sexta-feira, 4 de março de 2011

Experiencias sexuales sin contacto físico

Hipnosis erótica: nuevos modos de vivir experiencias sexuales sin contacto físico

 

Comunidades virtuales dan técnicas para llegar a un estado ‘hipnoide’ que garantiza una forma distinta de placer sexual.

 

Es lo que viene: experiencias sexuales sin contacto físico, a través de la llamada “hipnosis erótica”. Aunque en el exterior, sobre todo en Estados Unidos, es una tendencia en alza, en la Argentina este método, por el momento, se usa de manera terapéutica para tratar a pacientes con problemas de inhibición, baja autoestima o disfunciones sexuales.

Pero lejos de la idea tradicional de un hipnotizador al estilo del recordado Tu Sam, o de la imagen más vieja aún de las tétricas experiencias freudianas, la hipnosis de este siglo está vinculada a la tecnología: existen distintas Webs de encuentros hipnóticos sexuales, donde hipnotizadores e hipnotizados se conocen, se venden audios, libros y hasta videos de todo tipo con el fin de erotizar a través de este método.

Fonte: Diario Perfil

quinta-feira, 3 de março de 2011

Ucranianas protestam contra 'sorteio de esposa' por rádio neozelandesa


Ativistas que defendem os direitos das mulheres na Ucrânia organizaram um protesto contra uma promoção de uma rádio da Nova Zelândia que prometia "sortear uma esposa ucraniana" entre os ouvintes.

Nove mulheres com os seios à mostra protestaram em frente ao cartório de registro de casamentos de Kiev, segurando cartazes com frases como "A Ucrânia não é um bordel".

A rádio neozelandesa Rock FM anunciou na segunda-feira que um homem identificado apenas como Greg, fabricante de vinhos, foi o ganhador do prêmio.

O vencedor do sorteio irá até a cidade de Donetsk, uma cidade produtora de minério de carvão na Ucrânia, no dia 23 de março. Em seguida, será levado para a cidade de Zaporizhia. No total, a viagem até a Ucrânia sorteada pela rádio terá 12 dias.

Como parte do prêmio, o vencedor poderá escolher uma mulher local antes da viagem começar, através da agência de encontros Endless Love. A agência então marca a viagem para a Ucrânia e organiza o encontro entre os dois.

O prêmio ainda inclui um tradutor e viagens de barco.

Polêmica

A competição da Rock FM também causou polêmica na Nova Zelândia, mas a rádio disse que foi em frente com o sorteio apenas "de brincadeira".

"No final das contas, depende das duas pessoas, se eles decidirem se casar e voltar para a Nova Zelândia. Não estamos casando ninguém ou trazendo mulheres para a Nova Zelândia", teria dito o diretor de programação da Rock FM Brad King quando foi feito o primeiro anúncio do sorteio.

O site da rádio destaca que "o prêmio não inclui o pedido de visto ou viagem para a mulher ucraniana para vir à Nova Zelândia, isto é responsabilidade do vencedor e pode ser organizado através da agência Endless Love com um custo adicional e deverá acontecer com o consentimento total de ambas as partes".

As mulheres que fizeram o protesto em Kiev são integrantes do grupo Femen, que faz campanhas contra as agências internacionais que organizam turismo sexual na Ucrânia.

"Mulheres ucranianas não são mercadorias", disse a líder do grupo Anna Hutsol.

"A Femen avisa o 'sortudo' ganhador da competição na Nova Zelândia que ele pode esperar um final infeliz na Ucrânia", disse a ativista Olexandra Shevchenko em uma declaração postada no blog do grupo.

BBC

"BRASILEIROS"


Ontem a noite dois times brasileiros tiveram jogos pela Libertadores: Santos e Fluminense.

No final do jogo do Fluminense, ao constatar que o Santos apenas empatou com um time paraguaio em plena Vila Belmiro e o Fluminense perdeu para um time mexicano, no México, um narrador da SPORTV declarou que havia sido uma péssima noite para o futebol brasileiro na Libertadores.

Alíás, complementa ele, "nessa edição da Libertadores os times brasileiros vão muito mal".

O comentarista que trabalhava com ele, então, lembrou que o Cruzeiro estava muito bem, com 7 pontos em três jogos.

"É verdade", responde, "havia esquecido do Cruzeiro".

O comentarista insiste dizendo que Grêmio e Internacional também não estão tão mal.

O narrador muda de assunto.

-x-

Os diálogos não são totalmente literais, porém o sentido foi exatamente esse.

Comentário do Blog: Depois esses caras reclamam que a gauchada canta mais alto o Hino local do que o Nacional...

quarta-feira, 2 de março de 2011

FRASES


"Acho que ela vai fazer coisas muito boas. Ela é uma gracinha!".

Declaração de Hebe Camargo a respeito da Presidenta Dilma, em seu programa de estreia na Rede TV!. José Serra, que estava presente, irritado se retirou do recinto.


Leia mais AQUI.

CARACTERÍSTICAS DA CLASSE MÉDIA DE PORTO ALEGRE


Lendo o RS URGENTE me deparei com uma lista de fatos que supostamente caracterizam a maioria dos membros da classe média-alta da capital gaúcha (postada por um leitor chamado Hugo). No meu ponto de vista a listagem, além de ser bastante divertida, se aproxima da realidade. Assim, resolvi publicá-la para ver se alguém tem alguma sugestão de incremento ou de exclusão em relação a seus itens. Será que essas característiscas se restringem a Porto Alegre?

1- Carro
2- Carro com opcionais
3- Camionete (mesmo se só rodar no asfalto)
4- Lavar o carro com água do DMAE
5- PUC
6- Pink Elephant/Wish/Meat Club/Chairs
7- Vodca Absolut com Red Bull
9- Nike Shox
10- Litoral só em condomínio murado
11- Padre Chagas (e arredores)
12- Sushi
13- Comida Tailandesa
14- Academia
15- Punta del Este
16- Jet-Ski e lancha no Delta do Jacuí
17- Zero Hora
18- Foto no RS Vip
19- Miami/Nova York
20- Curso de inglês na Inglaterra/Austrália
21- Reclamar dos impostos
22- Sonegar impostos
23- Iguatemi/Barra Shopping/Shopping Moinhos
24- Suquinho no Parcão
25- iPhone/Blackberry
26- Falar mal da Venezuela
27- Falar mal de Cuba
28- Mas adorar a prosperidade Chinesa
29- Mandar o Carnaval de Porto Alegre para o Porto Seco
30- Chamar Lula de analfabeto
31- Chamar Dilma de abortista
32- Ler a FSP para posar de culto
33- Assinar a Veja/Época
34- Assistir BBB
35- Detestar software livre(mesmo sem nunca ter usado)
36- Clericot
37- Óculos Oakley para eles, D&G para elas
38- Pôquer com Johnnie Walker
39- Fazer todos os concursos com salários acima de oito mil reais
40- Dizer que só idiotas fazem concurso para professor
41- Reclamar da empregada doméstica/jardineiro/caseiro
42- Tia Carmem/Gruta Azul/Dominó
43- Juntar a papelada da família para ter um passaporte europeu
44- Luzes e bronzeamento artificial
45- Ódio ao MST (e qualquer outro movimento social)
46- Saudade da ditadura
47- Racismo (Colorado é macaco)
48- Homofobia (Gremista é gaymista)
49- Cirurgia Plástica
50- Ter uma arma ilegal
51- Horror aos carroceiros
52- Horror aos papeleiros
53- Tomar ecstasy nas baladas selecionadas da cidade
54- SKY/NET para ver Manhattan Connection
55- “Findi” em Gramado
56- Ser sócio do Leopoldina Juvenil
57- Sonhar em ser sócio do Country Club
58- Moinhos de Vento/Bela Vista/ Mont`Serrat/ Vila Assunção
59- Iatismo/Tênis/Hipismo e quem sabe um dia golfe
60- Churrasco no Barranco
61- Pizza na Fratello Sole
62- Cachorro/Gato com pedigree
63- House Music/Psy/Trance
64- Ir a Buenos Aires ver o U2
65- Freixenet
66- Ir comprar pneus em Rivera
67- Adesivo de Punta no carro (mesmo se não esteve lá)
68- Nextel (Ah, todo mundo em SP e Rio usa)
69- Chamar a Cidade Baixa de chinelagem
70- Justificar o voto nas eleições

terça-feira, 1 de março de 2011

El robo de bebés en el banquillo de los acusados

Videla
 El caso de treinta y cuatro chicos nacidos en cautiverio llegó a la sala de audiencia después de quince años. Ocho represores, entre ellos los presidentes de facto Videla y Bignone, junto a Jorge “El Tigre” Acosta, empezaron a ser juzgados.

Por Alejandra Dandan, para Página/12

Las cámaras lograron durante el desarrollo de la audiencia lo mismo que la jueza María del Carmen Roqueta había conseguido en los primeros momentos del juicio: mostrar a los represores en un primer plano incómodo mientras se iban leyendo uno a uno los 34 casos de hijos nacidos en cautiverio o apropiados durante los años de la dictadura militar. 

Roqueta nombró al comienzo a los ocho acusados, a los que fue llamando por su nombre; cada uno respondió, en algún caso hubo quien se paró de la silla o levantó la mano para mostrarse. Entre ellos, dos de los ex presidentes de facto, Jorge Rafael Videla y Reynaldo Bignone. Las cámaras del Incaa luego los siguieron de cerca. Casi sin respiro, mostraron el cabeceo con el que Videla parecía esconderse detrás de vaya a saberse qué sueño y a Bignone asaltado repentinamente por planos cortos después de los cuales cambiaba incómodamente la posición de sus piernas, su único espacio de libertad.

El juicio oral que finalmente comenzó en los tribunales de Comodoro Py tuvo como punto de origen una denuncia del 30 de diciembre de 1996 de Abuelas de Plaza de Mayo, impulsada por Estela de Carlotto y María Isabel “Chicha” Chorobik de Mariani que ayer, pese a su ceguera y al estado de salud, se aproximó para estar presente con sus anteojos oscuros en este comienzo de juicio. Pese a haber quedado excluida del alcance de las leyes de impunidad, la causa conocida como el Plan sistemático de robos de bebés recién empieza a cerrarse con dos de sus principales acusados, como Emilio Massera y Cristino Nicolaides, muertos. Abuelas había impulsado aquella primera denuncia, entre otros delitos, por sustracción y ocultación de menores, ese aspecto de la represión ilegal que ayer se nombró como la “Cuestión de los niños”, una de las dimensiones de la dictadura urdida por las Fuerzas Armadas durante la marcha para “solucionar” de modo sistemático el problema de los menores que nacían en cautiverio o habían sido secuestrados con sus padres.

Entre los acusados, además de Videla y Bignone, están Antonio Vañek; Jorge Eduardo “El Tigre” Acosta, Santiago Omar Riveros, Rubén Oscar Franco y como autores materiales Juan Antonio Azic y el médico Jorge Luis Magnacco. En la primera hora, Roqueta, que preside el Tribunal Oral Federal 6 y estará a cargo del juicio, fue mencionándolos por sus nombres, luego de decirles “señor”, en un ritual que no sólo permitió individualizarlos sino que logró ponerlos en ese primer plano incómodo de la acusación. “Señor Acosta –dijo la jueza en un momento–. ¿Está? No lo veo.”

Tras ese comienzo, el TOF dio paso a la lectura de la acusación de la fiscalía de primera instancia, uno de los protocolos de toda apertura de juicio, pero que en este caso mostró ante la sala el interior de las maternidades clandestinas con la fuerza de la letra descarnada, quizá potenciada por la presencia de muchos de esos hijos de aquellos padres asesinados o desaparecidos por la dictadura, presentes metros atrás, entre el público de la sala.

“Es verdad que del examen del plan original no se advierte una dimensión que contemple la ‘cuestión de los menores’, pero justamente ese tópico emergió ‘durante’ de la represión –recapituló una de las secretarias–. Y por eso se improvisaron verdaderas ‘maternidades’ ubicadas en sitios estratégicos para responder a una cuestión natural: los embarazos de las detenidas y, más aún, se establecieron criterios de ‘asignación’ de los menores.”

La acusación de la elevación a juicio elaborada por el fiscal Federico Delgado fue así el punto de partida de un proceso por el que pasarán en los próximos ocho meses unos 370 testigos. La acusación intentó plantear el desarrollo de las maternidades clandestinas como una práctica sistemática. Mostró el montaje, describió los cuartos donde se instaló a las embarazadas, las vendas con las que les cubrían los ojos, las horas que algunas pudieron permanecer con sus hijos, pero además el robo y reubicación de esos niños y la aniquilación casi en todos los casos de sus padres. Una dimensión del plan general de la represión que la fiscalía en su momento presentó como “el gran secreto del ‘Proceso de Reorganización Nacional’”: “Ese plan tenía un fin –se recordó–: penetrar en todas las esferas de la sociedad civil para ‘normalizar’”, y “normalizar era redefinir a los sujetos conforme un elaborado ‘tipo ideal’: a la reformulación del otro que era su negación, no había alternativa, se ‘era como se debía ser’, o ‘no se era’”. Y es para eso “que se edifica el criterio para ‘asignar’ a los niños nacidos en cautiverio, había que cortar sus lazos de sangre para que ‘sean’ conforme al imaginario social que subyacía al régimen político”.

Los centros

En el esquema de Delgado los nacimientos siguieron dos caminos: los niños nacieron en lugares organizados como maternidades ilegales en centros clandestinos ubicados en lugares estratégicos o nacieron en lugares donde no había esa organización. “Nacimientos hubo en todos lados, pero ocurrió que en algunos centros clandestinos se montaron estructuras específicas a las que eran trasladadas algunas detenidas al solo efecto de dar a luz y luego regresadas a sus cárceles clandestinas de origen”, se leyó. Esas maternidades estuvieron ubicadas en diferentes lugares de Capital Federal y la provincia de Buenos Aires. Sin embargo, se dijo, “existieron otros centros clandestinos de detención que si bien no cumplieron ese rol estratégico, fueron parte de la dimensión del plan criminal que se encargó de la ‘cuestión de los menores’, porque la prueba reunida indica que allí se produjeron nacimientos y apropiaciones que, o forman parte de este dictamen, o bien actualmente son materia de investigación”.

Entre los lugares, durante el debate empezaron a aparecer aquellos vinculados con los 34 casos en juicio. Entre ellos, la Escuela Mecánica de la Armada, Campo de Mayo y el Pozo de Banfield, tres de los centros clandestinos considerados estratégicos según el criterio de la fiscalía, donde existían o se montaron estructuras para las maternidades clandestinas. Y donde justamente por esa característica de estratégicos no sólo dieron a luz las secuestradas que estaban como prisioneras en esos ámbitos, sino otras que fueron trasladadas desde otros centros clandestinos o estuvieron incluso a disposición de otras Fuerzas.

De la ESMA se recordó, por ejemplo, que la maternidad clandestina funcionó en el casino de oficiales, y se la conocía como “La Sardá por izquierda”, “La maternidad Sardá” o “La Sardá de Chamorro”. Es uno de los lugares en donde dieron a luz parturientas de otros centros. Los sobrevivientes contaron que las embarazadas tenían un cuarto donde permanecían junto a sus niños y que se quedaban pocos días con ellos hasta que el prefecto Antonio Febres, el hombre a quien se lo vio en varias oportunidades salir de la ESMA con recién nacidos en sus brazos, se los llevaba. Entre los imputados por esos nacimientos están los médicos Arias Duval, Capdevilla y Magnacco.

Del Pozo de Banfield se lo recordó ubicado en el Camino Negro, en Lomas de Zamora. La maternidad ahí funcionó en una enfermería a donde llevaban a las detenidas a la hora de dar a luz. La pieza estaba en el segundo piso del centro clandestino, tenía una cama quirúrgica, instrumentales, un lavatorio y varios frascos; el médico ginecólogo que asistía a las parturientas era Jorge Antonio Bergés.

Por último, la acusación detalló que en Campo de Mayo los partos de detenidas embarazadas se efectuaron en unos galpones hasta mediados de 1977 y luego se hicieron en el Hospital Militar. Durante la primera etapa, cuando se hacían en el Pabellón 1, las parturientas contaban con un habitación de cinco metros por cinco metros que aparentemente había funcionado antes como cocina. Luego, en el Hospital Militar las pacientes permanecían en un cuarto con vigilancia en la puerta, no se registraba el ingreso ni de ellas ni de los niños que nacían.

Pero esas fueron las maternidades paradigmáticas. Entre los 34 casos que recoge la causa, existen casos de niños nacidos además en La Cacha, La Comisaría V de la Plata, Orletti, El Vesubio y Olimpo.

Algunos de ellos estuvieron ayer en la sala de audiencias. Entre ellos, Macarena Gelman, Victoria Donda, Leonardo Fosatti, Alejandro Sandoval. Además de ellos, también las abuelas ocuparon sus lugares, aquellas mujeres que durante estos años impulsaron la búsqueda de sus nietos, hijos de sus hijos desaparecidos, apropiados por los represores. Rosa Roisinblit, Buscarita Roa, Chicha Mariani o Elsa Pavón, cuyas imágenes replicadas por las cámaras del Incaa presentes en cada una de las audiencias de estos nuevos juicios iban generando un contrapunto con las caras de los represores.

“Estoy acá”, decía Chicha Mariani casi al comienzo de la audiencia. “Voy a intentar venir todas las veces que pueda.” Su caso se leyó con el número 32 durante la audiencia: Clara Anahí Mariani, leían los secretarios del TOF 6, hija de Diana Esmeralda Teruggi de Mariani y de Daniel Mariani, tenía tres meses de edad cuando fue separada de su madre, el 24 de noviembre de 1976. Todas las pruebas indican que sobrevivió al operativo en el que fue muerta su madre, pero aún hoy continúa desaparecida.

Videla al final de la audiencia se durmió.

O SHOW DE DILMA

FORMAGGIO OMELETTE

DILMA PREPARA OMELETE PRESIDENCIAL

A presidente Dilma Rousseff participou da gravação do programa Mais Você, da apresentadora Ana Maria Braga, na TV Globo, durante a manhã desta segunda-feira (28), nos estúdios da emissora, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Durante o encontro, a presidente preparou uma receita de omelete presidencial. A entrevista deve ser exibida na próxima terça-feira (1º).

Na semana passada, Dilma gravou com a apresentadora Hebe, para seu programa na Rede TV!, no Palácio da Alvorada, residência oficial em Brasília, para um programa especial sobre o Dia das Mulheres. A conversa vai ao ar no próximo dia 15 e marcará a estreia da apresentadora na Rede TV!.

De acordo com a assessoria de imprensa do Planalto, a presidente não tinha compromissos marcados com autoridades no Rio de Janeiro, porém, o governador Sérgio Cabral (PMDB) foi até a base aérea no aeroporto Tom Jobim, o Galeão, na zona norte da capital, para encontrá-la.

O encontro foi informal, de acordo com a assessoria de Cabral, e durou aproximadamente 30 minutos.

FONTE: R7