Mostrando postagens com marcador Bebidas Alcoólicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bebidas Alcoólicas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Drogas? É preciso pensar

Fonte da imagem AQUI.


sigo achando
que o álcool
é problema
mais sério
do que todas
as drogas
ilegais juntas


MARCOS ROLIM*
 

marcos@rolim.com.br

Sempre é bom ver políticos defendendo uma ideia. Ainda que seja só uma e de natureza conservadora. Mas poderíamos combinar algumas coisas. Primeiro: sempre que alguém fizer afirmação sobre relações causais deve indicar sua fonte. Desta forma, é possível checar os dados, avaliar a metodologia empregada e saber até que ponto as conclusões agregam consenso científico.

Se não for assim, só o que se estimula é o medo e o preconceito, o que termina por interditar o debate, ao invés de promovê-lo. O "Manifesto contra a descriminalização das drogas", divulgado esta semana e assinado por políticos, entidades médicas e religiosas é _ independente da intenção de seus autores _ uma peça em favor da interdição do debate e em nenhum momento um convite à reflexão.

Ele faz muitas afirmações, mas não indica uma só referência.

Diz, por exemplo, que a experiência de Portugal _ que descriminalizou a posse de drogas em 2001 _ é um fracasso. Talvez seja. Mas aquele que é, possivelmente, o mais amplo estudo sobre esta experiência, o Relatório do Cato Institute, dos EUA _ Drug Decriminalization in Portugal: Lessons for Creating Fair and Successful Drug Policies, disponível em http://migre.me/a41Z3, sustenta precisamente o contrário. Em 2001, a direita portuguesa afirmava que a descriminalização iria abrir as portas para o "narcoturismo" e que o consumo aumentaria (na linha do que dizem hoje, por exemplo, sábios como Reynaldo Azevedo). O relatório Cato revelou que, nos primeiros cinco anos após a descriminalização, o uso de drogas ilícitas entre adolescentes em Portugal diminuiu, as taxas de infecções por HIV causadas por compartilhamento de seringas caíram, enquanto o número de pessoas em tratamento para dependência mais do que duplicou. Neste ponto, o Manifesto critica Portugal por ter mais dependentes em tratamento do que os demais países europeus, sem se dar conta de que, quando não há o crime de uso de drogas, os usuários se aproximam muito mais do sistema de saúde. Aliás, os recursos poupados com as sanções aos usuários em Portugal permitiram financiar mais programas de tratamento aos dependentes. O que _ segundo matéria de Maia Szalavitz na Time Science _ Drugs in Portugal: Did Decriminalization Work?, disponível em http://migre.me/a41Ho - foi reconhecido pelo "Czar das drogas" em Portugal, João Castel-Branco Goulão, presidente do Instituto da Droga e Dependência Química, para quem "a polícia está agora em condições de focar suas ações no monitoramento de traficantes".

O Manifesto afirma, também, que "boa parte" (sic) dos acidentes no trânsito é produzida por pessoas "sob o efeito de maconha, cocaína" etc. Novamente, não há referência e nem ficamos sabendo o quanto é uma "boa parte". Uau! E eu que achava que a esmagadora maioria dos acidentes era causada por motoristas alcoolizados. Este deve ser o meu problema: por ingenuidade, sigo achando que o álcool é problema mais sério do que todas as drogas ilegais juntas e que deveríamos já, há muito, ter proibido a propaganda de bebidas alcoólicas no Brasil. Bem, mas para uma medida simples assim, talvez nos faltem senadores e deputados e sobrem financiadores de campanha.

* Jornalista

terça-feira, 29 de maio de 2012

EUROPEUS BEBEM QUASE O DOBRO DE ÁLCOOL QUE BRASILEIROS

Fonte desta imagem AQUI.

O consumo de álcool na América Latina é baixo quando comparado com o registrado na Europa e nos Estados Unidos, e se situa em 5,5 litros de álcool puro ao ano por pessoa, embora as diferenças por países e gênero sejam marcadas; no Brasil, por exemplo, esse número sobe para 6,9 litros, segundo o resultado de uma pesquisa inédita sobre o assunto.

O consumo na Europa está estimado em 13 litros de álcool puro ao ano, enquanto nos Estados Unidos esse nível cai para 9,8 litros.

O estudo, divulgado na última quinta-feira, 24, averiguou pela primeira vez, com base em enquetes nacionais realizadas em nove países latino-americanos, não só que percentagem da população consome álcool, mas quanto e como se bebe, o que representa uma informação totalmente nova.

"Este âmbito é muito pouco explorado, inclusive nos países desenvolvidos, apesar da importância social que tem e que todo mundo reconhece", disse o pesquisador Carlos Sojo, responsável do estudo realizado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO).

A pesquisa corroborou que poucos países contam com informação sobre padrões nacionais de ingestão de álcool, sendo que o mais recente e completo deles foi feito no Brasil em 2008, explicou Sojo.

O estudo, realizado em El Salvador, República Dominicana, Costa Rica, Peru, Nicarágua, Venezuela, México, Colômbia e Brasil, indica que seis de cada dez pessoas bebeu álcool pelo menos uma vez nos 12 meses anteriores à enquete, realizada entre pessoas de entre 18 e 65 anos.

Revela também que, nesse mesmo período, 15% da população em cada país na média foi abstêmia ou simplesmente nunca tinha bebido em sua vida.

"Este dado é importante porque existe uma percepção que todo mundo toma bebidas alcoólicas, o que não é certo. Além disso, existem importantes variações por países", declarou Sojo ao apresentar à imprensa os resultados centrais da pesquisa.

Por países, a Venezuela é o país que consome mais litros (8,9 anuais por pessoa) e lhe seguem República Dominicana (8 litros), Brasil (6,9), Colômbia (6,3), México (4,8), Nicarágua (4,2), Costa Rica (3,9), Peru (3,7) e El Salvador (2,6).

Visto desde a perspectiva da população abstêmia, El Salvador lidera o ranking (38,9% da população), seguido do México (29,1 %), Nicarágua (23 %), Costa Rica (17 %) e Brasil, onde 10,9 % dos consultados declarou que não consome qualquer tipo de bebida alcoólica.

Sojo comentou que grande parte da diferença entre países se explica pela incorporação das mulheres ao grupo consumidor, embora se trate de um fenômeno menos destacado na América Central e no México com relação à América do Sul e ao Caribe.

No entanto, o consumo de álcool é claramente um hábito "masculino", pois os homens tomam em geral quatro vezes mais que as mulheres.

Outro dado inovador fornecido pelo estudo é que do total da população, a grande maioria (75%) ou não bebe nada ou consome quantidades que estão abaixo do nível de risco declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Este nível de risco fica nas 40 gramas de álcool puro para as mulheres e 60 gramas para os homens.

Estas quantidades são superadas de maneira ocasional ou muito frequente por 25% da população restante, da qual 20 % sofre um risco ocasional de superar a medida de risco e 5% enfrenta um risco alto em longo prazo.

A pesquisa determinou igualmente que, por idades, o grupo de maior consumo é o de 25 a 34 anos, e que se bebe mais quanto maior é o nível socioeconômico e educativo.

O financiamento para este trabalho veio da Cerveceros Latino-Americanos, uma associação que representa os interesses de todos os fabricantes de cerveja dos 18 países latino-americanos.

Sojo assegurou que "a indústria pagou", mas que a FLACSO gozou de completa autonomia e independência para a elaboração do documento.

Presente na entrevista coletiva, o secretário-geral da Cerveceros Latino-Americanos, José Manuel Juanatey, assinalou que sua entidade considerava importante contar com uma pesquisa científica séria a partir da qual pudessem construir políticas públicas na região.

Ressaltou que em matéria de consumo de álcool, "o problema é o excesso, mas o que não se pode fazer é falar de consumo nocivo de álcool no ar, portanto este estudo fixa uma linha de base".

"Promovemos um consumo moderado de álcool e acreditamos que isto é perfeitamente compatível com um estilo de vida saudável", concluiu.

Autor: Redação
Fonte: Efe

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Britânico preso por sofá 'sobrevive' a goles de uísque


Um homem que ficou preso debaixo do sofá de sua casa durante dois dias diz que sobreviveu bebendo uísque de uma garrafa que caiu perto de onde ele estava.

O britânico Joe Galliott, de 65 anos, conta que ficou desorientado durante uma queda de energia em sua casa e acabou caindo no sofá, que virou por cima dele.

"O sofá virou por cima de mim e me prendeu como a um rato em uma ratoeira", disse Galliott à BBC.

Como tem problemas de coluna, Galliott não conseguiu mover o sofá e ficou preso por 60 horas, até que um vizinho conseguiu ver a cena pela janela.

Segundo Galliott, uma garrafa de uísque caída perto de onde ele estava o manteve são e salvo durante o período em que ficou preso sob o sofá.

"Eu tomei um gole (de uísque) e pensei: 'até que isso não é tão ruim'", disse.

Vizinho

Depois de horas sem comida ou água, Galliott afirma que começou a ficar preocupado.

"Parecia interminável, você pensa que vai ficar lá para sempre", afirmou.

Galliott foi salvo quando um vizinho, preocupado porque as cortinas da casa estavam fechadas há dois dias, resolveu espiar por uma fresta.

Depois de resgatado, o britânico passou cinco dias se recuperando em um hospital.

De volta a sua casa, Galliott diz que vai passar a manter uma garrafa de uísque sempre por perto, "por precaução".

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Campanha define nove tipos de bêbados


O governo britânico está lançando uma nova campanha contra o alcoolismo dirigida a nove 'tipos' mais comuns de usuários que abusam do álcool.

A campanha será feita a partir de uma pesquisa do Departamento de Saúde da Inglaterra, que indicou as nove categorias mais comuns de bebedores. Elas incluem os que o fazem para aliviar estresse e pessoas deprimidas que bebem por tédio ou para se relacionar.

Para o governo, identificar as razões que levam usuários a abusar do álcool será "muito útil" para combater o alcoolismo.

O estudo se debruçou sobre homens que bebem mais de 50 unidades semanais de álcool e mulheres que bebem pelo menos 35 unidades semanais – duas vezes acima do limite recomendado.

Uma unidade de álcool equivale a um copo de cerveja ou vinho ou, alternativamente, meia dose de bebida destilada.

Tipos

Entre os nove tipos identificados, estão, por exemplo, os que bebem para desestressar e relaxar, em meio a uma rotina de pressão no trabalho.

Em outros casos, usuários abusam do álcool ao se perder em um estilo de vida agitado e por vezes extravagante.

As informações serão utilizadas pelo governo para orientar uma campanha contra o alcoolismo que deve atingir 4 mil bebedores contumazes no nordeste do país, em um projeto-piloto que, se bem sucedido nos próximos meses, será levado para o resto do pais.

A secretária britânica de Saúde, Dawn Primarolo, admitiu que os bebedores incluídos nas nove categorias têm em comum um problema "difícil de combater".

Mas ela disse acreditar que a nova abordagem será capaz de convencer os usuários a ser agentes da própria mudança.

"Esta é uma abordagem totalmente nova de fazer as pessoas entenderem os efeitos de seus hábitos em relação à bebida e de ajudá-las a mudar para melhor."

Veja abaixo os nove tipos de bebedores identificados pela campanha.

OS TIPOS DE BEBEDORES

Tipo: O deprimido
Característica: Está com a vida em um estado de crise - atravessando um período de dificuldade financeira, luto ou divórcio recente, por exemplo.
Motivações: Vê o álcool como uma forma de se reconfortar ou como uma automedicação para ajudar a lidar com as turbulências.

Tipo: O estressado
Característica: Leva uma vida sob pressão no trabalho, o que normalmente leva ao sentimento de não ter as coisas sob controle ou de estar sobrecarregado de responsabilidades.
Motivações: O álcool é uma forma de relaxar e de retomar a sensação de controle, ao traçar uma linha entre vida pessoal e profissional. Os parceiros normalmente reforçam este comportamento, ao preparar drinques para os bebedores.

Tipo: O 'social'
Característica: Têm uma agenda social carregada.
Motivações: O álcool é um meio de ligação que unifica a todos e os coloca em uma mesma sintonia.

Tipo: O conformista
Característica: Tipicamente, rapazes tradicionalistas que crêem que 'homens vão ao bar todas as noites'.
Motivações: O álcool faz parte do que definem como 'meu momento'. O bar é sua segunda casa, e eles se sentem aceitos e em casa neste ambiente.

Tipo: O bebedor comunitário
Característica: Bebe em grandes grupos sociais.
Motivações: Levado ao álcool pelo senso de comunidade criado pelo ambiente do bar. A bebida dá segurança e significado à vida, e age como meio social.

Tipo: O entediado
Característica: Tipicamente, mães solteiras ou mulheres recém-divorciadas, com vida social restrita.
Motivações: A bebida é uma companhia que substitui o casal. Beber marca o final do dia, talvez encerrando um jornada de obrigações.

Tipo: O machão
Característica: Normalmente se sente subvalorizado, sem voz e frustrado em áreas importantes da vida.
Motivações: Seu lado bebedor é um alter-ego que gira em torno da sua capacidade de beber. A bebida é motivada pela necessidade constante de reafirmar sua masculinidade e seu status em relação a outras pessoas.

Tipo: O hedonista
Característica: Solteiros, divorciados ou com filhos crescidos.
Motivações: Beber em excesso é uma forma de expressar sua independência, liberdade e juventude para si mesmo. O álcool é usado para diminuir inibições.

Tipo: O quase dependente
Característica: Homens que moram 'de fato' no bar – que, para eles, é quase o mesmo que a casa.
Motivações: Uma combinação de motivos, incluindo tédio, necessidade de se conformar e um senso de mal-estar existencial em suas vidas.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Onda da bebedeira coletiva chega à Suíça


Conhecido na Espanha como "botellón" (garrafão), o fenômeno da bebedeira coletiva de jovens e adolescentes chega à Suíça e desafia o poder público.

A polícia de Zurique quer proibir um "botellón" com quatro mil participantes. Especialistas duvidam que a proibição resolva o problema, que não é novo.


Na manhã de 19 de julho passado, os moradores dos arredores do Parque dos Bastiões, em Genebra, devem ter pensado que um tornado havia passado à noite junto ao famoso Muro dos Reformadores.

Com seu gramado, suas alamedas e escadas cobertas de garrafas vazias e fedor de urina no ar, o passeio público tinha um aspecto muito triste no dia seguinte ao primeiro botellón "organizado" (ou melhor, "convocado") na Suíça e que teve 1300 participantes.

Resultado: as autoridades decidiram fechar os portões do parque para impedir uma segunda edição, prevista para 8 de agosto. Mas uma terceira já foi convocada para o dia 22. Para dia seguinte, está programada uma bebedeira coletiva em Lausanne, no dia 29, em Zurique, e no dia 30, em Berna.

"Festejar sim, mas não desse jeito", é a reação dos poderes públicos, que tentam negociar com os organizadores. O problema é que esses encontros são convocados espontaneamente via internet e ninguém quer assumir a responsabilidade por uma limitação mínima para evitar que elas degenerem.

O essencial

"É claro que quando centenas de pessoas completamente se reúnem num parque qualquer coisa pode acontecer. Sobretudo algo ruim", afirma Yves Pedrazzini, colaborador científico do Laboratório de Sociologia Urbana da Escola Politécnica Federal de Lausanne.

Autor de numerosas obras sobre a cidade, suas tribos e violência urbana, o especialista considera que o fenômeno do botellón não é muito novo. Ele nada mais é do que uma versão atual de velhas práticas dionisíacas, vinculadas à mitologia do vinho e do álcool.

"É a versão pós-moderna da Festa dos Viticultores", resume Yves Pedrazzini. Não há qualquer pretexto folclórico, cultural, desportivo ou até religioso. Contrariamente às festas, às liquidações anuais e outros carnavais, o botellón tem a valentia de colocar as cartas na mesa. Quem vem é para beber.

E, freqüentemente, mais do que o razoável. "Vai-se ao essencial. Os rituais ancestrais desapareceram. Estamos em uma sociedade do século 21, marcada pelo consumo. E é necessário que esse consumo seja rápido, abundante, barato e segundo a moda."

Um jogo

Sem querer ser moralizador, Pedrazzini se diz preocupado com forma em que jovens de 16 anos – às vezes, até menos - bebem rápida e abundantemente.

"Há um problema de saúde pública", diz o sociólogo. "Hoje, os jovens bebem muito mais rapidamente, muito mais, e o fazem de maneira ostensiva. Embriagar-se no espaço público virou um jogo."

Um jogo simples. "No início, na Espanha, e, sobretudo em Barcelona, ele era movido pela vontade de se reapropriar de um espaço público acondicionado de maneira tão rica e tão bela, que se havia tornado intocável", explica Yves Pedrazzini.

Mas esse conteúdo reivindicatório se perdeu nos excessos do botellón. "Por outro lado, se houve uma lei proibitória, provavelmente haverá uma reação que irá se politizar. As pessoas irão porque é proibido", prevê o sociólogo.

Proibido, mas não sempre

Enquanto as autoridades da Suíça francesa se mostram perplexas, as da Suíça de língua alemã apostam na repressão para evitar os excessos.

Formalmente, está proibido aos jovens de mais de 18 anos, que têm o direito de comprar bebidas alcoólicas, entregá-las aos mais novos. Mesmo que seja difícil impor essa lei, há controles.

A cidade de Chur, capital dos Grisões, foi mais longe, ao decretar uma proibição geral do consumo de bebidas alcoólicas em público da meia-noite às 7h.

Corrida da cerveja

Antes de o botellón avançar de Genebra para outras regiões da Suíça, a corrida da cerveja (Harassenlauf), realizada legalmente no Dia 1° de Maio, em Münchenstein, no estado da Basiléia, já chamava a atenção.

Trata-se de uma corrida em que cada dupla carrega uma caixa de com 20 garrafas de meio litro cerveja a serem consumidas antes da chegada ao destino. Os que não conseguem matar a sede com tanta cerveja ainda podem consumir outras bebidas durante a corrida.

Organizada anualmente desde 1994, essa "competição" originária da Alemanha chega a reunir até três mil participantes. Portanto, a imaginação ebriosa dos norte-europeus não perde para a dos habitantes do sul da Europa.

swissinfo, Marc-André Miserez

domingo, 17 de agosto de 2008

COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA


Beber álcool torna pessoas mais atraentes

Cientistas britânicos comprovaram pela primeira vez que as pessoas depois de beberem alguns "copos" começam a achar os outros mais atraentes. O estudo, feito na Universidade de Bristol, em Inglaterra, concluiu que quem bebe acha não só as pessoas do sexo oposto mais bonitas, como até as do mesmo género.

Oitenta e quatro estudantes universitários heterossexuais serviram de amostra. Aos jovens foram dadas bebidas com sabor a limão, que continham uma dose de vodka equivalente em álcool a um copo grande de vinho. Quinze minutos depois, eram-lhes mostradas fotos de 40 estudantes dos dois sexos.

"A escala de atracção subiu aproximadamente 10%", referiu um dos investigadores, o psicólogo Marcus Munafo. O facto de o efeito surgir com uma pequena dose de álcool surpreendeu os investigadores, que consideram que o estudo pode explicar práticas como o sexo desprotegido.

domingo, 6 de julho de 2008

Bêbado alemão dorme sobre ferrovia e acorda ileso debaixo de um trem


Berlim, 6 jul (EFE).- Um homem de 20 anos, em claro estado de embriaguez, deitou e dormiu uma ferrovia perto da cidade de Kiel, no norte da Alemanha, e acordou depois debaixo de um trem, saindo milagrosamente ileso do incidente, informou hoje a Polícia alemã.

O maquinista freou quando viu que alguém estava deitado nas vias, mas só conseguiu parar o trem quando esta já estava sobre o homem dormindo.

Os funcionários do trem colocaram o homem em um vagão e o entregaram à Polícia na estação seguinte.

Não se sabe os motivos que levaram o homem a escolher um local tão peculiar para dormi e, por enquanto, a Polícia não tentou investigar.

"Não faz sentido interrogar um bêbado", disse um porta-voz policial.