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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
FRASES
“Eu quis cursar economia pela paixão que tenho por história e geografia.”
Declaração da ex-governadora Yeda Crusius à Zero Hora do último domingo.
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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
YEDA CRUSIUS FAZ ESCOLA
Após fiasco no Mundial, Inter-RS lança gestão baseada em "choque de gestão" tucana
GRACILIANO ROCHA
DE PORTO ALEGRE, BOL
DE PORTO ALEGRE, BOL
A fórmula se baseia em controle rígido de gastos em todos os departamentos do clube (principalmente no futebol), implantação de um sistema de metas e avaliação de resultados.
A gestão do novo presidente do time colorado, Giovanni Luigi, contratou por dois anos o economista gaúcho Aod Cunha, 42, para a recém-criada função de vice-presidente executivo.
Ex-secretário de Fazenda do RS, Cunha foi o principal formulador do ajuste fiscal feito pela ex-governadora tucana Yeda Crusius (2007-2010).
A função, exaltada pela direção colorada como primeiro CEO (designação para executivo-chefe em corporações) de um clube de futebol no país, nasceu com superpoderes.
As decisões de Cunha abrangerão as áreas de finanças, marketing, administração e patrimônio do Inter.
O objetivo básico, segundo ele, é reduzir o a distância entre o orçamento - uma peça que costuma ser fictícia - do movimento efetivo do caixa, e zerar o déficit do Inter.
RADAR EXTERNO
A outra frente da profissionalização da gestão do Inter é o aumento da receita. O plano da direção é seguir o exemplo de clubes europeus e "internacionalizar" o clube.
Na prática, isso significa promover ações de marketing no exterior e ganhar torcedores que consumam produtos com a marca Inter no Oriente Médio ou China.
Cunha afirma que as mudanças da gestão do clube são uma tendência no país por causa do aumento da renda do torcedor brasileiro.
"O mercado vai profissionalizar na marra a gestão dos grandes clubes. Quem fizer isso antes sai na frente. Times como Corinthians ou Flamengo, se bem administrados, vão rivalizar com Manchester, com Barcelona. É só ver o tamanho das suas torcidas ponderadas pela renda per capita média desses mercados e isso inevitavelmente acontecerá", aposta.
MENOS COMPRAS
Uma das guinadas ocorrerá na área de aquisições de jogadores. Ao contrário dos últimos anos, quando foi às compras, a direção colorada agora apostará em atletas da base.
"Nossa questão é trabalhar com meta e disciplina orçamentária, mas eventualmente uma grande contratação que o clube possa planejar e fazer um plano de negócios", diz o neocartola.
Segundo ele, a nova gestão vai se traduzir num clube que não precisará vender jogadores no afogadilho. Com mais dinheiro em caixa, diz, o time vai responder no campo.
"Futebol é um business diferente porque envolve paixão. Tem paixão e é o futebol que conta, mas a paixão depende do futebol e o futebol, de recursos", declarou.
ORÁCULO TUCANO
Outro homem-forte do ajuste fiscal do Inter é Vicente Falconi, que vai assessorar a implementação de mudanças clube. Ele será responsável por mapear todos os processos internos do clube e propor sua racionalização.
A INDG, empresa de Falconi, trabalha com grandes corporações (como Gerdau e Ambev) e é um oráculo de políticos tucanos.
Ele é um dos "pais" do "choque de gestão" do ex-governador Aécio Neves (PSDB-MG).
Este ano, o consultor foi chamado por Geraldo Alckmin para participar das auditorias nos contratos herdados do governo José Serra em São Paulo.
Nota do Blog: Sob o título "Inter conquista ISO 9001", ontem foi anunciado na mídia gaúcha que "o Internacional de Porto Alegre é o único clube de futebol do país a ter sua qualidade de gestão reconhecida com a certificação ISO 9001. O certificado só não inclui o departamento de futebol. Odone, do Grêmio, promete contra-atacar.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Yeda volta a ser ré em ação sobre fraude no Detran
STJ derrubou a decisão do TRF, que havia excluído a governadora do processo
Uma reviravolta no caso da fraude no Detran deve colocar a governadora Yeda Crusius (PSDB) novamente como ré no processo de improbidade administrativa que tramita na Justiça Federal.Na quarta-feira, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) derrubou a decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) em Porto Alegre, que havia excluído Yeda do processo ao entender que a governadora era imune à Lei de Improbidade Administrativa, que não se aplicaria a agentes políticos.
Em relação a esse assunto, Yeda declarou o seguinte:
“Ao povo que lê jornal: esqueçam das manchetes de capa e olhem a medalha que recebi: Zilda Arns, pelo PPV (Programa de Prevenção à Violência) e seus resultados”.
Fontes: JusBrasil e Correio do Povo
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
INSTANTÂNEO DAS ELEIÇÕES NO RS
Hoje, em torno das 12:30 horas, estava chegando ao Largo Glênio Peres, no centro de Porto Alegre, quando percebi um grande alarido.
Chegando mais próximo, percebi uma manifestação de porte médio, bastante animada, em frente ao prédio da Prefeitura.
O engraçado é que os manifestantes possuíam dois carros de som, cada um com músicas de campanha e oradores diferentes, ambos com alto volume de som e acionados concomitantemente. Ou seja, não dava para entender muita coisa do que pregavam.
Observando melhor, percebi um fato que me pareceu insólito. Os manifestantes eram apoiadores dos candidatos Yeda e Fogaça.
Ou seja, eles estavam dividindo o mesmo espaço para fazer campanha para os dois candidatos, ao mesmo tempo.
Achei realmente bastante inusitado, pois teoricamente essas duas candidaturas deveriam ser ferrenhas adversárias, pois ambas pretendem chegar ao segundo turno das eleições (se ocorrer segundo turno), contra o candidato Tarso Genro.
Vejam um instantâneo da manifestação:
Chegando mais próximo, percebi uma manifestação de porte médio, bastante animada, em frente ao prédio da Prefeitura.
O engraçado é que os manifestantes possuíam dois carros de som, cada um com músicas de campanha e oradores diferentes, ambos com alto volume de som e acionados concomitantemente. Ou seja, não dava para entender muita coisa do que pregavam.
Observando melhor, percebi um fato que me pareceu insólito. Os manifestantes eram apoiadores dos candidatos Yeda e Fogaça.
Ou seja, eles estavam dividindo o mesmo espaço para fazer campanha para os dois candidatos, ao mesmo tempo.
Achei realmente bastante inusitado, pois teoricamente essas duas candidaturas deveriam ser ferrenhas adversárias, pois ambas pretendem chegar ao segundo turno das eleições (se ocorrer segundo turno), contra o candidato Tarso Genro.
Vejam um instantâneo da manifestação:
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Medalha do Pacificador para a Governadora

Depois da Secretária Mônica Leal ser agraciada pela FARSUL na semana passada como a PERSONALIDADE RURAL de 2009, chegou a vez da Governadora Yeda ser condecorada pelo Exército Brasileiro com a MEDALHA DO PACIFICADOR ontem, dia 8 de dezembro de 2009.
Com a voz embargada o titular do CMS (Comando Militar do Sul), general-de-exército José Carlos De Nardi, declarou que essas distinções homenageiam pessoas que prestaram relevantes serviços ao Exército e à Pátria.
Seria trágico se não fosse cômico.
Fonte: Correio do Povo.
domingo, 4 de outubro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
AUTORIDADES GANHAM CERCADINHO EM ESTEIO

DENISE NUNES, para Correio do Povo, 31 de agosto de 2009
O rigor adotado na segurança da governadora Yeda Crusius pode ser constatado na Expointer. O público ficou afastado do palanque das autoridades, distanciado por um cercadinho. O policiamento também foi mais ostensivo, com cerca de 60 brigadianos. Além disso, a governadora não falou com a imprensa na abertura do evento.
Comentário do Blog: Se os demais animais devem permanecer nos cercados, nada mais adequado.
sábado, 1 de agosto de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Yeda chama professores de "torturadores"

Após uma quarta-feira de luxo, quando Yeda recebeu em Palácio a fina flor da sociedade guasca para anunciar grande investimento da GM (majoritariamente financiado por bancos públicos brasileiros), nesta quinta-feira a situação foi muito diferente.
A intrépida governadora enfrentou protesto de gente oriunda de camadas inferiores da sociedade (professoras e professores estaduais), porém não se intimidou.
Como pode ser visto na foto acima, ela utilizou toda sua argúcia, eficácia e sutileza para, com a proteção de grande aparato da brigada militar, se contrapor de forma contundente ao desacato em andamento, verdadeira profanação do sacrossanto aconchego do seu lar.
Quanta coragem! Que postura altaneira, digna de um governante!
Um exemplo vivo para o povo do Estado do Rio Grande do Sul.
Foto TERRA
segunda-feira, 13 de julho de 2009
DENEGRINDO
sábado, 23 de maio de 2009
SÍNTESE

PORTO ALEGRE, SÁBADO, 23 DE MAIO DE 2009
Yeda no colo do PM
A governadora Yeda Crusius está enfrentando ameaça de CPI na Assembleia Legislativa para investigar caixa 2 na sua campanha eleitoral, protestos diários de servidores e denúncias de partidos políticos e de antigos aliados. Para completar, ontem, Yeda quase desabou: enquanto discursava em inauguração de obras em São Valentim, na Região do Alto Uruguai, o palco começou a ceder, houve uma ameaça de queda e ela acabou saindo do local no colo de um capitão da Polícia Militar.
terça-feira, 31 de março de 2009
Simon articula frente contra o PT

CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, TERÇA-FEIRA, 31 DE MARÇO DE 2009
O presidente estadual do PMDB, senador Pedro Simon, defendeu ontem que seja formada, no Rio Grande do Sul, uma frente contra o PT para as eleições de 2010. 'É natural do Estado essa polarização. O PT está fazendo um jogo de pressão', afirma, sobre o fato de o PT articular o anúncio de seu pré-candidato ao Palácio Piratini ainda este ano.
Segundo o senador, a governadora Yeda Crusius concorda com a iniciativa. Os dois se reuniram ontem, no Palácio Piratini, um dia depois de o senador ter admitido a possibilidade de o PMDB deixar o governo para trabalhar na candidatura própria. O nome mais cotado é o do prefeito da Capital, José Fogaça. Ele nega ter a intenção de ser candidato.
O secretário-geral da sigla, deputado federal Eliseu Padilha, admite que o PMDB sofre pressões internas e do PDT, partido do vice de Fogaça, José Fortunati, para anunciar o prefeito como candidato. Tanto PT quanto PMDB lutam pelo apoio do PDT. Simon, no entanto, diz que as tratativas para as alianças 'poderiam estar melhores'.
domingo, 15 de março de 2009
VITÓRIA DE PIRRO
Hupper, o Sátiro:

Juremir Machado da Silva, para Correio do Povo(14 de março de 2009)
Há personagens históricos que nunca saem totalmente de moda. Mitrídates, rei do Ponto, é um deles. Na verdade, foi uma dinastia. Foram-se os reis. Ficou o Ponto. Não pensem bobagens. O Ponto era um estado helenístico, uma província romana. Isso está ficando complicado. Não estou dizendo que o ponto era um estado de espírito dos helenos, embora muitos fizessem ponto na Ágora. O personagem que importa aqui mesmo é Pirro. Ele foi rei do Épiro e da Macedônia. Nunca cortou o ponto. Pirro era um grande guerreiro. Dedicou a vida a combater os romanos. Em algum momento da sua trajetória, soube argumentar e agir com alguma astúcia. Depois das suas vitórias sobre os cartagineses, porém, trocou a habilidade e a brandura pelo rigor excessivo e pelos castigos. Resolveu unir seus súditos na base da porrada.
Pirro tornou-se definitivamente famoso depois da Batalha de Ásculo, em que bateu os romanos. A vitória foi tão dura que, ao final, Pirro exclamou: 'Mais uma vitória destas e estou perdido'. Foram dois dias de combates. A vitória poderia ter acontecido no primeiro, mas parece que estragou um elevador e dois elefantes não puderam participar do confronto. Pirro comandava uma espécie de frente ou base aliada, que, embora mostrasse descontentamento, acabava por ceder às suas pressões com medo das punições ou para receber alguns agradecimentos. Era um PMDB da época. A governadora Yeda Crusius certamente descende da linhagem de Pirro. Na última quinta-feira, obteve na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul uma vitória de Ásculo. Mais uma dessas e, com certeza, estará perdida. Obteve o difícil apoio do PMDB, um partido sabidamente refratário a mudar seus posicionamentos ou a votar por conveniência, e ganhou a ojeriza do magistério estadual. Uma senhora conquista.
A política educacional de Yeda Crusius lembra os métodos de Pirro: castigo e anacronismo. Defendeu a 'enturmação', um procedimento pedagógico revolucionário consistindo em empilhar alunos de séries diferentes numa mesma sala para fazer economia a curto prazo e agradar ao Banco Mundial. Opôs-se a pagar o piso federal como salário inicial, preferindo ver no piso um teto. Provisório. Resolveu encarar greve como folga. Mesmo a recuperação das horas não trabalhadas, procedimento sensato, não bastou. Yeda, como Pirro, prefere o castigo no grão de milho e a palmatória. É mais educativo. Afinal, nessa concepção altamente inovadora, a humanidade só funciona por punição e recompensa. A punição foi para os professores grevistas. A recompensa, para o PMDB.
As vitórias de Pirro garantiram-lhe a perdição. Foi temido. Mas não amado. Arrancou impostos excessivos dos mamertinos (os marciais). Acabou atingido, em Argos, por uma telha jogada por uma velha (aposentada?). Alguns dizem que um soldado inimigo aproveitou esse momento para matá-lo. Outros garantem que ele foi envenenado por um servo. Pirro chegou a escrever memórias de guerra. Esses escritos se perderam. Não precisou pedir que fossem esquecidos. Consta que foram elogiados pelo magnífico orador Cícero e usados por Aníbal como exemplos do que nunca se deveria fazer. Ainda bem que esses tempos bélicos passaram. Desejo longa e boa vida à governadora Yeda Crusius. Só não posso lhe desejar outras vitórias de Pirro como a desta semana. Salvo se... Pensando bem, talvez seja o melhor que possamos desejar-lhe.
juremir@correiodopovo.com.br

Juremir Machado da Silva, para Correio do Povo(14 de março de 2009)
Há personagens históricos que nunca saem totalmente de moda. Mitrídates, rei do Ponto, é um deles. Na verdade, foi uma dinastia. Foram-se os reis. Ficou o Ponto. Não pensem bobagens. O Ponto era um estado helenístico, uma província romana. Isso está ficando complicado. Não estou dizendo que o ponto era um estado de espírito dos helenos, embora muitos fizessem ponto na Ágora. O personagem que importa aqui mesmo é Pirro. Ele foi rei do Épiro e da Macedônia. Nunca cortou o ponto. Pirro era um grande guerreiro. Dedicou a vida a combater os romanos. Em algum momento da sua trajetória, soube argumentar e agir com alguma astúcia. Depois das suas vitórias sobre os cartagineses, porém, trocou a habilidade e a brandura pelo rigor excessivo e pelos castigos. Resolveu unir seus súditos na base da porrada.
Pirro tornou-se definitivamente famoso depois da Batalha de Ásculo, em que bateu os romanos. A vitória foi tão dura que, ao final, Pirro exclamou: 'Mais uma vitória destas e estou perdido'. Foram dois dias de combates. A vitória poderia ter acontecido no primeiro, mas parece que estragou um elevador e dois elefantes não puderam participar do confronto. Pirro comandava uma espécie de frente ou base aliada, que, embora mostrasse descontentamento, acabava por ceder às suas pressões com medo das punições ou para receber alguns agradecimentos. Era um PMDB da época. A governadora Yeda Crusius certamente descende da linhagem de Pirro. Na última quinta-feira, obteve na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul uma vitória de Ásculo. Mais uma dessas e, com certeza, estará perdida. Obteve o difícil apoio do PMDB, um partido sabidamente refratário a mudar seus posicionamentos ou a votar por conveniência, e ganhou a ojeriza do magistério estadual. Uma senhora conquista.
A política educacional de Yeda Crusius lembra os métodos de Pirro: castigo e anacronismo. Defendeu a 'enturmação', um procedimento pedagógico revolucionário consistindo em empilhar alunos de séries diferentes numa mesma sala para fazer economia a curto prazo e agradar ao Banco Mundial. Opôs-se a pagar o piso federal como salário inicial, preferindo ver no piso um teto. Provisório. Resolveu encarar greve como folga. Mesmo a recuperação das horas não trabalhadas, procedimento sensato, não bastou. Yeda, como Pirro, prefere o castigo no grão de milho e a palmatória. É mais educativo. Afinal, nessa concepção altamente inovadora, a humanidade só funciona por punição e recompensa. A punição foi para os professores grevistas. A recompensa, para o PMDB.
As vitórias de Pirro garantiram-lhe a perdição. Foi temido. Mas não amado. Arrancou impostos excessivos dos mamertinos (os marciais). Acabou atingido, em Argos, por uma telha jogada por uma velha (aposentada?). Alguns dizem que um soldado inimigo aproveitou esse momento para matá-lo. Outros garantem que ele foi envenenado por um servo. Pirro chegou a escrever memórias de guerra. Esses escritos se perderam. Não precisou pedir que fossem esquecidos. Consta que foram elogiados pelo magnífico orador Cícero e usados por Aníbal como exemplos do que nunca se deveria fazer. Ainda bem que esses tempos bélicos passaram. Desejo longa e boa vida à governadora Yeda Crusius. Só não posso lhe desejar outras vitórias de Pirro como a desta semana. Salvo se... Pensando bem, talvez seja o melhor que possamos desejar-lhe.
juremir@correiodopovo.com.br
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
UMA PISTA DO QUE ELA ANDA CONSUMINDO
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
FRASE PARA A HISTÓRIA

“Quando a gente toma o encargo de governar um Estado, tem de responder àquelas coisas chatas: lei, disciplina, ordem, iniciativa, política pública”.
Yeda Crusius, 30 de novembro de 2008
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