DANCINHA

sexta-feira, 21 de junho de 2013

ALGUNS PERSONAGENS HIPOTÉTICOS DA REVOLTA JUVENIL NO BRASIL





Revoltados & Revoltosos

Mais de 80% não tem partido, contra 47% da população. Quase 80% possui nível de escolaridade superior, contra 24% da população. Em torno de 20% são estudantes. Mais de 50% com menos de 25 anos. Em torno de 70% participaram pela primeira vez de uma manifestação pública. Não há direção reconhecida. Cada vez que um grupo faz uma lista de reivindicações aparecem três grupos ou mais desautorizando. O meio de comunicação usual é a internet.


Governos 

Inicialmente não prestaram muita atenção ao movimento. Caracterizaram como pequeno grupo de arruaceiros que não têm mais o que fazer. Postura arrogante de quem pensava que estava no controle da situação. Quando o movimento cresceu tiraram o time de campo por não saber como se posicionar. Atualmente estão em crise, tentando achar saídas, porém não sabem com quem falar nem o que dizer.


Polícia

A Polícia é parecida em todo o mundo. Para ela o controle de massas se dá através da repressão violenta. É isso que sabem e gostam de fazer. Quando chamada a assumir posição mediadora normalmente a polícia não sabe como se comportar. Nas polícias com estrutura militar muitas vezes existem grupos que não obedecem o comando central e colocam em prática táticas de ação direta extremamente violentas, algumas vezes atuando sem identificação como policiais.


Partidos Políticos

No início do movimento não prestaram atenção, preocupados com as mazelas do quotidiano político. Quando perceberam que as revoltas cresceram fizeram tentativas toscas de inserção no movimento, porém todas desastradas. Foram totalmente alijados do processo.


Conservadores (Direita em Geral)

No início trataram as manifestações com absoluto desprezo. Quando estas cresceram viram uma oportunidade de aproveitar o ensejo para criticar o Governo Nacional e os avanços sociais em andamento. Seus representantes políticos estão vendo no movimento uma brecha inesperada para mudar o quadro nacional, amplamente favorável às forças progressistas. Não participaram diretamente das manifestações. Incentivam os amigos a enviarem seus filhos, mas que em geral também não o fazem.


Progressistas (Esquerda em Geral) 

No início trataram as manifestações com absoluto desprezo. Muitos consideravam os manifestantes um bando de desajustados sociais. À medida que o movimento foi crescendo realizaram tentativas de inserção no contexto, porém não obtiveram êxito. Estão em crise de identidade, pois no subconsciente parecem acreditar que não é possível qualquer movimento de massas sem estarem automaticamente na direção.


Grande Mídia

A "grande" mídia, também alcunhada de PIG (Partido da Imprensa Golpista) por alguns, foi uma das grandes perdedoras. No começo do movimento jogou-se totalmente contra, conclamando as forças da ordem a colocarem um basta nas arruaças e no vandalismo. Com o passar do tempo, o movimento crescendo, foi obrigada a mudar de posição. Atordoada, não conseguiu encontrar um posicionamento coerente. Foi perseguida durante os protestos e considerada inimiga. Fica cada vez mais clara sua inexorável tendência à irrelevância.

Omar
junho de 2013

Fonte da imagem AQUI.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

¿De verdad es una disciplina científica la teoría económica?


La próxima vez que oiga a un economista de la corriente principal decir “la economía es una ciencia, y puesto que es una ciencia, nosotros, los economistas, conocemos las consecuencias que va a tener llevar a cabo esta política”; la próxima vez que le digan esto, remítales al actual debate sobre el salario mínimo.

Catherine Rampell ha hecho un buen trabajo al ilustrar lo absurdo de la idea, según la cual la teoría económica es una disciplina científica como las demás. Pocos problemas económicos habrán concentrado tantos esfuerzos de modelación teórica e investigación empírica como el problema del salario mínimo.




Refiriéndose a los resultados de la encuesta de opinión realizada entre los miembros del Panel de Expertos IGM [Iniciativa para unos Mercados Globales, por sus siglas en inglés], Rampell observa que:

“Las respuestas ofrecidas no necesariamente reflejan las opiniones de todos los economistas, que es como debería ocurrir en un sondeo de opinión tradicional; los panelistas son, antes bien, miembros de su elite profesional, y se seleccionaron, para que fueran representativos, algunos de los académicos mejor conocidos conservadores y progresistas, jóvenes y veteranos. Se incluyó a Premios Nóbel, a académicos distinguidos con la Medalla John Bates Clark, a miembros de la Econometric Society, a antiguos presidentes de la American Economic Association y de la American Finance Association, antiguos miembros –demócratas y republicanos— del Consejo de Asesores Económicos del Presidente delos EEUU, así como a directores de las más distinguidas revistas académicas de teoríaa económica.”

Además:

“…entre los que respondieron a la encuesta, cerca de una cuarte parte dijeron que la propuesta [se salario mínimo] les parecía de “consecuencias inciertas”. Y exactamente un cer por ciento dijo que estaba ‘muy’ de acuerdo o ‘muy’ en desacuerdo.”

¿¡Y esto es una “ciencia”!?

David Ruccio es un economista norteamericano que colabora habitualmente en el blog de la revista postkeynesiana Rearlworld Economics.


Traducción para www.sinpermiso.info: Baldomera Aranoa


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