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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ULTRAMAN X MAFAGAFO


Conflito de versões entre deputados 

As explicações de Giovani Cherini (PDT) para a abertura de processo criminal contra o músico Tonho Crocco deflagraram um conflito de versões entre os demais parlamentares, que alegaram desconhecer a iniciativa do pedetista. Em nota, Cherini divide responsabilidades ao afirmar que o ofício entregue ao Ministério Público fora referendado em reunião de líderes da Assembleia Legislativa.

Ele ainda classificou o seu ato como impessoal e atribuiu a redação da representação à Procuradoria do Legislativo. "Agi institucionalmente", defendeu-se. Porém, o atual presidente da Assembleia, Adão Villaverde (PT), contestou as afirmações de Cherini e negou a participação institucional da Casa no processo. "Não existe nenhuma ata sobre essa reunião. Eu não assumo essa ação como da Assembleia", disse Villaverde.

O petista ainda afirmou que não teria tomado a mesma atitude de Cherini caso estive à frente do Legislativo à época. "Vou levar o assunto para a reunião da Mesa Diretora na terça-feira. Estamos buscando a confirmação de quem é citado como responsável pela ação. Se estiver na esfera da Assembleia, vou propor a retirada", assegurou Villaverde.

Fonte: CP

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Gangue da Matriz


Para quem não sabe, a Gangue da Matriz era uma bando agressivo, oriundo de filhos de famílias de classe média alta, que ameaçava os vizinhos e visitantes do território que ia da Praça da Matriz, localizada em frente ao Palácio Piratini, até a Praça General Osório, também conhecida como Alto da Bronze, e imediações.
Essa gangue foi praticamente dissolvida devido ao assassinato do jovem Alex, conforme está relatado na Wikipedia:

Caso Alex Thomas

O Caso Alex Thomas refere-se ao assassinato do jovem Alex Thomas na praia de Capão da Canoa, no estado do Rio Grande do Sul em 1986, um fato que causou grande repercussão na imprensa e opinião pública gaúcha.
Na madrugada de 26 de fevereiro de 1986, o jovem Alex Thomas, então com 16 anos, caminhava pelas ruas de Capão da Canoa quando foi atacado por jovens integrantes de uma gang porto-alegrense conhecida como "matrizeiros" ou "gang da Praça da Matriz", composta por membros de famílias influentes da alta sociedade gaúcha.[1] [2]

Fato

Uma menina de 13 anos e um rapaz de 17 - caminhavam pela Avenida Paraguassu, em Atlântida, quando um grupo de sete rapazes passaram em dois veículos, gritando palavras obscenas para a menina. De acordo com os relatos do processo, os gritos foram respondidos com um gesto pelos acompanhantes de Clarice. Irritados, os ocupantes dos dois automóveis desceram e cercaram o garoto.
Alex sofreu traumatismo craniano e colapso pulmonar ao ser violentamente espancado e faleceu logo em seguida. Interrogados após o assassinato, os membros da gang confessaram ser adeptos das artes marciais e de terem usado táticas e golpes de karatê para matar Alex.
A morte de Alex Thomas causou revolta em todas as camadas sociais do Rio Grande do Sul, primeiro pela violência pela qual o jovem foi morto, mas também pela covardia e perfil dos criminosos envolvidos. O próprio juiz responsável pelo caso, José Antônio Paganella Boschi, sentiu-se em delicada posição devido à expectativa popular[3]. Todos foram condenados, exceto os rapazes, que apresentavam problemas mentais, e o futuro ator Ricardo Macchi, conhecido na gangue como "Chinês", foi liberado por ser menor de idade.

sábado, 19 de dezembro de 2009

ARRECADAÇÃO FINANCEIRA

Wall Mart: O Alto Custo do Preço Baixo:

O Walmart pode ganhar mais um ano do benefício fiscal exclusivo que lhe garante créditos na substituição tributária. Embora o governo estadual tenha enviado projeto de lei, pelo qual o benefício cessaria em 1 de janeiro de 2010, tudo indica que não haverá tempo para que seja votado antes do recesso da Assembleia. Um grupo de empresários do setor de comércio tentou um acordo de lideranças, impedido pelo deputado Paulo Borges, do Dem. Ele voltou atrás na manhã de ontem, mas não a tempo de permitir as 48 horas regimentais antes da votação. A ideia era colocar o projeto em pauta na terça-feira. Indignado, o presidente da FCDL, Vítor Augusto Koch, fez uma crítica política. "É o Dem no Rio Grande do Sul, sempre contra tudo e contra todos. Ele conseguiu prejudicar todo o comércio e tirar receita dos cofres públicos por mais um ano inteiro", reclamou ontem. Para o incentivo cessar em 2010, é preciso que o projeto seja aprovado ainda este ano.

Correio do Povo, Denise Nunes.

Observação do Blog: Alguns poderiam ter a idéia maldosa de que o DEM já está em plena campanha de arrecadação financeira para a próxima campanha eleitoral...

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

HOMENAGEM AO MTG

Esse é galo!

Presidente do MTG é exonerado após suspeita

O presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Oscar Gress, foi exonerado do cargo que ocupava no gabinete do deputado estadual Jerônimo Goergen (PP). Gress recebia salário sem comparecer à Assembleia.

Apesar de Gress ser contratado para assessorar o deputado, sua rotina seria permanecer na sede do MTG, em Porto Alegre, de segunda a sexta-feira, pela manhã e à tarde. Ele contou que poderia ser encontrado no local também “à noite”.

Na Assembleia, ele recebia R$ 1.655 por mês, além de vale-alimentação de R$ 303.

Aposentado da Brigada Militar, Gress foi contratado em março de 2007, dois meses após assumir a presidência do MTG.

Leia mais AQUI.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

HOMENAGEM A DEPUTADOS ESTADUAIS DO RS



Visite BANSKY.

Nota do Blog: De fato, a maioria dos atuais deputados estaduais concentraram esforços no sentido de que nenhuma denúncia de corrupção fosse apurada no ano que termina. Há que se destacar, porém, a existência de certa quantidade de Deputados com conduta exemplar.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

SEXO EXPLÍCITO NA ASSEMBLÉIA DO RS *


A falência política e moral do Rio Grande do Sul

Este texto é dedicado ao senador Pedro Simon.

O espetáculo deprimente e constrangedor exibido hoje na Assembléia Legislativa, por ocasião da “sabatina” ao deputado Marco Peixoto (PP), indicado para assumir uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado, é mais um capítulo da novela que escancara a falência moral que assola o Rio Grande do Sul. Flagrado em conversas suspeitíssimas, nas investigações que apuram o desvio de milhões de reais dos cofres públicos, Peixoto foi para a sabatina com a certeza da impunidade. Certeza esta assegurada pela cumplicidade de seus colegas da base do governo Yeda Crusius (PSDB).

A indicação de Peixoto foi aprovada por 9 votos a 2. Votaram a favor os seguintes deputados:

Alexandre Postal (PMDB), Sandro Boka (PMDB), Adroaldo Loureiro (PDT), Silvana Covatti (PP), Pedro Pereira (PSDB), Pedro Westphalen (PP), Kalil Sehbe (PDT), Jorge Gobbi (PSDB) e Iradir Pietrosky (PTB).

Votaram contra os deputados Daniel Bordignon e Adão Villaverde, do PT.

Possivelmente, na noite desta quinta, o deputado Marco Peixoto e seus pares estejam festejando o grande feito. Foi um grande feito afinal. O deputado foi aprovado na sabatina mesmo sem saber responder perguntas relativas ao seu futuro trabalho no TCE. Foi aprovado também sem explicar aos seus colegas o significado de algumas enigmáticas expressões que empregou nas conversas com acusados de envolvimento na fraude do Detran.

Quem é o campeão, deputado? Silêncio.

Qual foi o livro que o sr. ganhou? Silêncio

E os cadernos? Qual foi o destino deles? Silêncio.

O silêncio eloqüente do futuro conselheiro anda de mãos dadas com o desprezo a alguns de seus deveres centrais como representante do povo. Como o dever da transparência, para citar apenas um. Mas o deputado Peixoto e seus pares, obviamente, não estão preocupados com isso. Afinal muito pouca gente acompanhou ao vivo o que ocorreu hoje na Assembléia. Talvez fosse outro o comportamento se os meios de comunicação de maior audiência no Estado transmitissem a sabatina ao vivo por rádio e TV. Mas isso, aparentemente, não é de interesse público.

E assim vamos. Mais uma façanha que serve de modelo a toda terra e que será devidamente diluída no caldo de esquecimento e relativismo moral que fincou raízes na Província de São Pedro.

O deputado Peixoto, é importante dizer, é apenas um medíocre coadjuvante nesta novela. Só faz o que faz porque conta com o apoio, a cumplicidade e a omissão das chamadas elites econômicas deste Estado. Nas últimas semanas, foram divulgados números sobre a decadência econômica do RS. Ouvidos, dirigentes de entidades como a Farsul e a Fiergs falaram sobre isso como se não tivessem nenhuma responsabilidade sobre a situação. No caso da Farsul, foi ainda mais grotesco. O eterno presidente da entidade (ditador, diriam alguns em outro cenário), Carlos Sperotto reagiu indignado a alguns números da Embrapa, dando conta de problemas no campo gaúcho. Contou com o apoio também indignado do jornalista que o entrevistava, Lasier Martins, segundo quem os números tinham mexido com os brios gaúchos. Pelo andar da carruagem, a única coisa que não mexe com os brios dessa brava gente é a falta de vergonha na cara.

Copiado do RS URGENTE.

* Deputados fodendo com a paciência das gaúchas e gaúchos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

ATENÇÃO PARA O PROJETO DE LEI 154/2009!


Esse Projeto de Lei foi criado pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul e dispõe sobre o Código Estadual do Meio Ambiente e dá outras providências.

Segundo o vereador de Porto Alegre Beto Moesch 'Esse trabalho (Projeto de Lei) não é desinteressado. É preciso um olhar muito cuidadoso para descobrir o que foi feito no PL', apontou. Ele ainda questiona a revogação de diversos trechos do código, como o XV, que trata da proteção à Mata Atlântica, bem como a revogação do inciso que proíbe propaganda de produtos danosos ao meio ambiente e à saúde. Ele destaca que a legislação não tem apenas caráter repressivo mas, também, de fomento. 'O produtor que polui menos deveria ser recompensado por isso', concluiu.

Ainda segundo o vereador 'O Código Estadual do Meio Ambiente nasceu de um debate histórico e plural que durou dez anos, com participação de todos os segmentos da sociedade. Como a Assembleia vai rasgar isso? Seria um tapa na democracia. Além disso, não entendo por que a Comissão de Saúde e Meio Ambiente, que tem competência estatutária para lidar com o assunto, não foi chamada'.

Acesse esse Projeto de Lei AQUI.