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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Varig vai comprar American Airlines


Companhia de aviação Gaúcha ressurge das cinzas.

NOVA YORK, EUA - Anunciada na manhã desta terça-feira o pedido de concordata da American Airlines, a maior empresa de aviação dos Estados Unidos.

Poucas horas após o anúncio as ações da companhia caíram 60%, conforme revela o analista Paul Rudd.

- Um pedido destes não pode ser desconsiderado - disse Rudd.

Após um longo período acumulando prejuízo os executivos da AA resolveram pedir concordata para tentar salvar a empresa da falência.

Porém uma reviravolta no caso não está descartada. A Varig, companhia aérea Gaúcha que dava janta nos seus voos, mesmo falida, resolveu comprar a American Airlines para salvá-la da concordata.

Assim que o interesse da Varig nas ações da AA se tornou público, as ações que haviam caído 60% tiveram uma alta de quase 214%, um recorde em todo o RS e no mundo também.

Os voos da AA que seriam cancelados já não mais serão. A população americana respira aliviada diante da perspectiva de que a aviação norte americana siga normalmente sem atrasos e preocupações. Para o passageiro Walden Schimidt, sobrevivente da segunda guerra mundial, as melhorias da Varig já podem ser sentidas:

- Peguei o primeiro voo da AA depois que a Varig resolveu entrar no negócio e até churrasco no avião tinha - disse Walden.

Resta agora saber como o mercado se comportará. Já o Presidente Obama agradeceu mais uma vez a ajuda dos Gaúchos:

- Thank you, Gaúchos - disse Obama.

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Volar con viento brasileño de cola


En el marco de la visita presidencial a Brasilia, se firmará el acuerdo para la provisión de veinte aeronaves de la empresa aeronáutica Embraer. Un contrato por valor de 700 millones de dólares. La primera nave arribará en ocho meses.

Por Cledis Candelaresi

Escoltada por el secretario de Transporte, Juan Pablo Schiavi, Cristina Fernández de Kirchner formalizará el acuerdo para comprar veinte aviones Embraer que irán a nutrir la flota de Austral. El convenio, uno de los varios que se firmarán en la visita oficial a Brasilia que comenzó anoche, fue habilitado por una cláusula específica del Presupuesto Nacional para el año próximo, que permite expresamente al Estado tomar deuda para la compra de aeronaves. Sin ese permiso explícito, el contrato con la fábrica brasileña por un monto aproximado de 700 millones de dólares hubiese corrido serio riesgo de abortar.

Desde el gobierno local, la compra de veinte aviones brasileños E190 que se destinarán a vuelos de cabotaje se defiende como una operación muy ventajosa, fundamentalmente porque en su mayor parte se costeará con financiamiento del Banco Nacional de Desarrollo del Brasil. El Bndes aportará el equivalente al 85 por ciento de la operación, a una tasa que aún no está cerrada, pero que se definirá entre algunas alternativas que presentó esa entidad financiera y que se consideran ventajosas.

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