segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Código Florestal: Assine o Abaixo-Assinado
O primeiro relatório no Senado sobre o projeto de lei 30/2011, que altera o Código Florestal Brasileiro, deve ser apresentado dia 24 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O relator do projeto na CCJ, o senador Luiz Henrique da Silveira, fez a solicitação ao presidente da comissão, senador Eunício de Oliveira, mas a data ainda não foi confirmada. A ideia de Silveira é na CCJ dar parecer sobre a constitucionalidade e juridicidade do projeto. A avaliação de 25 emendas recebidas deve ficar para voto, em setembro, na Comissão de Agricultura (CRA), da qual Silveira também é relator. Amanhã, as comissões de Agricultura, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia realizam sessão com o relator do documento na Câmara, deputado Aldo Rebelo.
Também seguem ações contra a aprovação do projeto. O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável começou abaixo-assinado para ultrapassar 10 mil adesões.
CP
ASSINE O ABAIXO-ASSINADO AQUI.
sábado, 13 de agosto de 2011
Tumultos de Londres são pedido de ajuda
Por Stefano Ambrogi
LONDRES (Reuters) - O homem que liderou uma das mais temidas gangues de rua de Londres diz que os tumultos na capital e em outras cidades inglesas esta semana são resultado inevitável da frustração sentida pela juventude britânica e não uma invenção de gangues de rua.
Elijah Kerr, que transformou a famosa gangue de rua criada por ele numa organização de entretenimento destinada a ajudar jovens, zombou da sugestão do primeiro-ministro britânico, David Cameron, de que os tumultos foram coordenados por líderes de gangues.
"O que aconteceu foi a frustração, a tensão, que estourou. É como uma panela de pressão. O fogo está ali, guardado numa sala, trancado e aí alguém abriu a porta e isso se espalhou pela casa", disse Kerr à Reuters.
Ele afirmou que a violência e os saques, com lojas esvaziadas e pessoas sendo atacadas, poderia acontecer numa sociedade que excluiu gerações de jovens.
"Estou falando de instituições de abrigo onde eu cresci, de onde vim, onde as pessoas não têm esperança e foram esquecidas. Perdidas", disse Kerr, fundador e líder da gangue PDC.
PDC são as iniciais de "Pil Dem Crew", termo com raízes no "peel dem" jamaicano, algo como "roubem deles".
"Isso vem crescendo há anos, talvez há uns cinco anos - iria acontecer", disse Kerr, também chamado de Jaja, que cresceu no conjunto habitacional de Angell Town em Brixton, sul de Londres.
Na quinta-feira, após quatro noites de caos em cidades inglesas do interior, Cameron declarou guerra às gangues de rua, que, segundo ele, estavam "no centro de toda a violência", negando com veemência que as medidas de austeridade do governo ou a pobreza tenham contribuído para o tumulto.
Kerr disse que os comentários de Cameron estão totalmente fora da realidade.
Agora aos 31 anos, Kerr afirmou que conheceu a cena das gangues quando tinha 9 anos e esteve envolvido com drogas, usou crack e foi preso várias vezes.
Na última década, porém, ele abriu mão da violência e passou a liderar sua "turma" em uma organização legítima de entretenimento com foco na música e na criatividade.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
50 anos após construção do Muro de Berlim, paredões ainda separam povos
![]() |
| Muro israelense: vergonha da humanidade. |
O Muro de Berlim, cujas obras começaram há meio século, não existe mais. No entanto, em algumas regiões do planeta cercas e muros com extenso policiamento e alta tecnologia continuam separando pessoas.
O Chipre foi dividido em 1974, como resultado de longos anos de tensões e conflitos sangrentos entre gregos e turcos. A chamada linha verde, que separa as duas partes da ilha, tem cerca de 180 quilômetros de comprimento. Ela passa pelo meio da capital comum, Nicósia, que desde a queda do Muro de Berlim é a última capital dividida do mundo.
Desde 2003, a situação está mais tranquila em Nicósia, após a Turquia ter aberto a fronteira para passagens diárias. Mesmo depois da integração do lado grego de Chipre à União Europeia, não há perspectiva para o fim da divisão.
Muro de proteção contra imigrantes
"Muro da vergonha". Assim ativistas de direitos humanos chamam a construção que marca a fronteira entre os EUA e o México. Uma barreira de 3 mil quilômetros de comprimento feita de placas de metal, arame farpado, detectores de movimento e câmeras de infravermelho.
Dezenas de milhares de policiais tentam impedir a imigração ilegal. Mas os imigrantes provenientes do México, Guatemala e Honduras tentam passar mesmo assim, arriscando as próprias vidas.
Imigrantes se escondem de guardas dos EUA na divisa com o México. Fronteira tem quase 400 mortes por ano
As fortificações de fronteira os obrigam a entrar cada vez mais no deserto. Cerca de 400 imigrantes morrem a cada ano tentando chegar aos Estados Unidos. Uma cifra maior do que a registrada nos 28 anos do Muro de Berlim.
Cerca na entrada da Europa
Ceuta e Melilla fazem parte da Espanha e, portanto, da União Europeia. Mas ambos ficam no continente africano. Esses enclaves do bem-estar são destino de migrantes de toda a África. Cercas de arame farpado, torres de guarda, detectores de movimento, câmeras de infravermelho e guardas armados impedem a entrada ilegal de migrantes africanos.
Os fundos para o financiamento das barreiras foram disponibilizados, em maior parte, no âmbito do Tratado de Schengen da UE. Apesar das medidas de alta segurança, há sempre tentativas de refugiados para passar pela cerca.
Parede no Oriente Médio
Uns o chamam de "muro antiterrorista", outros o veem como o "novo Muro de Berlim". Para se proteger contra ataques terroristas de extremistas palestinos, Israel separou grande parte da Cisjordânia do território israelense com paredes e cercas. No entanto, a barreira de separação avança, em parte, profundamente sobre território palestino, separa agricultores de seus campos e obriga as pessoas a grandes desvios.
De acordo com as autoridades israelenses, a barreira de separação reduziu o número de ataques terroristas. Internacionalmente, esta forma de proteção das fronteiras permanece controversa. O Tribunal Internacional em Haia ressalta, em seu relatório sobre a construção do muro, que a edificação limita muito o direito dos palestinos à autodeterminação.
Coreia, área nevrálgica da Guerra Fria
Uma fronteira fortemente equipada, as tropas capitalistas e comunistas face a face e o medo constante de uma escalada de violência. A Coreia do Sul foi, assim como a Alemanha, dividida com o fim da Segunda Guerra Mundial, numa decisão conjunta dos Estados Unidos e da União Soviética. Os coreanos, que até a divisão em 1945 estavam sob ocupação japonesa, não foram consultados.
Até hoje, ambos os lados sofrem as consequências. A fronteira é praticamente impossível de ser transposta. O povo da Coreia do Norte vive isolado, sem poder deixar um país pobre, de regime ditatorial. De vez em quando acontecem confrontos entre os exércitos do sul e do norte. Não há perspectiva para um fim da divisão.
Caxemira: 500 quilômetros de arame farpado
Uma barreira de três metros de altura atravessa mais de 500 quilômetros da região de Caxemira. Com as cercas elétricas e de arame farpado, a Índia quer impedir que terroristas vindos da parte paquistanesa passem a linha de cessar-fogo. A cerca é um problema para o processo de paz entre Índia e Paquistão porque as pessoas na Caxemira temem que a intenção da Índia seja dividir a região para sempre.
Autores: Nils Naumann/Claudia Brandt (md)
Revisão: Roselaine Wandscheer
DW
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Saqueos en casa del gato Larry
Alfredo Abián, para La Vanguardia
EL Reino Unido es tan fantástico que hasta el número 10 de Downing Street, residencia oficial del primer ministro, cuenta con un cazarratones oficial. Dicen que la costumbre se remonta a la noche de los tiempos. Obviamente, el servicial criado es un gato que no está en nómina. El felino de compañía que mantiene limpia de roedores la casa de David Cameron atiende por Larry. Cuentan las crónicas que tardó dos meses en capturar a su primera presa, cuyo cuerpo depositó en la zona de secretaría ante un grupo de atemorizadas funcionarias. El líder conservador tiene ahora problemas de más envergadura. Por eso ordenó que más de 15.000 policías patrullaran anoche la megaurbe londinense, en un intento desesperado de acabar con saqueos, incendios y todo tipo de delincuencia que han convertido grandes zonas de la capital olímpica del 2012 en un vertedero de escombros, cuyas imágenes rememoran las ruinas de los bombardeos alemanes durante la Segunda Guerra Mundial. Algún alma caritativa dirá que es una exageración. Y que, en todo caso, la ira popular está justificada: de una parte, la muerte a balazos de un taxista negro detenido por la policía; de otra, la crisis que sacude la conurbación de la capital, que se ceba especialmente en los más jóvenes. A la espera del dictado de los próceres, estamos ante un estallido social de dimensiones colosales. Aunque todo acabe siendo fuego de cuatro días, se han saqueado comercios al grito de todo es gratis; se han incendiado edificios y grandes centros empresariales como un almacén de Sony, y se ha robado lo que no está escrito: desde vaqueros hasta televisores, pasando por guitarras eléctricas, pañales o papel higiénico. Ha habido delincuencia común al por mayor, pero probablemente algo más. Como casi siempre.Chile: Masivo reclamo por un cambio de modelo
Por Christian Palma
“Soy jardinero y quiero un hijo ingeniero”, decía un cartel que lucía tranquilo un padre en la nueva marcha contra el sistema educativo chileno que ayer convocó a más de 100 mil personas en Santiago y a varios miles más en las principales ciudades del país. Los lienzos, pancartas y letreros se multiplicaron otra vez a pesar de ser un día laborable y de que la Intendencia Metropolitana había modificado el recorrido habitual de las concentraciones capitalinas. El sol ayudó además a que la manifestación se transformara en una fiesta, en la que los vecinos de pisos superiores lanzaban agua a la multitud que, disfrazada y tocando tambores, avanzaba pasito a pasito al Parque Almagro, el punto final acordado con la autoridad.
Pero esa agua que caía limpia desde las alturas, nada tuvo que ver con la que más tarde usó la policía para repeler a un grupo de encapuchados que originaron desmanes en el Paseo Bulnes, cerquita de La Moneda.
Ahí, como ha sido la tónica en las últimas manifestaciones masivas –salvo la familiar y también multitudinaria efectuada el domingo–, los excesos de unos pocos, junto a los carros hidrantes y los gases lacrimógenos empañaron una protesta que hasta el mediodía se desarrollaba de manera normal. El Ministerio del Interior informó que hubo 273 detenidos y que 16 civiles y 23 carabineros resultaron heridos.
Esto a pesar de que la presidenta de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile, Camila Vallejo, llamaba a terminar la gran movilización en calma. A esa hora, las redes sociales denunciaban que diversos policías se habían infiltrado en la marcha para iniciar desórdenes y caldear los ánimos. “Calma, ya sabemos que los violentistas no somos nosotros”, insistía Vallejo por medio de Twitter.
Sin embargo, el desorden ganó terreno en medio de bombas molotov, piedrazos, palos y hasta un auto incendiado en la vía pública, que dio por finalizada la protesta. Rodolfo Pozo, dueño del auto, calificó de una “verdadera catástrofe” lo sucedido. Cerca de ahí, Sebastián, un “pingüino” (estudiante secundario) de 16 años, reclamaba a cara descubierta: “Sólo es noticia la violencia, pero no cuando 100 mil personas marchan en paz”.
En tanto, el ministro del Interior, Rodrigo Hinzpeter –criticado por la excesiva rudeza de carabineros en marchas anteriores–, buscaba sacarles rédito a los incidentes. “Los desórdenes son una prueba de que las marchas han escapado del control de los convocantes y se han vuelto dañinas”, declaró. Acto seguido, pidió a los estudiantes y al colegio de profesores “sentarse a trabajar” en los proyectos de ley sobre educación que prontamente el gobierno enviará el Congreso, trasladando la discusión a esa instancia. “Los estudiantes deberían adquirir conciencia de que su movimiento está empezando a ser utilizado por personas a las que les importa bastante poco la calidad de la educación”, remató.
Le respondió Camilo Ballestero, presidente de los alumnos de la Universidad de Santiago. “La violencia no sale de la nada y deberíamos trabajar en conjunto con el gobierno para ver cómo se termina. Estamos dispuestos a dialogar, pero fue el gobierno el que envío sus propuestas al Parlamento (sin consensuarlas con los estudfiantes)”, dijo el dirigente.
En una visita a los lugares afectados, el alcalde derechista de Santiago, Pablo Zalaquett, se quejó de los daños que dejó la protesta. “Son los más grandes jamás vistos. Voy a luchar porque esto termine de una vez por todas”, dramatizó. Sin embargo, algunos vecinos no estuvieron muy de acuerdo con la dennuncia del alcalde. “Los estudiantes estaban tranquilos, hasta que llegaron los delincuentes. Esa no es culpa de ellos”, dijo uno que no quiso identificarse, al ser entrevistado por la televisión.
Respecto de los supuestos infiltrados, los diputados del Partido Comunista Lautaro Carmona y Hugo Gutiérrez pidieron formalmente información sobre un funcionario de Carabineros de civil que fue protegido por sus colegas que custodian el Congreso nacional en la ciudad puerto de Valparaíso. El carabinero habría sido descubierto manifestándose encapuchado entre los estudiantes.
“Soy categórico, Carabineros no infiltra. Carabineros utiliza personal para obtener información”, explicó a los medios el coronel Guillermo Bezzenberger. Sin embargo, horas más tarde, La Moneda confirmó que pedirá informes a la institución para aclarar esta situación. “No parece prudente que exista un funcionario de Carabineros que actúe con el rostro cubierto”, sostuvo el vocero presidencial, Andrés Chadwick.
Así las cosas, hoy vence el plazo dado por los líderes estudiantiles al gobierno para aceptar sus demandas. Los estudiantes piden que el derecho a la educación de calidad tenga rango constitucional y reformular el sistema de becas y préstamos estudiantiles, bajando sus intereses, para garantizar igual acceso a la educación a todos los estratos sociales. El ministro de Educación, Felipe Bulnes, ya adelantó que no actuará bajo presión.
Desde el jueves pasado, en diversas zonas del país, incluso en la conservadora comuna de Providencia, miles de manifestantes hacen sonar ollas en una reminiscencia de las protestas contra Pinochet en los ochenta.
Al cierre de esta edición, el ruido de las cacerolas no cesaba. El sonido recorrió otra vez Chile, en una gran protesta contra un sistema heredado de la dictadura y que deja claro que el descontento hacia el gobierno –ligado, aunque no lo quieran, a la dictadura– no para. El “cacerolazo”, esta vez, no pudo ser reprimido por la policía.
@chripalma
Desde Santiago, para Página/12
Pero esa agua que caía limpia desde las alturas, nada tuvo que ver con la que más tarde usó la policía para repeler a un grupo de encapuchados que originaron desmanes en el Paseo Bulnes, cerquita de La Moneda.
Ahí, como ha sido la tónica en las últimas manifestaciones masivas –salvo la familiar y también multitudinaria efectuada el domingo–, los excesos de unos pocos, junto a los carros hidrantes y los gases lacrimógenos empañaron una protesta que hasta el mediodía se desarrollaba de manera normal. El Ministerio del Interior informó que hubo 273 detenidos y que 16 civiles y 23 carabineros resultaron heridos.
Esto a pesar de que la presidenta de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile, Camila Vallejo, llamaba a terminar la gran movilización en calma. A esa hora, las redes sociales denunciaban que diversos policías se habían infiltrado en la marcha para iniciar desórdenes y caldear los ánimos. “Calma, ya sabemos que los violentistas no somos nosotros”, insistía Vallejo por medio de Twitter.
Sin embargo, el desorden ganó terreno en medio de bombas molotov, piedrazos, palos y hasta un auto incendiado en la vía pública, que dio por finalizada la protesta. Rodolfo Pozo, dueño del auto, calificó de una “verdadera catástrofe” lo sucedido. Cerca de ahí, Sebastián, un “pingüino” (estudiante secundario) de 16 años, reclamaba a cara descubierta: “Sólo es noticia la violencia, pero no cuando 100 mil personas marchan en paz”.
En tanto, el ministro del Interior, Rodrigo Hinzpeter –criticado por la excesiva rudeza de carabineros en marchas anteriores–, buscaba sacarles rédito a los incidentes. “Los desórdenes son una prueba de que las marchas han escapado del control de los convocantes y se han vuelto dañinas”, declaró. Acto seguido, pidió a los estudiantes y al colegio de profesores “sentarse a trabajar” en los proyectos de ley sobre educación que prontamente el gobierno enviará el Congreso, trasladando la discusión a esa instancia. “Los estudiantes deberían adquirir conciencia de que su movimiento está empezando a ser utilizado por personas a las que les importa bastante poco la calidad de la educación”, remató.
Le respondió Camilo Ballestero, presidente de los alumnos de la Universidad de Santiago. “La violencia no sale de la nada y deberíamos trabajar en conjunto con el gobierno para ver cómo se termina. Estamos dispuestos a dialogar, pero fue el gobierno el que envío sus propuestas al Parlamento (sin consensuarlas con los estudfiantes)”, dijo el dirigente.
En una visita a los lugares afectados, el alcalde derechista de Santiago, Pablo Zalaquett, se quejó de los daños que dejó la protesta. “Son los más grandes jamás vistos. Voy a luchar porque esto termine de una vez por todas”, dramatizó. Sin embargo, algunos vecinos no estuvieron muy de acuerdo con la dennuncia del alcalde. “Los estudiantes estaban tranquilos, hasta que llegaron los delincuentes. Esa no es culpa de ellos”, dijo uno que no quiso identificarse, al ser entrevistado por la televisión.
Respecto de los supuestos infiltrados, los diputados del Partido Comunista Lautaro Carmona y Hugo Gutiérrez pidieron formalmente información sobre un funcionario de Carabineros de civil que fue protegido por sus colegas que custodian el Congreso nacional en la ciudad puerto de Valparaíso. El carabinero habría sido descubierto manifestándose encapuchado entre los estudiantes.
“Soy categórico, Carabineros no infiltra. Carabineros utiliza personal para obtener información”, explicó a los medios el coronel Guillermo Bezzenberger. Sin embargo, horas más tarde, La Moneda confirmó que pedirá informes a la institución para aclarar esta situación. “No parece prudente que exista un funcionario de Carabineros que actúe con el rostro cubierto”, sostuvo el vocero presidencial, Andrés Chadwick.
Así las cosas, hoy vence el plazo dado por los líderes estudiantiles al gobierno para aceptar sus demandas. Los estudiantes piden que el derecho a la educación de calidad tenga rango constitucional y reformular el sistema de becas y préstamos estudiantiles, bajando sus intereses, para garantizar igual acceso a la educación a todos los estratos sociales. El ministro de Educación, Felipe Bulnes, ya adelantó que no actuará bajo presión.
Desde el jueves pasado, en diversas zonas del país, incluso en la conservadora comuna de Providencia, miles de manifestantes hacen sonar ollas en una reminiscencia de las protestas contra Pinochet en los ochenta.
Al cierre de esta edición, el ruido de las cacerolas no cesaba. El sonido recorrió otra vez Chile, en una gran protesta contra un sistema heredado de la dictadura y que deja claro que el descontento hacia el gobierno –ligado, aunque no lo quieran, a la dictadura– no para. El “cacerolazo”, esta vez, no pudo ser reprimido por la policía.
@chripalma
BANDA LARGA
No final de junho, o Governo Federal fechou um acordo com as empresas de telecomunicações para garantir banda larga de 1 Mbps a R$ 35 em todos os municípios do país até 2015. O que à primeira vista pode soar como um avanço, é na verdade um pacote limitado e diferenciado, cheio de restrições escritas em letras miúdas, que está longe de garantir a universalização do serviço:
É preciso também garantir a discussão da sociedade na definição das políticas para as comunicações, e casar a discussão da banda larga com o debate sobre um novo marco regulatório para o setor. Os assuntos não podem ser tratados de forma separada.
Saiba MAIS.
Assinar:
Postagens (Atom)






