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domingo, 20 de setembro de 2009

PROVOCAÇÃO BARATA


EUA e Israel simularão ataque com mísseis, diz jornal

Cairo, 20 set (EFE).- Os Exércitos de Israel e dos Estados Unidos participarão, nos próximos dias, de manobras militares que simularão um ataque com mísseis procedente de países da região, informou hoje o jornal árabe "Asharq al-Awsart".
Segundo a edição eletrônica da publicação, o exercício militar será o maior na história das manobras conjuntas realizadas pelas duas Forças Armadas. Dele, participarão aviões de guerra israelenses e unidades da Marinha americana.
O "Asharq al-Awsart", que não cita fontes, disse ainda que o treinamento vai simular um ataque simultâneo com mísseis lançados do Irã, da Síria e dos territórios controlados pela milícia xiita e libanesa do Hisbolá e pelos palestinos do Hamas.
A informação foi publicada a poucos dias da reunião que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, terá na quinta-feira, em Nova York, com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.
O exercício, se confirmado, será realizado em meio aos esforços internacionais pela retomada das negociações de paz no Oriente Médio, que estão estagnadas desde o fim do ano passado. EFE

DEUTSCHE WELLE

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Relatório polonês acusa Geórgia de tiros contra presidentes na Ossétia do Sul

Varsóvia, 26 nov (EFE).- Os serviços secretos da Polônia culpam a Geórgia, em um relatório divulgado hoje pela imprensa, dos incidentes do último domingo nos quais se envolveram os presidentes dos dois países na região da fronteira entre o território georgiano e o da região separatista da Ossétia do Sul.
No último domingo, a caravana na qual viajavam o presidente georgiano, Mikhail Saakashvili, e o polonês, Lech Kaczynski, teve que retornar quando se dirigia para um campo de refugiados na fronteira com a região separatista da Ossétia do Sul, em uma área controlada pela Rússia.
O ministro do Interior da Polônia, Grzegorz Schetyna, explicou hoje à emissora "TVN" que espera para se pronunciar sobre o caso até dispor de mais informações antes de afirmar que o episódio foi realmente uma provocação da Geórgia.
Apesar de tudo, Schetyna reconheceu que podem existir circunstâncias que permitam sustentar esta teoria.
O jornal "Dziennik", que antecipa em sua edição de hoje o relatório da Agência de Segurança Interior da Polônia (ABW), afirma que os investigadores se surpreenderam com a forma como atuaram as forças de segurança da Geórgia após serem ouvidos os primeiros tiros, já que não se reagruparam em torno dos carros nos quais viajavam os líderes para os proteger, algo normal nestes casos.
Também chamou a atenção a atitude do presidente da Geórgia, Mikhail Saakashvili, que era visto relaxado e sorridente apesar da tensão do momento, informações que poderiam permitir falar de uma montagem da Geórgia com a colaboração do chefe do Estado polonês, Lech Kaczynski.
Na Polônia continua a polêmica sobre a atuação do serviço de escolta de Kaczynski, que quando os tiros começaram estava em um veículo muito afastado do carro presidencial, algo que foi muito criticado pelo Governo e pelo presidente do Parlamento polonês, Bronislaw Komorowski, que acusou o político conservador de se comportar como um "cowboy".