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quarta-feira, 17 de junho de 2009

GM recorre contra compensação


CORREIO DO POVO
PORTO ALEGRE, QUARTA-FEIRA, 17 DE JUNHO DE 2009

O governo gaúcho e a General Motors do Brasil recorreram contra a decisão do juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, Martin Schulze, que determina, a ambos, compensações ambientais pela implantação do complexo automotivo da montadora em Gravataí. A decisão resultou de ação movida pelo Ministério Público Estadual em abril, na qual o órgão argumenta que o complexo opera desde 2000 e, apesar do tempo transcorrido, a compensação não foi realizada.
Na decisão liminar, o juiz determinou que Estado e GM assumam R$ 3,9 milhões cada um pelas compensações ambientais. O juiz decidiu, ainda, que a Fundação de Proteção Ambiental (Fepam) não poderá expedir nova licença ao complexo automotivo – de renovação ou ampliação – até que a compensação ambiental tenha sido integralizada. A GM negocia com o governo gaúcho um novo pacote de incentivos para ampliar a unidade de Gravataí.
O vice-presidente da GM, José Carlos Pinheiro Neto, teve uma audiência ontem com a governadora Yeda Crusius (PSDB) a quem afirmou a 'independência' da empresa no Brasil em relação à matriz americana, em concordata. Para o secretário de Desenvolvimento, Márcio Biolchi, a decisão que suspende a concessão de novas licenças pela Fepam não irá atrasar o anúncio de investimentos da GM em Gravataí, previsto para julho. 'Queremos que o problema seja resolvido', justificou.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

BRITTO, YEDA E A GENERAL MOTORS


DENISE NUNES, PARA CORREIO DO POVO (07.05.2009)

GM DÁ EXPLICAÇÕES AO GOVERNO

Um encontro ontem entre as cúpulas da GM (o vice-presidente José Carlos Pinheiro Neto e o diretor Luiz Moan) e do governo (Yeda Crusius, secretários da Fazenda, Planejamento, Sedai e presidente do Banrisul) lembrou os tempos do governo Antônio Britto, quando os executivos de montadoras frequentavam o Palácio Piratini pelos fundos e a imprensa era impedida de entrar. Segundo o titular da Sedai, Marcos Biolchi, único que se dispôs a um tanto de educação e respeito à informação de interesse público (a GM negocia com o Estado um investimento incentivado de 1 bilhão de dólares), o motivo da reunião foi um só: a situação da operação brasileira (a 2ª melhor no ranking mundial da Chevrolet e 3ª da GM, afirmou) no contexto de crise da corporação. Até faz sentido: como o governo justificaria incentivos e financiamentos de vulto quando a fragilidade da GM mundial é um fato? Segundo Biolchi, está tudo bem no Brasil. Neste caso, por que fugir da imprensa?

Os grifos são do blog.



GM anuncia fechamento de fábricas e corte de 23 mil vagas nos EUA até 2011

BBC (28.04.2009)

A montadora norte-americana General Motors anunciou nesta segunda-feira que irá cortar cerca de 21 mil postos de trabalho nos Estados Unidos até o ano que vem, e mais 2 mil até 2011. A empresa também anunciou que abandonará uma de suas marcas mais tradicionais, a Pontiac, até o final de 2010.



Fiat quer adquirir atividades da GM na América Latina

UOL

MILÃO, Itália, 5 Mai 2009 (AFP) - A montadora italiana Fiat está em negociações para adquirir as atividades na América Latina da americana General Motors (GM), informaram nesta terça-feira à AFP fontes industriais.

"A Fiat quer adquirir as atividades da GM na América Latina", afirmou uma das fontes, segundo a qual "as negociações já começaram".