais eu desconheço, seja quem ensine os meus filhos a fazê-lo”, afirmou.

Cabrer disse também que espera uma intervenção imediata do Juizado de Menores de Extremadura, porque acha que o curso pode infringir o código penal nos artigos sobre corrupção de menores.

A assessoria de imprensa do Juizado de Menores de Extremadura não quis fazer comentários sobre o assunto à BBC Brasil.