Angela Merkel, a inspiradora de Ana Amélia Lemos:
Início de semana difícil para Angela Merkel. A chanceler alemã paga caro a crise do Euro.
O governo alemão perdeu a maioria no Bundesrat e viu-se obrigado a ceder na gestão da crise na zona euro.
Depois de ser ter oposto durante semanas, Angela Merkel defendeu hoje a criação do fundo de 750 mil mil milhões de euros: “Este plano é para fortalecer e proteger a moeda única. É um plano sem precedentes na história do Euro e da União Europeia e que visa proteger a nossa moeda durante uma situação extraordinária. Para os nossos cidadãos, deixem-me colocar as coisas nestes termos: estamos a proteger a moeda do povo da Alemanha”.
Ontem, dois dias após o desbloqueio da ajuda à Grécia, o Land mais populoso da Alemanha, a Renânia do Norte Vestefália, impôs à CDU e aos liberais do FDP a maior derrota de sempre. De nada valeu adiar a aplicação das promessas eleitorais.
A oposição social-democrata, o SPD, venceu, aproveitando o descontentamento com a actuação de Merkel a nível europeu.
Após semanas de reticências, a Alemanha acaba por ser o maior contribuinte do plano de ajuda à Grécia e cede sobre a criação de um fundo. Um volte-face que Merkel terá dificuldade em justificar quando procurar alianças.
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segunda-feira, 10 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
El Papa no para de aceptar renuncias por casos de abuso sexual

Benedicto XVI aceptó la renuncia del obispo de la ciudad alemana Augsburgo, Walter Mixa, acusado de abusar de un niño y malversar fondos. La decisión del Papa fue adoptada un día después de que la Justicia informó que se iniciaron investigaciones preliminares por presunto abuso sexual contra un menor por parte del obispo, consignó la agencia alemana DPA.
Página/12
La decisión del Papa fue adoptada un día después de que la Justicia informó que se iniciaron investigaciones preliminares por presunto abuso sexual contra un menor por parte del obispo, consignó la agencia alemana DPA.
Mixa, que se encuentra según la prensa en una clínica suiza de tratamiento de adicciones por una supuesta adicción al alcohol, negó los cargos de abuso sexual a través de su abogado y ofreció su colaboración a la Justicia.
El obispo solicitó al Pontífice, el 21 de abril, ser separado del cargo después de que durante semanas se multiplicaron las denuncias de que, cuando fue párroco de la ciudad de Schrobenhausen (1975- 1996), tenía la costumbre de golpear brutalmente a niños y jóvenes internados en el hogar que estaba a su cargo.
En un primer momento el obispo negó las acusaciones y aseguró "desde lo más puro de su corazón" que nunca había sido violento con los jóvenes o niños, pero luego admitió que había dado golpes y pidió perdón por todos los errores que pudo haber cometido.
Luego, fue acusado de malversar fondos, cuando a fines de abril se supo que por disposición del obispo se había pagado con fondos de la Fundación de Niños Expósitos de Schrobenhausen una importante suma para la adquisición de antigüedades, vino, alfombras, diversos muebles y un solarium para el hogar.
Esta situación derivó en el pedido de renuncia de Mixa, por lo que el presidente de la Conferencia Episcopal Alemana, Robert Zollitsch, le solicitó públicamente que abandonara su cargo, en un gesto sin precedentes en la historia del catolicismo en Alemania.
La organización católica laica alemana "Somos Iglesia" se manifestó conforme con la decisión del Vaticano y demandó el esclarecimiento de todas las acusaciones como forma de evitar más daños a la imagen y la credibilidad de la Iglesia católica alemana.
ELEIÇÕES - REVISITANDO BRECHT

" O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
Bertold Brecht
sexta-feira, 7 de maio de 2010
A IGREJA SE DEFENDE ATACANDO

Frases de Dom Dadeus Grings, Arcebispo de Porto alegre, proferidas em 4 de abril de 2010, na 48ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB):
“Antigamente não se falava em homossexual. Quando começa a (dizer) que eles têm direitos, direitos de se manifestar publicamente, daqui a pouco vão achar os direitos dos pedófilos”
“A sociedade atual é pedófila, esse é o problema. Então, facilmente as pessoas caem nisso. E o fato de denunciar isso é um bom sinal”.
“Nós sabemos que o adolescente é espontaneamente homossexual. Só depois, se não houve uma boa orientação, isso se fixa”
Leia mais AQUI.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
ONDE ESTÁ OSAMA?
Clique na imagem para ver melhor:

''Bin Laden está nos EUA''
Teerã - O homem mais procurado do mundo, Osama bin Laden, vive em Washington, declarou ontem o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em entrevista ao canal norte-americano ABC. "Ele está lá porque era um antigo parceiro do sr. Bush. Eles eram colegas nos bons tempos. Estavam juntos no negócio do petróleo", afirmou o presidente iraniano. Ahmadinejad declarou que o líder terrorista da Al-Qaeda nunca cooperou com o seu país.
Correio do Povo

''Bin Laden está nos EUA''
Teerã - O homem mais procurado do mundo, Osama bin Laden, vive em Washington, declarou ontem o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em entrevista ao canal norte-americano ABC. "Ele está lá porque era um antigo parceiro do sr. Bush. Eles eram colegas nos bons tempos. Estavam juntos no negócio do petróleo", afirmou o presidente iraniano. Ahmadinejad declarou que o líder terrorista da Al-Qaeda nunca cooperou com o seu país.
Correio do Povo
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Deserto de Caráter

JC e-mail 4002, de 04 de Maio de 2010.
Deserto de caráter, artigo de José Monserrat Filho
Texto responde a nota publicada na edição de 5 de maio da "Veja". Segundo o autor, a revista deturpou o sentido de carta-consulta do MCT que procurou listar os pesquisadores brasileiros de origem árabe para futuros e eventuais programas e projetos de cooperação
José Monserrat Filho é o chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais (Assin) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Artigo enviado pelo autor ao "JC e-mail":
De 8 a 12 de março deste ano, após visitar o Irã, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, esteve na Jordânia, onde conheceu instituições de ciência e tecnologia e conversou com cientistas daquele país. Ele regressou convencido das boas perspectivas de cooperação em CT&I não só com a Jordânia, mas também com outros países árabes. E concluiu que os pesquisadores brasileiros de origem árabe poderiam participar deste esforço de aproximação e de trabalho conjunto em áreas de interesse comum entre o Brasil e os países árabes.
Precisávamos, então, saber quem são e em que instituições trabalham estes pesquisadores brasileiros. Conversamos a respeito e ocorreu-me enviar de uma carta-consulta a uma longa lista de diretores e lideranças de universidades, centros de pesquisas, entidades públicas e privadas, bem como de organizações e sociedades científicas.
A mensagem-padrão estava assim redigida:
"Prezado Senhor,
A Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério da Ciência e Tecnologia (Assin) está realizando um levantamento dos pesquisadores e cientistas de origem árabe que trabalham hoje no Brasil, tendo em vista o desenvolvimento de programas e projetos de cooperação em ciência e tecnologia entre o nosso País e os Países árabes.
Muito agradeceria se pudesse nos ajudar nesta tarefa, enviando-nos os nomes que conheça de pesquisadores e cientistas de ascendência árabe, com a respectiva área de estudo e a instituição onde trabalham atualmente. Estamos certos de que estes especialistas poderão prestar relevante serviço aos esforços de colaboração entre o Brasil e os Países árabes, muitos dos quais são donos de uma rica herança no campo do conhecimento científico e tecnológico.
Peço enviar as informações solicitadas para o e-mail [da Assessoria de Assuntos Internacionais do MCT]. Atenciosamente."
Semanas depois, um repórter da "Veja" me ligou para perguntar sobre as razões da carta-consulta, que, segundo ele, teria sido recebida com estranheza por pesquisadores. Dei-lhe todas as informações solicitadas. Inclusive o número de pesquisadores já listados até aquele momento - número este que aumentou bastante desde então.
Frisei que nosso objetivo era saber quem entre os cientistas brasileiros poderiam, eventualmente, nos auxiliar em programas e projetos de cooperação em ciência, tecnologia e inovação com os países árabes. O conhecimento da cultura e dos costumes locais desempenha papel por vezes essencial na troca de informações, nos seminários e eventos, bem como na conclusão de acordos. O jornalista quis saber se a consulta tinha algo a ver com o Irã. Expliquei-lhe que os iranianos não são árabes.
Imaginei, pela reação do repórter, que tudo tivesse ficado esclarecido.
Ledo engano. Ao ler a edição da "Veja" de 5 de maio, deparei-me, na coluna "Panorama - Holofote", à página 62, com a seguinte nota, que faço questão de transcrever na íntegra:
"Deserto de ideias
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, teve uma iluminação no deserto. Em uma visita ao Irã e à Jordânia, decidiu identificar os cientistas brasileiros de origem árabe. Para agradar aos novos parceiros do Itamaraty, expediu ofício para universidades cobrando a informação. Os pedidos espantaram a academia, que teme misturar conhecimento com etnia e religião. Ainda assim, foram atendidos. Resultado: são dezoito os pesquisadores de origem árabe. Uma pequena informação ao ministro Rezende: iranianos não são árabes."
Alguns pesquisadores já me telefonaram a respeito. Uns ressaltaram a "má fé" da nota. Outros disseram que "desta revista não se poderia esperar outra coisa". Um chegou a afirmar que "eles destilam veneno o tempo todo". Houve ainda quem, aludindo ao título da nota, falasse em "deserto de caráter".
O incrível é que uma nota como esta seja publicada numa revista que se autoproclama "indispensável". Fica a pergunta: indispensável para quê? E para quem?
Jornal da Ciência
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