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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

A INVASÃO DAS BARATAS VOADORAS

 


No verão de 2016 aconteceu um fenômeno curioso no bairro onde resido em Porto Alegre: os moradores começaram a escutar um som novo, intermitente, que vinha de diversos lugares.

Muitas pessoas confundiram com alarmes.

 Eram cigarras, que voltavam ao bairro depois de anos.

Veja aqui o que escrevi, na época, a respeito:  https://doomar.blogspot.com/2016/01/o-verao-das-cigarras.html

Neste ano, 2023, nas mesmas cercanias surgiu um novo acontecimento: edifícios e apartamentos receberam visitas acintosas de baratas voadoras com frequência e quantidades fora do usual.

As baratas apareceram sobre a face da terra há aproximadamente 400 milhões de anos e, em nosso país, são conhecidas 644 espécies, sendo que a maioria habita ambientes de floresta. Aproximadamente cinco espécies desses insetos estão associadas a ambientes urbanos e, portanto, presentes em habitações humanas de diversas regiões do globo terrestre. 

A barata de esgoto, ou barata voadora, Periplaneta americana, é uma das espécies domésticas mais comuns no Brasil. Esse animal pode viver em vários ambientes, preferindo locais mais isolados, quentes e úmidos. Rodapés, rachaduras, cantos, frestas, ralos e caixas de gordura de nossas casas podem abrigar esses seres cuja presença não é muito bem-vinda.

Por que apareceram nesse verão de forma que pode parecer exagerada é uma questão a ser estudada.


Saiba mais: https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/barata.htm

domingo, 10 de agosto de 2008

INVASÃO DE BARATAS NO RIO DE JANEIRO


Os insetos saíram de cinco bueiros na rua Sete de Setembro, no centro do Rio, assustando pedestres e lojistas.

Na rua, uma das mais movimentadas do Centro do Rio, houve um princípio de confusão. Ana Barbosa, funcionária de uma lanchonete que fica em frente a dois dos bueiros infestados, afirmou que teve que proteger a loja.

“Tinha barata de todos os tipos: voadora, filhote, adulta, branca, preta. Os clientes acharam que elas estavam vindo de dentro da loja. Tivemos que colocar uma barreira para que elas não entrassem e causassem mais transtornos para nós”, disse.

Os dois afirmaram ainda que o caso já havia acontecido no ano passado. Segundo eles, também numa sexta-feira.

Rodrigo Gomes, funcionário de uma outra lanchonete que fica próxima aos bueiros, contou que todos ficaram desesperados.

“As mulheres começaram a gritar. Eu matei as baratas e as empurrei para o outro lado da rua. Umas estavam começando a subir pelas paredes.”