segunda-feira, 12 de abril de 2010

Funcionários de cervejaria fazem greve após serem proibidos de beber no expediente


Cerca de 800 trabalhadores em uma fábrica de Copenhague pararam seus serviços quando receberam a notícia de que cerveja, agora só é liberada na hora do almoço

Cerca de 800 funcionários de uma cervejaria dinamarquesa entraram em greve após receberem a notícia de que não poderiam mais beber durante o expediente.

Um porta-voz da empresa Carlsberg disse ao jornal inglês Daily Mail que a empresa oferece bebidas não alcoólicas gratuitas para todos os funcionários, mas que as cervejas seriam retiradas das máquinas que fazem esta distribuição.

“Agora, só haverá cerveja no refeitório, durante o horário de almoço”, disse o porta-voz.

Segundo ele, as restrições ficaram maiores principalmente para os funcionários que trabalham nas funções de motoristas e estoquistas, já que estes perderam o direito de beber até três cervejas durante o expediente, além do horário de almoço. A greve foi motivada principalmente em “solidariedade” a estes funcionários.

Para evitar que os motoristas burlem as regras, a empresa implantou inclusive novos sistemas de travas nos baús dos caminhões, para dificultar o processo ainda mais.

A companhia informou que as entregas foram interrompidas e que a distribuição por toda Dinamarca pode ser afetada. O órgão responsável pela fiscalização de leis trabalhistas no país prometeu avaliar o impasse entre os funcionários e a cervejaria.

ÉPOCA

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Não reconhecida união estável entre padre e mulher


A 8ª Câmara Cível do TJRS manteve por maioria de votos a decisão da Justiça de Porto Alegre que não reconheceu a união estável entre um padre da Igreja Católica, falecido em 2007, e uma mulher com quem se relacionou afetivamente.

O pedido para o reconhecimento da vida comum à Justiça foi realizado pela mulher que informou à Justiça ter mantido união estável com o padre a partir de 1977 até 2007 quando do seu falecimento. O Juízo da 2ª Vara de Família e Sucessões da Capital julgou o pedido improcedente.

Da sentença, houve recurso ao Tribunal de Justiça sustentando que o padre teria preferido manter o relacionamento em reservado para que pudesse continuar na profissão de ministro da Igreja e que a convivência era conhecida de vizinhos e familiares.

Leia mais no site do TJRS.

Nota do Blog: Fica uma questão importante. Quantos padres preferem manter relacionamentos reservados atualmente, para poder continuar na profissão?

Frequência de chuvas extremas deve aumentar, diz especialista


A frequência de episódios de chuvas extremas, como a desta semana na regiao metropolitana do Rio de Janeiro, deve aumentar - e esse processo pode ser ainda mais acelerado pela atividade humana.

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Nota do Blog: Pura bobagem. Um renomado metereologista que escreve em um jornal gaúcho garante que nada disso está acontecento. Então fico tranquilo.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

FRASES


"O MPE fez, ao que parece, um belo trabalho. O trabalho que a Polícia Civil deixou de fazer."

Juremir Machado da Silva

Não perca o contexto. Leia AQUI todo o texto.

terça-feira, 6 de abril de 2010

ORSON WELLES REVISITADO

Marte:

Orson Wells e a invasão dos marcianos

Às oito horas da noite de dia das bruxas, em 30 de outubro de 1938, Orson Welles começou a transmitir uma dramatização de "A Guerra dos Mundos" de H.G. Wells pela estação de rádio CBS. Por uma hora ingênuos trechos de música seriam interrompidos por flashes realísticos de radialistas cada vez mais desesperados à medida que iam descobrindo e relatando que explosões em Marte e meteoritos caindo na Terra eram na verdade uma invasão alienígena em pleno curso capaz de vaporizar nossas melhores defesas com 'raios de calor'. Sete mil homens marcharam contra uma única máquina de guerra marciana, pouco mais de uma centena de sobreviventes sobraram na trágica batalha em Grovers Mill, Nova Jérsei. O nosso mundo estava sendo aniquilado, e essa era a travessura de Halloween de Welles.

Milhares de pessoas que sintonizaram o programa um pouco depois e perderam o aviso inicial de que uma dramatização estava prestes a começar teriam que esperar quarenta minutos até que uma breve nota da CBS repetisse que o programa de rádio era... um programa de rádio. Nesse meio tempo podia-se ouvir diretamente do front de batalha o ofegar nervoso dos radialistas, os gritos da população, declarações de oficiais do governo americano admitindo uma invasão alienígena mas pedindo por calma e até os sons aterrorizantes de destruição marciana.

O pânico dramatizado compreensivelmente se tornou real, contrariando o inútil e fictício pedido do governo americano. As pessoas que ouviram trechos do programa começaram a fugir desesperadas para lugar nenhum, lotando as estradas; ou tentavam se esconder em celeiros. As mais corajosas carregaram suas armas e saíram à procura dos monstros marcianos, mesmo que acabassem atirando em caixas d'água, razoavelmente parecidas com as máquinas de guerra alienígenas. Houve relatos de pessoas dizendo poder ver as nuvens de fumaça dos campos de batalha, mesmo que os campos de batalha estivessem em uma pacata noite de Halloween. Algumas pessoas até enrolaram toalhas molhadas em volta da cabeça na esperança de se proteger do gás venenoso marciano, ignorando os avisos de que nem máscaras de gás funcionavam. Talvez porque tenham dito que o gás era uma fumaça negra, alguns tenham imaginado que poderiam agir como em um incêndio.

Leia mais sobre isso AQUI.

Agora veja a revisita que ocorreu em 1º de abril de 2010:

Prefeito na Jordânia quer processar jornal que noticiou invasão alienígena

O prefeito de uma cidade na Jordânia quer processar um jornal que causou pânico ao divulgar a notícia falsa do pouso de discos voadores em um deserto com criaturas de três metros de altura como brincadeira de 1º de abril.

O jornal Al-Ghad publicou na primeira página que as naves haviam pousado na cidade de Jafr, no deserto no leste do país, e que redes de comunicação haviam sido interrompidas e provocado um grande susto na população local.

O prefeito de Jafr, Mohammed Mleihan, disse que pais ficaram tão assustados com a notícia que não mandaram as crianças para a escola. O prefeito disse que pensou em retirar os 13 mil moradores da cidade e que notificou imediatamente as autoridades de segurança, que teriam dado buscas na área, à procura de extraterrestres. Mas não encontraram nenhum.

O editor responsável do Al-Ghad, Moussa Barhoumeh, justificou que foi apenas uma brincadeira bem humorada para marcar a data, tida como o Dia da Mentira, e pediu desculpas por ter causado preocupação na cidade.

Mas ele não disse porque Jafr foi escolhida com esse propósito. A cidade, a cerca de 300 quilômetros da capital, Aman, é conhecida por ser próxima a uma base militar usada em algumas ocasiões por soldados americanos e jordanianos para exercícios conjuntos.

Grupos de defesa dos direitos humanos afirmam que o local já foi usado como centro de detenção de supostos militantes da rede extremista Al-Qaeda e alguns teriam sido transferidos para a Baía de Guantánamo. As autoridades jordanianas negam essa alegação.

Segundo o correspondente da BBC em Amã Dale Gavlak, os jordanianos são tidos como mais sérios do que, por exemplo, os egípcios, conhecidos como os mais brincalhões do mundo árabe.

Embora alguns jordanianos estejam tentando mudar essa imagem através da realização todos os anos de um festival internacional de comédia, para o prefeito de Jafr a brincadeira do Dia da Mentira foi longe demais.

Interrogatório


No início não lembravam de nada, porém a medida que fazíamos as perguntas certas eles foram lembrando dos mínimos detalhes.

Vídeo denuncia mortes de civis e repórteres da Reuters no Iraque

Tripulantes de helicópteros norte-americanos se divertem matando civis no Iraque:

WASHINGTON (Reuters) - Um grupo que promove o vazamento de materiais secretos, como forma de combater a corrupção nos governos e nas empresas, divulgou nesta segunda-feira um vídeo militar gravado em 2007 que mostra um ataque de helicópteros Apache que matou 12 pessoas em Bagdá, inclusive dois funcionários da agência de notícias Reuters.

O grupo, chamado WikiLeaks, disse em entrevista coletiva que obteve o vídeo criptografado, gravado em 12 de julho de 2007, junto a delatores militares, e que foi capaz de assisti-lo e investigá-lo depois de violar a codificação.

Uma fonte de defesa do governo dos Estados Unidos confirmou a autenticidade do vídeo, que reproduz a mira do armamento do helicóptero, e do respectivo áudio, com a conversa entre tripulantes.

Ele mostra uma vista aérea de um grupo de homens andando em uma praça em um bairro de Bagdá. Os tripulantes identificam alguns dos homens como estando armados.

O WikiLeaks disse que entre os homens na praça estavam Namir Noor-Eldeen, de 22 anos, fotógrafo da Reuters, e seu assistente e motorista, Saeed Chmagh, de 40 anos. Ambos morreram no incidente.

"A reunião na esquina alvejada tem cerca de nove pessoas", disse o porta-voz do WikiLeaks, Julian Assange.

O visor da mira segue os dois funcionários da Reuters, enquanto os tripulantes identificam suas câmeras como armas.

O helicóptero inicialmente dispara contra o pequeno grupo. Minutos depois, uma van aparece, seus ocupantes começam a ajudar os feridos, e o helicóptero atira contra o veículo.

O editor-chefe da Reuters, David Schlesinger, disse, a propósito do vídeo, que as mortes dos dois colaboradores da agência foram "trágicas e emblemáticas dos perigos extremos que existem na cobertura de zonas de guerra."

"O vídeo divulgado hoje via WikiLeaks é uma evidência explícita dos perigos envolvidos no jornalismo de guerra e das tragédias que podem resultar", afirmou.

A Reuters tem pressionado os militares dos Estados Unidos a realizar uma investigação completa e objetiva sobre a morte de seus dois funcionários.

Um vídeo do incidente, feito de dois helicópteros Apache dos Estados Unidos, e fotos tiradas no local já haviam sido mostradas a editores da Reuters em Bagdá em 25 de julho de 2007, numa reunião não oficial.

Oficiais norte-americanos que apresentaram o material disseram que a Reuters deveria solicitar cópias sob a Lei de Liberdade de Informação. O pedido foi feito no mesmo dia.

Assange disse discordar da avaliação dos militares de que o ataque era justificado.

"Acredito que, se essas mortes foram legais sobre as regras de engajamento (em combate), então as regras de engajamento estão erradas, profundamente erradas", disse ele, para quem os tripulantes agiram "como se estivessem jogando um jogo de computador, e o seu desejo fosse obter placares altos" com a morte de oponentes.

O WikiLeaks divulgou o vídeo no site www.collateralmurder.com.

(Reportagem de David Alexander e Phillip Stewart)

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