Mostrando postagens com marcador Empatia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Empatia. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de novembro de 2012

ELES NÃO GOSTAM DE SERES HUMANOS

Fonte desta imagem AQUI.

Foxconn começa a substituir funcionários por 10 mil robôs 

autor: risastoider


A Foxconn já planejava usar robôs para compor sua força de trabalho nas fábricas há algum tempo, mas agora a coisa ficou séria. Os estabelecimentos começaram a receber as primeiras máquinas: no total, a empresa pretende utilizar 10 mil robôs para substituir entre 10 mil e 20 mil trabalhadores.

Conforme o VR-Zone
, a Foxconn pretende aumentar esse número para 1 milhão dentro de três anos, o que vai gerar uma grande quantidade de demissões. Para se ter uma ideia, hoje, o total de funcionários da Foxconn gira em torno de 1,2 milhão.

Apelidados de “Foxbots”, os robôs farão atividades consideradas simples, como dar jatos de spray nas peças, soldagem e algumas montagens. Com os robôs, a Foxconn ainda quer acabar com as denúncias de organizações defensoras dos direitos dos trabalhadores, que acusam a empresa de práticas desumanas.

Uma coisa é certa: os robôs não precisam receber salários. Mas eles também têm um custo: para cada Foxbot, a companhia deve desembolsar algo em torno de US$20 mil e US$25 mil, valor três vezes maior do que a um funcionário humano chega a ganhar em um ano inteiro. Isso sem contar os custos com manutenção.

Adrenaline

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Usar botox diminui empatia

Pessoas que recebem injeções de botox no rosto podem ter dificuldade de compreender pensamentos e emoções alheias, segundo cientistas americanos.

O estudo, divulgado na publicação científica Social Psychological and Personality Science, afirma que rugas de expressão, como pés de galinha, linhas na testa e vincos entre as sobrancelhas, são essenciais na interpretação das emoções humanas.

Ao paralisar a musculatura do rosto e reduzir estas marcas, o botox dificultaria o processo de empatia na comunicação entre indivíduos.

Segundo o psicólogo da Universidade do Sul da Califórnia David Neal, um dos responsáveis pela pesquisa, isso acontece porque normalmente os seres humanos decifram as emoções alheias imitando involuntariamente as expressões uns dos outros.

"A comunicação humana pode ser muito sutil. Eliminar uma parte da informação – seja quando se comunica por e-mail e pelo Twitter ou quando se paralisa os músculos da face – pode ser a diferença entre a comunicação bem sucedida e o fracasso", afirmou David Neal.

O botox, ou toxina botulínica, é um composto produzido por uma bactéria anaeróbia e utilizado em tratamentos estéticos, em pequenas doses, para suavizar as marcas causadas pelas contrações musculares na face ao longo do tempo.

Ao ser aplicada no rosto, a toxina bloqueia a liberação de acetilcolina, um neurotransmissor que leva mensagens elétricas do cérebro aos músculos faciais.

Comparação


A pesquisa, conduzida por Neal e pela psicóloga e neurocientista Tanya Chartrand, da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, comparou um grupo de pessoas que fizeram tratamentos estéticos com botox com outro grupo, que utilizou a técnica do preenchimento cutâneo para diminuir as rugas.

O preenchimento cutâneo é feito injetando substâncias químicas sob a pele de rugas e sulcos, em partes selecionadas do rosto. O procedimento, no entanto, não paralisa a musculatura da face.

Os dois grupos de voluntários tiveram que olhar fotos de outras pessoas e relacionar cada imagem com as emoções humanas correspondentes.

Segundo Chartrand, o grupo com botox interpretou as expressões faciais com menor precisão. Já o grupo que fez preenchimento cutâneo teve resultados semelhantes a adultos que não fizeram nenhum tipo de tratamento estético facial.

"As pessoas imitam inconscientemente as expressões faciais das outras, em um processo que envia sinais do rosto para o cérebro. Elas usam esta informação para reproduzir e entender o significado emocional das expressões."

Para a pesquisadora, os pacientes que usam botox não conseguem entender as emoções de outras pessoas porque são incapazes de imitá-las. "Esta inabilidade elimina uma parte crucial da comunicação interpessoal", disse.