DANCINHA

sexta-feira, 2 de abril de 2010

PAPEL RIDÍCULO

Bansky:


04 de março de 2010:

ZERO HORA

N° 16264
CRIME DESVENDADO

Uma busca que durou cem horas

Policiais civis levaram exatas cem horas para rastrear a quadrilha responsável pela morte do secretário de Saúde de Porto Alegre. Desde que Eliseu Santos, 63 anos, foi morto com dois tiros, na noite de sexta-feira, mais de 30 agentes e peritos palmilharam endereços, coletaram fios de cabelos, recolheram amostras de sangue e saliva e pernoitaram dentro de carros à espreita de suspeitos. Tudo, até identificar um dos assassinos e comprovar que é dele o DNA coletado na cena do crime. Zero Hora descreve os bastidores de uma das mais rápidas e científicas investigações da crônica policial gaúcha.

CORREIO DO POVO

Polícia garante: morte de Eliseu foi em assalto

Exame de DNA revela suspeito. Dois outros são procurados

A Delegacia de Homicídios (DH) anunciou ontem que conseguiu esclarecer a morte do secretário da Saúde, Eliseu Santos, ocorrida na noite de sexta-feira passada, no bairro Floresta, em Porto Alegre. Valendo-se de uma técnica cada vez mais usada pelas polícias de todo o mundo, o exame de DNA, os agentes da DH, comandados pelo delegado Bolívar Llantada, chegaram aos suspeitos de terem participado do crime. O trio, que, segundo o diretor do Deic, delegado Ranolfo Vieira Júnior, seriam integrantes de uma quadrilha especializada em roubo, furto e adulteração de veículos, de Sapucaia do Sul, teve a prisão temporária decretada pela Justiça. Até o momento, nenhum dos suspeitos foi preso. Um automóvel Vectra, ano 2007, foi encontrado na madrugada de ontem, queimado, no Santuário das Mães, em Novo Hamburgo, e pode ser o carro usado no ataque a Eliseu.

Nota do Blog: Com forte conotação político-ideológica os principais veículos da mídia impressa gaúcha tentaram abafar a verdade sobre a morte de Eliseu Santos. Não havia, no dia 4 de março de 2010, nenhuma ponta de dúvida. É só revisitar o que foi publicado. Hoje, 2 de abril de 2010, são obrigados a publicar outra, segundo eles, "versão". Em relação ao papel da polícia no caso, fica a pergunta: quantos inquéritos são investigados assim "rapidamente" e encerrados a pedido sem despertar o interesse do Ministério Público? Tudo bem que a mídia impressa está perdendo rapidamente a credibilidade em função de episódios como esse, porém a quem interessa que a Polícia perca a credibilidade?

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