sábado, 13 de fevereiro de 2010

DE QUE TIME É O TUCANO ARMÍNIO FRAGA?


Armínio Fraga critica “excesso de confiança” no Brasil

O ex-presidente do Banco Central, no governo FHC, usou um discurso peculiar em um encontro da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, destinado a atrair investimentos para o país. Fraga criticou o que chamou de "excesso de confiança" na economia brasileira e disse que a infraestrutura do país está em "péssima forma". "Não é muito saudável perseverar nesse excesso de confiança. Essa percepção não é boa para nós", disse Fraga, que antes de se tornar presidente do BC, gerenciou o dinheiro do investidor bilionário George Soros.


Redação - Carta Maior

O ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, considera ruim o “excesso de confiança” de investidores internacionais na economia brasileira. Em recente participação numa conferência organizada pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em Nova York, Fraga disse que essa percepção “não é boa para nós”. O atual presidente do Conselho de Administração da BMF&Bovespa S/A não especificou quem seriam o “nós” exatamente e acrescentou: “Não é muito saudável perseverar nesse excesso de confiança!”.

Em tese, Armínio Fraga estava falando numa reunião destinada a atrair investimentos para o Brasil. Mas, além de advertir para o “excesso de confiança”, o ex-presidente do BC, no governo FHC, também criticou o que chamou de “péssimo estado” de infraestrutura brasileira. A agência Bloomberg registrou essa peculiar forma de atrair investimentos para o Brasil. Reproduzimos o artigo a seguir:

AQUI.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

EE.UU. pierde acceso a Europa


Desde los atentados de septiembre de 2001, los países de la Unión Europea habían compartido con Estados Unidos información de transferencias bancarias de ciudadanos europeos. Ayer lo reprobaron pese al lobby conservador.

Por Nicolás Nagle

Desde Bruselas, para Página/12

Desobedeciendo órdenes de los gobiernos de los estados miembro, el Parlamento Europeo rechaza un tratado de lucha antiterrorista que le permitiría a Estados Unidos continuar accediendo a información sobre transferencias bancarias.

Desde los atentados de septiembre de 2001, los países de la Unión Europea habían compartido con Estados Unidos información de transferencias bancarias de ciudadanos europeos. Según Washington, se trata de una medida esencial para rastrear el financiamiento de organizaciones terroristas y de esa forma impedir ataques. El acuerdo nunca tuvo carácter formal y el acceso a la información fue unidireccional –Estados Unidos podía ver los datos de los ciudadanos europeos pero no viceversa.

Este arreglo fue criticado por diversos europarlamentarios, ya que se hizo a puertas cerradas y de espaldas a la ciudadanía. En el pasado, Washington fue acusado de abuso de poder por la utilización indiscriminada que le daba a la información. “Estoy en contra de que organizaciones como la CIA obtengan información de los ciudadanos europeos con la excusa de estar luchando contra el terrorismo”, sostuvo un eurodiputado comunista griego.

Ayer, el Parlamento Europeo rechazó la propuesta, 378 votos contra 196. El acuerdo buscaba formalizar que Washington tuviera acceso a las transferencias bancarias realizadas por la empresa Swift con base en Bélgica. SWIFT controla las transferencias de miles de bancos, incluidas la mayoría de las bancas europeas.

Durante los días previos a la votación, hubo intentos desesperados por parte de los gobiernos europeos y autoridades estadounidenses por cambiar la tendencia. La secretaria de Estado estadounidense Hillary Clinton hizo una visita urgente a Bruselas para presionar a los eurodiputados para que votaran a favor del tratado.

Entre los países miembro, la amplia mayoría apoyaba el tratado. No tanto por miedo a los terroristas sino por temor a perder el favor de Washington. El acuerdo era defendido mayoritariamente por los partidos conservadores europeos, que temían que un voto negativo afectara las relaciones transatlánticas. Sin embargo, incluso el gobierno de centro-izquierda de José Luis Rodríguez Zapatero –quien actualmente ocupa la presidencia rotativa de la UE– hizo todo lo posible para que saliera el acuerdo. Es que la mayor parte de los gobiernos europeos se habían inclinado ante las masivas presiones provenientes de Washington.

El presidente conservador de la Comisión Europea, José Manuel Barroso, también había tratado desesperadamente de vender el acuerdo a los europarlamentarios y a la opinión pública aduciendo que se trataba de un mecanismo fundamental para la lucha antiterrorista.

La conservadora sueca Ceclia Malmström, actual comisaria de Asuntos Europeos, hizo un último intento por salvar el tratado –intentando aplazar la votación–, pero sin éxito.

En noviembre de 2009 los ministros de Interior europeos habían aprobado el acuerdo de manera interina. Bajo presión de Washington, se buscaba la aprobación del tratado antes de que el Tratado de Lisboa entrara en vigor –lo cual le daría poder de decisión al Parlamento Europeo–, algo que Estados Unidos quería evitar.

Ahora, luego del rechazo por parte del Parlamento Europeo, lo acordado anteriormente pierde validez. Muchos líderes en Bruselas han comenzado a replantearse el alcance de las reformas establecidas por el Tratado de Lisboa. Entre otros cambios, el tratado que entró en vigor el 1º de enero del 2010 le aumenta sustancialmente los poderes al Parlamento Europeo, el órgano legislativo de la UE.

Como única institución elegida directamente por votación popular, el Parlamento Europeo tiene mayor legitimidad ante la ciudadanía europea en relación con otros órganos de la UE. El hecho de que los europarlamentarios sean elegidos por sufragio universal marca una diferencia sustancial frente a la Comisión y el Consejo cuyos miembros son elegidos a puertas cerradas. También el hecho de que los europarlamentarios sean directamente responsables ante la ciudadanía los vuelve más sensibles a la opinión de la población y menos susceptibles a las presiones de Washington y otros intereses.

La decisión ha dejado a los jefes de Estado de los países miembro furiosos y temerosos por el giro inesperado de los acontecimientos y por el creciente rol del Parlamento Europeo.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

DOR DE COTOVELO


Em jornal americano, FHC diz que Dilma é 'autoritária' e 'dogmática'

Um artigo do colunista Andres Oppenheimer publicado nesta quinta-feira no jornal americano The Miami Herald traz uma entrevista com Fernando Henrique Cardoso, na qual o ex-presidente classifica a possível candidata do PT nas eleições presidenciais deste ano, Dilma Rousseff, como uma pessoa “autoritária”, “dogmática” e mais próxima da esquerda do que o presidente Lula.

Leia mais na BBC.

A PROPÓSITO:

Dor de Cotovelo

Elis Regina
Composição: A. Manzareno

Beber pra esquecer é teimosia
Hoje muito whisky, muita alegria,
Amanhã ressaca, saco de gelo
O bar não é doutor que cure a dor de cotovelo

A dor pra curar não tem receita
É corcunda que se deita
Sem achar a posição
E sentir saudade não faz mal
Não é no fundo do copo
Que você vai encontrar sua moral

Beber pra esquecer...

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos


O consumo moderado de alguns tipos de cerveja pode ajudar a fortalecer os ossos, segundo um estudo americano publicado pela revista especializada Journal of the Science of Food and Agriculture.

Segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, a cerveja seria uma fonte importante de silício, componente da dieta que contribui para melhorar a densidade óssea.

Pesquisas mais antigas já indicavam a importância do silício para o crescimento e o desenvolvimento dos ossos.

Apesar disso, alguns nutricionistas advertem que os possíveis benefícios da cerveja podem ser cancelados pelo consumo excessivo de álcool, já que a ingestão de mais de duas unidades de álcool por dia aumenta o risco de fraturas dos ossos.

O estudo do Departamento de Ciência dos Alimentos da Universidade da Califórnia analisou cem marcas de cervejas comerciais e verificou que elas tinham uma quantidade de silício entre 6,4 miligramas por litro e 56,5 miligramas por litro.

Não existem recomendações mínimas para o consumo de silício, já que, segundo o Departamento de Agricultura do governo americano, o consumo do mineral não é considerado essencial.

Grão da cevada

Segundo os cientistas da Universidade da Califórnia, o silício é encontrado no grão da cevada utilizado para a fabricação do malte da cerveja e também, em menor quantidade, no lúpulo.

O estudo indicou que as cervejas com as maiores quantidades de silício são as ales (cervejas de fermentação a temperaturas mais altas) claras e as lagers (com baixa fermentação ou fermentação a frio).

Nas cervejas escuras, o processo de torração dos grãos de cevada reduziria a quantidade de silício.

As cervejas feitas com trigo, segundo os pesquisadores, teriam uma quantidade pequena de silício.

Os pesquisadores disseram que os resultados da pesquisa mostram que o consumo moderado de cerveja pode ajudar a combater a osteoporose, doença que provoca a deterioração da densidade dos ossos ao longo do tempo e favorece a ocorrência de fraturas.
...
Nota do Blog: O resto da reportagem é só bobagem, porém se você fizer questão de ler tudo, clique AQUI.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Novo Brasil | Renda da Classe C supera a das classes A e B

"Peixes Grandes", de Brueghel:

O avanço da economia brasileira nos últimos 5 anos tem estreita relaçao com o surgimento de uma Nova Classe Média, representada basicamente pela Classe C, formada por famílias com renda média mensal entre R$ 1,115 e R$ 4,807, segundo cálculos da Fundação Getúlio Vargas. Pois bem, um estudo da própria FGV, baseado em dados do IBGE, mostrou que em 2008, pela 1a vez na história do país, a renda dos 91 milhoes de brasileiros que fazem parte da Classe C foi maior que a soma da renda dos 19,4 milhoes de integrantes das classes A e B. Em termos percentuais, os lares de classe C detém agora 46% da renda nacional, enquanto as classes A e B, tradicionalmente dominantes na economia brasileira, ficam com apenas 44%. Os outros 10% sao das classes D e E.

Para dar uma idéia do que isso representa e da velocidade dessa mudança, basta dizer que em 2003 a classe C concentrava apenas 37% da renda. Esse pulo reflete o aumento real dos salários e o aumento da ocupaçao, em particular o emprego com carteira assinada. Hoje, cerca de 68% da nossa força formal de trabalho pertence a classe C.

Esse processo parece longe de acabar. Os próximos 5 anos devem testemunhar ainda mais desenvolvimento para essa turma.

08/02 Luiz Alberto Marinho

Leia mais no Blue Bus.

HOMOFOBIA EM GENERAL


"A vida militar se reveste de características que podem não se enquadrar com os homossexuais. A tropa não obedece indivíduos desse tipo"

Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, general, ao ser sabatinado no Senado para o preenchimento de vaga do Supremo Tribunal Militar.


A frase, fora do contexto onde foi dita, fica no mínimo estranha nos dias de hoje... Além disso não demonstra exatamente sensibilidade, conhecimento de história, de perfis psicológicos e de características de liderança. Ele desconhece (?!?!?) a história de um dos maiores generais da história da humanidade (Alexandre Magno). Que os espartanos tinham seus companheiros como "pau para toda a obra", para quem literalmente confiavam seu traseiro. Na época isso não era considerado menos. Nem mais. E não dá para dizer que Alexandre não era um grande líder. Muito menos os espartanos...
Dá, general???
:)
Vixe!!

abs

Marcus

PS: Nos Estados Unidos, o tema está em discussão no governo. O secretário de Defesa do país, Robert Gates, disse nesta terça-feira diante do Senado que um grupo de trabalho vai estudar a possível anulação de uma lei de 1993 que proíbe o ingresso de homossexuais nas Forças Armadas do país.

O anúncio foi feito durante audiência no Comitê de Serviços Armados do Senado. O secretário afirmou que a revisão da lei vai considerar o impacto que teria a sua anulação.

O chefe do Estado Maior conjunto Michael Mullen disse à mesma comissão que apoia a suspensão, acrescentando que "isso é o que se deve fazer".
A legislação atual, conhecida como 'Don't ask, don't tell', proíbe que soldados gays e lésbicas assumam sua homossexualidade, bem como que eles sejam questionados sobre isso.

NOTA DO BLOG: Esta postagem é um e-mail recebido do amigo Marcus Rosa, pubicado com a devida autorização, naturalmente.

EUA: o melhor Congresso que o dinheiro pode comprar


A decisão radical da Suprema Corte dos Estados Unidos, em 21 de janeiro deste ano permite às companhias gastarem dinheiro ilimitadamente na política. Anulando 100 anos de restrições aos gastos corporativos, os dois juizes mais novos, John Roberts e Samuel Alito, indicados pelo Presidente George W. Bush, tornaram a Suprema Corte um aliado das grandes corporações. Os insípidos debates em Davos sobre a questão capitalismo versus socialismo foram suplantados pela conquista da democracia das corporações. O artigo é de Hazel Henderson.

Hazel Henderson *

CARTA MAIOR

A visão fantástica dessa mais alta Corte dos Estados Unidos defende que o dinheiro é equivalente à livre expressão sob a Primeira Emenda, e que a corporações são “pessoas” equivalentes a seres humanos. A irrealidade dessa visão também equipara corporações com sindicatos, sem reconhecer que sindicatos representam pessoas reais, enquanto corporações são entidades legais com o propósito de fazer dinheiro para os seus acionistas.

Os efeitos dessa apertada decisão por 5 a 4 na Suprema Corte incluem a permissão de acesso à Política do país através de vários investidores internacionais que detêm ações em corporações estadunidenses. Por exemplo, o Príncipe Alaweed bin Talal da Arábia Saudita é um dos maiores investidores do Citibank e da New Corporation, que tem o Wall Street Journal, a Rede de Televisão Fox, a Sky News e uma outra mídia global. Os Fundos Soberanos da Noruega, da China, de Cingapura, do Kuwait e de outros países podem agora influenciar a política dos EUA como jamais ocorreu antes.

Advogados constitucionalistas estão assombrados, inclusive o Presidente Obama, que observou: “A Suprema Corte deu luz verde para a avalanche de interesses especiais do dinheiro em nossa política. Essa é uma grande vitória do Petróleo, dos banqueiros de Wall Street, das companhias de seguro de saúde e de outros interesses que manobram diariamente o poder em Washington e abafa, cotidianamente, as vozes dos americanos”.

Muitos projetos de lei foram apresentados no Congresso para passar por cima da decisão da Corte, a maior parte com foco no direito corporativo e na governança. Eles incluíram o reforço das regulações e o controle pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC – Securities and Exchange Comission). Tais projetos exigiriam a aprovação dos acionistas pelos conselhos diretores das corporações antes que elas liberassem seus fundos de ações para apoiar ou se opor a questões políticas e candidatos. Limitariam os gastos pelas corporações que sejam substancialmente de propriedade de grupos de investidores internacionais e cidadãos não-estadunidenses. Muitos críticos acrescentaram que os políticos cujas eleições se devem aos fundos corporativos deveriam ser convocados para tornarem públicos as logomarcas dessas corporações em suas roupas e em todas as suas manifestações públicas, por exemplo, como o senador da Microsoft, da Halliburton, do Citibank ou do Goldman Sachs.

Outros críticos apresentaram detalhadamente a idiotia da equiparação entre corporações e seres humanos reais. Eles disseram: “se isso é verdade, não seria uma forma de escravidão ter uma corporação?”. Poderiam as corporações agora, então, também usarem armas e votarem? Corporações já têm muitos dos direitos de cidadania estadunidense, só que muito menos responsabilidades do que o têm as pessoas reais. Corporações são protegidas por leis que limitam suas dívidas; desfrutam de vida perpétua e ainda carregam um poder imenso – evidenciado por sua captura dos reguladores e políticos.

Os insípidos debates no Fórum Econômico de Davos sobre a questão capitalismo versus socialismo foram suplantados pela conquista da democracia das corporações. Os lobistas das corporações dos grandes bancos estão lutando contra reformas financeiras necessárias. Lobistas de seguros de saúde e das companhias farmacêuticas conduziram os projetos da reforma da saúde para novas traições substanciais. Lobistas das companhias de energia distorceram os projetos sobre clima e energia, tornando-os novas frutas podres, em defesa do carro-chefe do combustível fóssil e das companhias de energia nuclear. Em todo o planeta, o lobby das corporações militares dirige a compra de armas.

À opinião absurda do juiz da Corte Suprema John Robert, de que as corporações são em vários aspectos “amordaçadas” ou de que necessitam de mais dos direitos garantidos na Primeira Emenda somou-se a divergência do juiz Stevens, em nome dos juízes Ginsberg, Sotomayor e Breyer: “A democracia americana é imperfeita, mas poucos fora desta Corte teriam pensado que ela definha até a morte, com o dinheiro corporativo na política”.

De fato, um grupo de corporações dos EUA respondeu com uma Carta Aberta ao Congresso, opondo-se à ameaça de tirar dinheiro dos candidatos de ambos os partidos políticos e optando pela destinação desse dinheiro para a corrida armamentista. Tomara que esse tipo de liderança socialmente responsável das companhias progressistas possa ser apoiada por investidores institucionais, como aqueles dos Princípios para o Investimento Responsável, da ONU (representando portfolios de $19 trilhões em ações das companhias). Eles podem, juntos, com as 3000 companhias signatárias do Pacto Global da ONU, desenvolver proteções para impedir o investimento nessas companhias que tomam as decisões da Suprema Corte como licença para jogar ainda mais dinheiro em lobies e para arrancar o poder do processo democrático.

O efeito cascata do dinheiro adicional na política dos EUA e na propaganda acelerará a sinistra tomada do governo, bem como da mídia de massa, pelas corporações – a definição clássica de fascismo. Uma resposta é o Mercado Ético para a propaganda ética e a campanha do Mercado Ético com a Academia Mundial de Negócios (http://www.worldbusiness.org/) para parar o neuromarketing e sua manipulação de consumidores.

Como essa conquista corporativa dos Estados Unidos da América afeta seu padrão de mundo? A ganância e a cultura da obsessão pelo dinheiro de Wall Street já danificaram todo o mundo e causaram milhões de vítimas inocentes da fome, das adversidades, de perdas de empregos, meios de vida e infligiu um enorme dano ambiental.

Essa decisão da Suprema Corte causará uma perda futura de critério e autoridade moral, no mundo. A arrogância do unilateralismo dos EUA vêm causando danos desde a queda do Muro de Berlim. Esse momento unipolar acabou. Para a sorte da comunidade internacional, outros países, Índia, Brasil e a União Européia estão assumindo a liderança democrática. A irresponsável decisão da Suprema Corte dos EUA sobrepujou os esforços do Presidente Barack Obama para restaurar o multilateralismo. Foi um golpe na democracia dos EUA e fornece um mau exemplo ao avanço da democracia mundo afora.

* Hazel Henderson é presidente do Ethical Markets Media (EUA e Brasil) e da Green Transition Scoreboard, companhia signatária dos Princípios do Investimento Responsável, da ONU. É fundadora e co-diretora da Academia Mundial de Negócios MercadoÉtico para a propaganda ética, autora de vários livros e co-criadora do Indicadores de Qualidade de Vida Calvert-Henderson www.ethicalmarkets.com

Tradução: Katarina Peixoto